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14 de fev de 2012

Preço de material de construção varia até 91%



Maior diferença está no bloco de concreto, que custa de R$ 1.450 a R$ 2.770 


Vale a pena andar um pouco mais para comprar material de construção em bairros distantes de Belo Horizonte. A economia pode ser de até 91% na compra de alguns produtos em depósitos que praticam preços mais baixos. Isso é o que mostra pesquisa feita pelo Procon Assembleia que comparou os valores cobrados entre diferentes estabelecimentos da capital e da Grande BH.

Segundo a pesquisa, a maior diferença encontrada foi para o bloco de concreto, que pode ser comprado com valores que vão de R$ 1.450 a R$ 2.770 – uma variação de 91%. O menor preço fica no depósito Baratão da Construção, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana. Já o mais caro é encontrado no depósito Triângulo, que fica na Avenida Nossa Senhora do Carmo, região Centro-sul de BH.

O proprietário do depósito, João Cardoso, explica que um dos fatores que pesam sobre o preço dos produtos é o valor gasto com o imóvel, que está em um ponto considerado nobre na cidade. “A gente tem que levar em conta na hora de analisar os valores os custos com tributação, qualidade do produto vendido e a mão de obra”, afirma.

Outra diferença significativa apurada foi para a brita granito. O preço varia de R$ 63,90 a R$ 115, o equivalente a 79%. O mais barato é do depósito Almeidão Materiais de Construção que fica na regional Venda Nova. Já o preço mais salgado, neste caso, está no bairro Renascença, na região Noroeste da capital, a 4,8 quilômetros do Centro.

Já a brita calcária pode ser comprada com diferença de 77%, passando de R$ 63,90 para R$ 113,15. O maior preço do produto novamente foi encontrado no depósito Triângulo. E o mais barato também repete o depósito Almeidão.

Pesquisar antes de comprar torna-se mais importante quando se leva em conta que, em um mês, a média de aumento foi de 2,5% nos preços de materiais de construção. Entre dezembro de 2011 e janeiro deste ano, o que ficou mais caro foi a areia natural, que subiu 5%. Os valores passaram de R$ 74,15 para R$ 70,60. A brita calcária variou 4,9% no mesmo período, passando de R$ 80,88 para R$ 84,83.

Segundo o responsável pela pesquisa, Hugo Henrique Almeida da Silva, nos últimos meses foi observado um aumento mais expressivo no preço do material. Ele acredita que o motivo é a alta da demanda pelo serviço.

O aumento de custo tem penalizado as construtoras que buscam alternativas para não prejudicar a comercialização de unidades lançadas. O diretor da construtora Excelso, Caio Celso Cardoso, explica que não pretende repassar o aumento dos custos para o consumidor final. A estratégia será a redução da margem de lucros em aproximadamente 3,5%. Além disso, ele pretende negociar com os fornecedores um desconto nas compras. “Nós somos parceiros dos nossos fornecedores e, acima de tudo, consumidores, o que nos dá a chance de negociação”, diz.

Sgap entrega blocos de concreto produzidos por reeducandos








A Superintendência Geral de Administração Penitenciária (Sgap) entregou para a Secretaria de Gestão Pública (Segesp) cinco mil blocos de concreto fabricados no sistema prisional. Os produtos foram entregues na Fábrica de Blocos, localizada no complexo penitenciário.

A produção dos blocos foi resultado de uma parceria entre Sgap, Segesp e Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O material produzido pelos reeducandos será utilizado para a construção do muro do pátio de leilões do DER.

Segundo o superintendente adjunto da Sgap, Mário Sérgio, a participação dos reeducandos na obra do pátio não será apenas na fabricação dos blocos de cimento. “Na próxima semana, iremos começar a construção do muro, que também será erguido pelos custodiados que trabalham na ‘bloqueira’ da Sgap”, destacou ele.

