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19 de out de 2011

Paraná deve ampliar mão de obra de detentos na área habitacional

A Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), o Instituto das Águas e a Secretaria da Justiça estudam uma parceria para fabricação de tijolos e blocos de concreto para uso na construção de casas populares.
Na semana passada o presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, visitou a fábrica de tubos e manilhas do Instituto das Águas no município de Cruzeiro do Oeste e discutiu a possibilidade de parceria com o presidente do instituto das Águas, Márcio Nunes.


A fábrica utiliza mão de obra de presos do regime semiaberto e, de acordo com Nunes, o retorno tem sido muito bom. "É uma experiência bastante interessante, pois promovemos a ressocialização destes presos, que merecem uma segunda chance. Aqui todos elogiam o trabalho deles, são muito dedicados", destacou.

De acordo com Nunes, a fábrica está preparada para produzir tijolos e blocos de concreto para obras da Cohapar. "Todo o governo está empenhado em ajudar a atingir a meta de atender 100 mil famílias nos próximos quatro anos", afirmou.

Além da unidade de Cruzeiro do Oeste, o Instituto das Águas mantém outras fábricas em Arapongas e Paranavaí. Os detentos diminuem um dia da pena a cada três dias trabalhados.

A.V.S., preso do regime semiaberto, coordena o trabalho dos demais. "Foi a melhor coisa que aconteceu com a gente. É uma oportunidade e vamos nos aperfeiçoar para ter uma qualificação para quando cumprirmos a pena. Agradeço todos os dias por esta chance", disse.

REINSERÇÃO - A intenção do governo do Estado é acelerar a reinserção dos presos no mercado de trabalho e na sociedade. A ideia é colocar os detentos em contato com a sociedade civil como trabalhadores comuns.
Atualmente, cerca de 30% dos 15 mil presos sob custódia do sistema penitenciário do Paraná nos regimes fechado e semiaberto (o equivalente a 4,5 mil) exercem algum tipo de atividade laborativa - como serviços gerais, metalurgia, construção civil, etc..

Em Jesuítas, que fica a 100 quilômetros de Cascavel, 15 presos do regime semiaberto que cumprem pena na Penitenciária Industrial de Cascavel (PIC), estão trabalhando desde o final de agosto na construção de 110 casas populares, de acordo com termo de cooperação assinado entre a Seju, o Departamento Penitenciário do Estado (Depen) e a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar).

Com base na Lei de Execução Penal, o preso passa a receber 75% do salário mínimo, ou seja, R$ 408,75. A cada três dias trabalhados, terá um dia de redução do total da pena.
Dentre os selecionados, um escolhido pela direção da PIC por sua liderança, maior escolaridade e experiência de trabalho em equipe monitora o grupo. Para isso, recebe um valor adicional de R$ 120 mensais, o equivalente a quatro vezes o pecúlio penitenciário a ser pago pelo Fundo Penitenciário.

Árvores de rápido crescimento podem ajudar na produção de cerâmica e evitar desmatamento


Um produto elaborado a partir do cimento e madeira originários de plantios florestais de rápido crescimento pode ajudar a reduzir a pressão sobre a Amazônia. Este produto, desenvolvido pela Embrapa Amazônia Ocidental e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), pode substituir parte da madeira usada na construção civil e na fabricação de móveis. Feitas a partir de partículas de madeira misturadas com cimento, as peças tomam a aparência de placas de cerâmica.
As pesquisas que resultaram nesse produto vêm sendo feita ao longo dos últimos dez anos.
Os estudos por parte da Embrapa são com silvicultura, para desenvolver tecnologias de cultivo de espécies de madeira com crescimento rápido e que tenham características que atendam as condições para a preparação do biocompósito.
Na Embrapa Amazônia Ocidental o responsável por esse trabalho é o pesquisador Roberval Lima. Já os estudos por parte do Inpa são com testes de laboratório para avaliar a compatibilidade do cimento com o substrato de madeira e transformar a matéria-prima nas peças.  
No Inpa esse trabalho é conduzido pelo pesquisador Fernando Almeida e conta cm colaboração do técnico José Maria Gonçalves, ambos são da Coordenação de Pesquisas de Produtos Florestais (CPPF/Inpa).
Plantio
De acordo com o pesquisador Roberval Lima, uma das vantagens da tecnologia é incentivar o plantio de árvores específicas para essa finalidade, evitando o uso de madeira retirada das florestas nativas.