Além de beneficiar os reeducandos, a parceria entre as instituições favorece também o setor público. “A Sgap está de parabéns pelo trabalho social realizado com os custodiados. É muito gratificante realizar iniciativas como essa, quem, além de promover a ressocialização, integra as secretarias de Estado”, afirmou a secretária adjunta de Gestão Pública, Juliana Barros.

Construção civil investe em novas técnicas




Fábio Castelli
A falta de mão de obra qualificada necessária para atender a demanda da construção civil faz com que o setor invista em pesquisas e encontre técnicas capazes de tornar as obras mais rápidas sem que a segurança e a sustentabilidade ambiental e econômica sejam deixadas de lado.

Entre as tecnologias para construir mais rápido e com menor custo está o steel framing, já bastante disseminada nos Estados Unidos e que vem conquistando os brasileiros. Diferente do sistema construtivo em alvenaria, prevê a construção de imóveis com base em perfil metálico revestido com drywall ou placas de madeira OSB.

Segundo o engenheiro civil Mauro José de Souza Araújo, também professor dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura do Cesumar, de quebra o steel framing proporciona conforto acústico e térmico, já que entre essas placas podem ser empregados isolantes à base de lã de rocha, lã de vidro ou lã de garrafa de plástico reciclável (PET). Já externamente, o acabamento pode ser realizado com uma placa cimentícia feita com a mistura de papelão e cimento.
Divulgação

Estrutura em perfil metálico, steel framing é sinônimo de obra racional, rápida e limpa
Legenda
"Um dos principais cuidados que o profissional deve tomar é com relação às emendas. Caso elas não estejam corretamente alinhadas, a água pode infiltrar entre as placas e causar inúmeros prejuízos ao imóvel", explica o docente.

Dentre os benefícios do steel framing está a agilidade com que a obra é concebida. A estimativa é que em até três dias a estrutura esteja toda montada e que a obra custe até 40% menos do que a de alvenaria. Além disso, outros pontos positivos são leveza e resistência. Vale lembrar que a técnica pode ser empregada tanto na construção de imóveis populares, de alto padrão e comerciais como em condomínios verticais.

Segundo o engenheiro civil e gerente regional do Crea-PR, Hélio Xavier da Silva Filho, outra vantagem do steel framing é a sua maleabilidade. "Com esta técnica é possível que o morador, futuramente, mude todo o estilo arquitetônico de seu imóvel sem que sejam necessárias grandes demolições", afirma.

Em compensação, os principais impeditivos para a popularização do steel framing no mercado nacional é a falta de mão de obra especializada. A cultura do brasileiro, resistente às mudanças, também é vista pelos especialistas como uma barreira para a expansão da técnica no Brasil. 


Outros sistemas

O docente destaca que outra técnica que permite executar obras com mais rapidez, entre outras vantagens, é o wood framing, um processo construtivo que antecedeu o steel framing. "A diferença é que, ao invés de uma estrutura metálica, o wood framing consiste em estrutura de madeira. Os processos isolantes e de acabamento são os mesmos do steel framing", diz. 

Como não existe queima para a fabricação de tijolos (já que dispensa seu uso) e a madeira utilizada é legalizada, o impacto ambiental é mínimo. Além disso, o sistema construtivo batizado de solo-cimento, mais antigo, também é capaz de diminuir os custos, danos ambientais e agilizar a obra. Neste caso, paredes da obra, como o próprio nome sugere, são levantadas com terra e cimento, formando tijolos ecológicos (também sem queima). 

Trata-se de opção ideal para imóveis ‘residenciais de descanso’, uma vez que seu acabamento rebuscado cria uma ótima harmonia com a natureza. "Nestas construções, muitas vezes nem é preciso o emprego de argamassa. O trabalho é artesanal e o resultado final é muito bom", afirma Araújo.

Pensando a longo prazo, uma tecnologia que deve chegar à construção civil brasileira somente daqui a alguns anos é a aerogel. Importado do mercado aeroespacial, a promessa é que as construtoras tenham à disposição, leveza e um dos mais eficientes isolantes térmicos já desenvolvidos.