A madeira utilizada para produzir o biocompósito viria de plantios direcionados a esse produto. Esses plantios podem ser feitos para recuperar áreas que já foram alteradas e com isso se estaria dando a esses espaços uma finalidade que gere emprego e renda.
Essa árvores seriam espécies de crescimento rápido com características específicas para servir como matéria-prima para o biocompósito.
De acordo com os pesquisadores Fernando Almeida e Roberval Lima, a tecnologia do biocompósito ajudaria também a evitar desmatamentos nas florestas nativas, uma vez que o produto tem condições de atender parte da demanda de peças de madeira para construção civil e movelaria.
Ambos pesquisadores, Roberval e Fernando, esclarecem que o biocompósito pode ser produzido também a partir de resíduos de madeira, porém a opção com o plantio de árvores de rápido crescimento permitirá a oferta regular de matéria-prima para produção do biocompósito em escala industrial e sua utilização na construção civil.
O pesquisador do Inpa Fernando Almeida explica que nem todas as espécies florestais são compatíveis para o biocompósito, por causa da densidade da madeira e compatibilidade com os aditivos. Em vários testes foram selecionadas as que apresentaram melhor desempenho para o produto.
Foram selecionadas uma espécie exótica, o eucalipto, e uma espécie nativa da Amazônia, o tachi branco.
Ambas são árvores de crescimento rápido e com isso o retorno do investimento vem em curto prazo. A partir de dois anos após o plantio se faz o desbaste e se retira matéria-prima para a manufatura das chapas de biocompósito, segundo os pesquisadores.
Mercado
O pesquisador do Inpa Fernando Almeida destaca ainda a resistência e durabilidade do biocompósito cimento-madeira. “O produto com as espécies selecionadas passou por testes mostrando-se resistente à umidade, fungos e a prova d’água e, portanto, pode ser usado tanto em ambiente interno ou externo”, informou.
Os pesquisadores informaram que a tecnologia de biocompósito já passou por vários testes em protótipos de móveis e de construção civil e está pronta para o mercado.
origem;

Intervenção do governo na construção civil


Durante décadas, o setor de construção civil viveu uma situação de esquizofrenia. Havia uma enorme demanda do mercado - falava-se em um déficit habitacional de algo entre 8 e 10 milhões de unidades.
Por outro lado, o país abrigava dezenas de construtoras com tecnologia e capacidade de produção suficientes para suprir essa necessidade.
Enfim, estavam ali a oferta e a demanda - os dois elementos que, pelo menos segundo os manuais clássicos de economia, fazem os mercados se movimentarem.
Pois, contrariando as teorias econômicas, o setor imobiliário não deslanchava. Faltava o dinheiro para azeitar a máquina e colocá-la para funcionar. A principal fonte foi o governo, com programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida, e o uso dos bancos públicos, sobretudo a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, para financiar imóveis para as classes médias emergentes.
Com isso, o volume de crédito imobiliário subiu de 1,5% do PIB em 2003 para os atuais 5%. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, acredita que esse percentual chegue em poucos anos a 15%. 
Tão logo o governo resolveu meter sua mão nesse mercado, não faltaram as vozes de sempre para alertar sobre os "riscos da intervenção estatal" ou sobre as "ameaças às contas públicas". Viciados em esquemas pré-moldados, esses críticos não enxergaram que a interferência do governo nessa área seguia uma profunda lógica de mercado.
Explica-se: em qualquer setor, há empresas líderes. Essa liderança não se traduz somente em participação de mercado - ela pode vir da tecnologia, da força financeira, da inovação, entre outros fatores. Graças a isso, essas companhias "puxam" o mercado, definindo o comportamento do consumidor, lançando novos produtos e até definindo a realidade de preços para todo o setor (algo que os americanos chamam de "price leadership").
Assim, ou os concorrentes correm atrás e acompanham essas líderes ou enfrentam o risco de amargar uma posição secundária.
O governo utilizou exatamente essa arma. Como tem controle sobre os dois dos principais bancos do país, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, passou a ditar as regras para o crédito imobiliário do país. Como os primeiros (e positivos) resultados, não restou alternativa aos bancos privados a não ser acompanhar os passos do BB e da CEF.
Pergunte hoje ao Santander, ao Itaú Unibanco ou ao Bradesco se eles se arrependem dessa decisão. O mesmo aconteceu com as grandes construtoras. Não foi necessário criar a Construbras, uma estatal de construção de moradias. As empresas privadas se encarregaram de tal missão.
Hoje, o segmento popular já responde por 50% das receitas da Rossi, uma das maiores do país. A Cyrela pretende chegar a esse mesmo índice em dois ou três anos.
Ou seja, a intervenção estatal em uma área vai ser mais ou menos bem sucedida justamente à medida em que respeitar (e reforçar) a lógica de mercado.