Além dessas técnicas, de acordo com Silva Filho, outra alternativa de construção seca, limpa e com custo reduzido utiliza peças de concreto pré-fabricadas. "Esta é uma ótima opção para execução de projetos de grande porte como shoppings", detalha.

11 de fev de 2012

Bloco de Concreto Vedação



muro bloco de concreto vedação usiblocos bloco de concreto vedação


O bloco de Concreto de vedação com 2,5 Mpa de resistência nas dimensões 10, 15 e 20.

O bloco de Concreto 20, é indicado para paredes com o pé direito de 3,50 até 4,00
metros em edificações pequenas e de pouca largura, onde a laje
ou cobertura não receba pesoscom caixa d’água,compressores ou qualquer
equipamento pesado.

maquina de blocos usimak


O bloco de concreto de vedação deve ser utilizado em construções de apenas
um pavimento,onde se quer economizar os gastos de colunas e vigas,
bem como ferragens e caixilhos de madeira para envolvê-las.

muro bloco de concreto vedação


Já os blocos de concreto de vedação de 10 e 15 são indicados em muros, principalmente
em terrenos acidentados, onde,além da economia com as colunas e vigas
de concreto, se tem dificuldade de acesso para trafegar os veículos
portadores do concreto. Nestes casos,os blocos de vedação com 2,5 Mpa,
podem ser a solução para a construção, pois da mesma forma que os

blocos de concreto estruturais, os blocos de concreto vedação podem receber a ferragem nos seus
vãos e fechados com a graute.

Além da economia com caixilhos de madeira, ferragens, trabalho dos marceneiros e
armadores, há uma economiasubstancial do tempo de término da obra, barateando
ainda os custos da mão-de-obra da alvenaria,quando se utilizam os blocos de concreto vedação.


muro bloco de concreto vedação
 Peças por m² = 12,5

Arena Pernambuco terá alvenaria de vedação com bloco de concreto


Obras da Arena Pernambuco, estádio com capacidade para 46 mil pessoas


Para cumprir as metas e os prazos da construção da Arena Pernambuco, na cidade de São Lourenço da Mata (PE), a Odebrecht Infraestrutura, construtora responsável pela obra, está trabalhando em ritmo acelerado. Além do estádio – projetado para 46 mil pessoas –, serão construídos um complexo residencial e espaços de comércio e de serviços.
Uma das novidades é que o projeto da obra contempla, agora, o uso da alvenaria de vedação com blocos de concreto. Há cerca de dois meses, foi decidido que as paredes divisórias de grande parte do estádio serão construídas com a tecnologia. O sistema construtivo será aplicado, entre outros locais, nas arquibancadas, na lanchonete e na sala de imprensa.

De acordo com Carol Gomes, engenheira da equipe de Projetos da Odebrecht, o menor custo da implantação e o melhor acabamento oferecido pelos blocos de concreto foram fatores determinantes para sua escolha. “Como boa parte das áreas técnicas na arena terá os blocos de alvenaria aparente, o bloco de concreto aparece como uma solução mais agradável de leitura pela homogeneidade gerada pela sua superfície lisa e de panos maiores”, afirmou Carol Gomes.
ABCP
O processo de escolha da alvenaria de vedação com blocos de concreto teve início em abril de 2011, quando a Odebrecht convidou a ABCP para uma reunião. Na ocasião, a construtora convidou o gerente da ABCP NNE, Eduardo Moraes, e a engenheira Emanuelle Falcão, para apresentarem os sistemas à base de cimento que seriam vantajosos para o empreendimento. A convite da Associação, o engenheiro Angelo Just, da consultoria Tecomat, também participou do encontro, mostrando diversos projetos que exemplificavam a viabilidade do uso do concreto na Arena Pernambuco. “A alvenaria será executada a partir de um projeto para produção racionalizada, com famílias de dimensões padronizadas, a fim de reduzir perdas e aumentar a produtividade dos serviços”, explicou Just.
Para Eduardo Moraes, a escolha da alvenaria de vedação com blocos de concreto na construção da Arena Pernambuco aumenta a visibilidade do sistema no Nordeste. “Essa tecnologia traz muitas vantagens para as obras e, felizmente, a cultura do bloco de concreto está sendo bem assimilada na região. Há cerca de cinco anos praticamente não se utilizava o sistema, mas, hoje, ele é visto em todas as obras de grande porte. Nas residências, já estamos atingindo o índice de 40% das construções com alvenaria de vedação”, explicou.

O bloco de concreto mais leve do mundo




O estúdio de design e arquitetura Torafu Architects, desenvolveu estas almofadas em forma de blocos de concreto, com desenhos bem diferentes, para serem combinados de forma a formar sofás ou tudo o que a imaginação permitir. Um móvel bem diversificado para um canto de leitura, ou mesmo para o quarto de algum adolescente. Confiram nas imagens abaixo:


9 de fev de 2012


PRÉDIO VODAFONE PORTUGAL

Muito legal o projeto de Barbosa & Guimarães para o prédio administrativo da Vodafone em Porto, Portugal. O concreto, com toda sua plasticidade, foi usado para criar este resultado de formas e movimentos, além de servir como solução estrutural do projeto, criando um bloco monolítico e de forma única.
Mais uma empresa investindo no marketing arquitetônico!
A Vodafone de Portugal é o exemplo de que a complexidade pode ser também simples. O projeto desenvolvido pelo escritório Barbosa & Guimarães é uma espécie de mosaico com formas agudas que variam entre vazios de vidros, e volumes em concreto. É sem duvidas uma construção harmônica que conseguiu acertar em cheio o “mote” da empresa: “Vida Vodafone, vida movimento”.
O interior do prédio, em seus 8 andares, cuja 3 são no subsolo, foi cuidadosamente pensado em termos de funcionalidade e continuidade do projeto exterior.
A crítica elogiou bastante, e se referiu a ele como um projeto coeso, e único.

4 de fev de 2012

Norma de parede de concreto moldada in loco está em consulta pública








Marcelo Scandaroli
Projeto pode ser votado até o dia 6
Termina na próxima segunda-feira (6) a consulta pública para o projeto 02:123.05-001, que trata da parede de concreto moldada in loco com formas removíveis para a construção de edificações. O projeto foi elaborado pela Comissão de Estudo de Parede de Concreto (CE-02:123.05) do Comitê Brasileiro da Construção Civil (ABNT/CB-02).
De acordo com Rubens Monge, da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), a norma vem com o objetivo de facilitar a utilização dessa tecnologia. "Com a norma, as construtoras não têm que fazer dezenas de testes toda vez que utilizar esse sistema", diz Rubens. "Nós utilizamos os procedimentos que já vinham sendo utilizados, mas com limites um pouco mais rígidos, para garantir maior eficiência do sistema", disse.
A norma se aplica somente às paredes submetidas à carga axial, com ou sem flexão, concretadas com todos os elementos que farão parte da construção final, tais como detalhes de fachada (frisos, rebaixos), armaduras distribuídas e localizadas, instalações (elétricas e hidráulicas) quando embutidas e considera as lajes incorporadas ao sistema por solidarização com as paredes, tornando o sistema monolítico (funcionamento de placa e membrana).
A norma aborda desde os requisitos gerais para qualidade da parede, até a propriedade de materiais, análise estrutural e os procedimentos para a fabricação da parede.
Para apresentar sugestões às emendas, os interessados devem entrar no site da ABNT, onde é possível acessar, visualizar e imprimir os textos. Para isso, deve ser criado um "ABNT Passaporte". Feito o Passaporte, deve-se encontrar o projeto na área do Comitê Brasileiro da Construção Civil (CB-02), clicar nas lupas e votar nas eme