Aula ALVENARIA ESTRUTURAL


PROFESSORES Henrique Dinis
Eduardo Deguiara
Eduardo Pereira João Luis Biscaia
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo Deghiara
Denomina-se de alvenaria estrutural, qualquer parede que suporta carregamentos além do próprio peso. Podem ser de blocos de concreto e argila queimada, ou mesmo de tijolos de alvenaria de barro.
Quando uma paredesuporta unicamente o próprio pese, se denomina de alvenaria de vedaçªo.
denomina de alvenaria de vedaçªo.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo Deghiara
fbk ≥ 6 MPa(parede externa sem revestimento)
ResistŒncia dos blocos fbk ≥ 4,5 MPa (parede externa com revestimento ou interna)
Espessuras
A = 9 cm: somente vedaçªo
A = 14 cm: vedaçªo ou estrutural –atØ 8 andares A = 19 cm: vedaçªo ou estrutural –atØ 20 andares
Meio Bloco
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 3
ASSENTAMENTO DA 1“. FIADA
A MODULAÇO DA ALVENARIA É DEFINIDA A PARTIR DA 1“ FIADA DE ASSENTAMENTO DOS BLOCOS
No projeto deve-se prever uma modulaçªo que nªo se utiliza de blocos cortados e nªo se deixe arremates de correçªo a serem ajustados no rejuntamento
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo Deghiara
Em edificaçıes com as paredes bem solicitadas, ou com pØ-direito alto, se utiliza o padrªo de juntas amarradas, ou defasadas,com o objetivo de melhorar a capacidade de resistŒncia à flanbagem.
Os padrıes de juntas a prumo sªo utilizados Somente em alvenarias de vedaçªo, ou em paredes estruturais pouco solicitadas, como edificaçıes de somente um pavimento.
O padrªo de junta a prumo em PØ Ø utilizado unicamente em paredes de vedaçªo.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 5
A –Com juntas defasadas: pelo entrelaçamento das fiadas
Só Ø possível executivamente para blocos com espessura de 19 cm, em decorrŒncia da necessidade de coincidŒncia entre largura e espessura dos blocos.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 6
B –Com juntas alinhadas -para blocos de espessura de 9 cm e 14cm
Utilizando grampos de aço como elemento de amarraçªo –nestes casos os furos em que sªo colocados os grampos de amarraçªo sªo preenchidos com Groute*.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 7
* Groute: argamassa fluida auto-adensÆvel
JUNTAS ALINHADAS OU A PRUMO para amarraçªo entre alvenarias estruturais com blocos de 14 cm EXEMPLO
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 8
1 -PARA CINTAMENTO DAS PAREDES
Para qualquer parede, utilizam-se amarraçıes de cintas e pilaretes, com o objetivo de evitar trincas provenientes de recalques diferenciais
2 -PARA AUMENTO DA CAPACIDADE PORTANTE DAS PAREDES
Para aumentar a capacidade de carga das paredes, utilizam-se pilaretes distribuídos de forma intermitente
Aplicaçªo do graute
Introduçªo de armadura vertical
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 9
Todas as alvenarias estruturais contØm armaçªo, mesmo que sua funçªo seja unicamente de amarraçªo. A armaçªo nos alvØolos tŒm duas finalidades: A –Para cintara parede no contorno vertical. Neste caso prevŒ-se uma barra no alvØolo extremo, junto aos cantos. B –Para aumentar a resistŒncia da parede. Neste caso sªo colocadas tantas barras quanto necessÆrias em alvØolos devidamente espaçados.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 10
As paredes são armadas atravØs de cintas e pilaretes: As cintas sªo executadas utilizando-se de blocos canaletes, com uma barra de aço passante e preenchendo-se a canaleta formada com groute.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 1
As cintas sªo dispostas em duas posiçıes:
-Abaixo da laje, com a finalidade de distribuir os carregamentos na alvenaria e ao mesmo tempo, impedir que o concreto da laje preencha os alvéolos dos blocos. -A meia altura da parede, como cintamentoefetivamente, quando o pØ-direito for maior que 3,0m.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 12
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 13
O caminhamento das cargas é interrompido pelas aberturas, utilizando-se cintas sobre as aberturas (Vergas), ou abaixo das aberturas (contra-vergas),
O objetivo Ø evitar trincas na alvenaria. Nos cantos sªo previstos pilaretes, como reforço, pela concentraçªo de cargas
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Deghiara 14
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 15
TIPO DE ARGAMASSA: Industrializada ou Dosada na Obra
TRABALHABILIDADE:deve ser espalhada e aderir aos blocos. BOA CONSISTNCIA:bloco deve ser alinhado sem esmagar a junta.
fak < fbk
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 16
Deve ser seguido rigorosamente para garantir a homogeneidade do assentamento, espessura do rejunte e modulaçªo.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 17
Tem a finalidade de dar acabamento nas juntas, podendo proporcionar arremate liso, canelado ou chanfrado.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 18
Eventual rejuntamento com bisnaga para paredes com blocos aparentes, visando uma maior impermeabilidade no rejunte, ou da parede como um todo.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 19
Utiliza-se de coxins, com o objetivo de distribuir cargas concentradas aplicadas sobre as alvenarias, sempre que não se prever pilaretes sob o apoio da viga.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 20
As fundaçıes devem ser sempre contínuas ao longo das paredes. Sªo de dois tipos:
•Superficiais diretas: se enquadram as sapatas corridas
São utilizadas sempre que os solos forem bons (boa compacidade) e as cargas mØdias (geralmente atØ 4 pavimentos no mÆximo)
As sapatas corridas tŒm geralmente um largura de 50 a 80 cm e 12 cm de espessura. Sªo executadas em concreto armado.
Eventualmente quando o solo for muito bom e se tratar de um œnico pavimento, Eventualmente quando o solo for muito bom e se tratar de um œnico pavimento, pode-se utilizar como fundaçªo unicamente um lastro de concreto, apoiando-se as paredes diretamente sobre o lastro, atravØs de uma cinta em blocos canaletes, sob as paredes.
Por outro lado, se o solo for ruim e as cargas pequenas, pode-se utilizar um radier, que tem boa capacidade de distribuir as cargas no sub-solo.
•Profundas: se enquadram as vigas baldrames sobre estacas espaçadas:
Sempre que o solo for ruim e as cargas grandes (geralmente acima de 4 pavimentos), utiliza-se estacas cravadas distribuídas ao longo das paredes. Sobre as estacas, para apoiar as paredes, correm vigas baldrames.
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 21
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 2
NO CASO RADIER (Laje apoiada diretamente sobre o solo) ( CARREGAMENTOS PEQUENOS E SOLOS RUINS)
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Deghiara 23
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 24
Os conduitespodem passar embutidos nas paredes (alvéolos dos blocos) ou nas lajes (no concreto).
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 25
Para a instalaçªo das caixas elØtricas, pode-se prever blocos especiais
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 26
Sistemas I -Henrique Dinis / Eduardo
Deghiara 27
Deve-se evitar a passagem de tubulaçıes hidrÆulicas nos alvØolos dos blocos, em decorrŒncia de um possível vazamento. Para este fim, pode-se utilizar:
A–blocos especiais com ranhuras B -blocos de duas espessuras formando trilhas
C -parede falsa para encobrir as tubulaçıes: uma estrutural, com espessura de 14 ou 19 cm e outra de vedaçªo, com 9 cm
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Deghiara 28
INSTALAÕES HIDRULICAS Nichos verticais para passagem de tubulaçıes ( shafts)
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Deghiara 29
O apoio das escadas nas paredes de alvenaria deve ocorrer unicamente através dos planos horizontais, ou seja, dos patamares
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Deghiara 30
O apoio dos perfis metálicos deve coincidir com cintas de amarraçªo da alvenaria.
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Deghiara 31
ABERTURA COM BATENTES DE PORTAS COM BANDEIRA (para ajustar o tamanho dos batentes às aberturas)
ABERTURA PARA JANELAS (as esquadrias devem obrigatoriamente se ajustar às modulaçıes da alvenaria
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Deghiara 32
Pode-se prever platibandas em alvenaria estrutural no contorno do edifício, para encobrir e dar acabamento ao telhado.
Caso se utilize lajes de concreto na cobertura, o telhado pode se apoiar diretamente sobre ela, dispensando as tradicionais tesouras.
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Deghiara 3
-Apresenta boa velocidade de execuçªo, tendo em vista fatores como a modulaçªo da alvenaria e a padronizaçªo de componentes.
-Nªo necessita de Mªo de Obra especializada.
-Minimiza desperdícios na obra.
-Pode ser executada em sistema de mutirªo.
-Nªo necessita de equipamentos sofisticados ou pesados na obra.
-Restriçªo das possibilidades de projeto –pouco versÆtil. -Nªo permite modificaçıes após a obra concluída.
-O projeto Ø complexo, pela necessidade de plena representaçªo de suas partes.
-O entendimento do projeto Ø complexo, tornando-se anti-econômica para poucas repetiçıes.
-Nªo se aplica a grandes Æreas livres, grandes vªos ou pØ-direitos altos.
-Perde suas vantagens de racionalizaçªo, se houver mistura de dois sistemas, como por exemplo, utilizando vigas e pilares de concreto.
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Deghiara 34
•ABCP –Associaçªo Brasileira de Cimento Portland –www.abcp.org.br •ABNT –NBR 10837-89 –CÆlculo de Alvenaria strutural de Blocos de Concreto.
•REAGO. Blocos Estruturais de concreto, w.reago.com.br
•RAMALHO, MÆrcio Antônio; CORREA, M.R.S. Projeto de edifícios em Alvenaria Estrutural, PINI, Sªo Paulo, 1“ Ed.
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