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28 de ago de 2012

Triturador de Concreto


Sustentabilidade é Consequência 



A Construção Cívil e o setor da economia que mais gera resíduos, restos de obras popularmente chamados de entulho. Milhares de toneladas de entulhos são gerados nas cidades brasileiras e misturados com os lixos domésticos ocupam grandes espaços nos aterros sanitários sem utilidade alguma.
 
Para mudar esse ambiente, a USIMAK apresenta o seu mais novo Projeto Sustentável o Triturador de Concreto TM8000 - Com capacidade para triturar até 1 tonelada por hora, o equipamento e capaz de torna pedras, concretos, lajes e demais restos de obras em agregados de qualidade que podem ser reaproveitados nas construções.

IReportagem


27 de ago de 2012

Demanda por material continua forte no mercado


O custo das construtoras com material de construção aumentou cerca de 2,15% no ano passado, de acordo com o Custo Unitário Básico (CUB), índice calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A forte demanda por material de construção no último ano sustentou as cotações, e os fabricantes vivem um período de bons resultados.

"Não sentimos os reflexos da crise internacional e, em termos de demanda, podemos dizer que tivemos um ano muito bom", afirmou ao DCI o presidente da Eternit, Élio A. Martins. De acordo com o executivo, a empresa fechou 2011 com crescimento em linha com o ano anterior e com algumas linhas de produção operando na capacidade máxima. "Os pedidos continuam na mesma velocidade", afirma Martins.

Apesar dos bons resultados, o executivo pontua que a Eternit perdeu R$ 8 milhões em função do câmbio, no ano de 2011. "A valorização do real afetou um pouco os resultados da nossa companhia". Ele ressalta que, além da questão cambial, outro problema vem atingindo a empresa. "Enfrentamos uma escassez de mão de obra, em todos os níveis, situação que deve persistir em 2012", acredita.

Com o objetivo de ampliar o seu portfólio, a Eternit entrou, no ano passado, no ramo de louças sanitárias, depois de fechar uma joint venture com a colombiana Corona, que deve ter 40% de participação acionária, e 60% da Eternit. "Queremos nos tornar a maior e mais diversificada empresa de material de construção do País", afirma. O aporte para a primeira unidade da parceria, a ser instalada no Porto de Pecém (CE), é de R$ 97 milhões. A capacidade inicial da planta será de 1,5 milhão de peças por ano até meados de 2013.

Em um mercado bastante acirrado, a Eternit possui cerca de 32% do market share de telhas de fibrocimento, no Brasil, e 40% da fatia de coberturas de concreto. E para diversificar ainda mais o seu portfólio, Martins afirma que vai manter o modelo atual de gestão. "Vamos continuar olhando o mercado para novas oportunidades", completa. No segmento de louças sanitárias, nicho bastante pulverizado no País, o executivo afirma que o crescimento da empresa foi excepcional em 2011.

E é nesse mercado de louças que um grande player pretende ampliar a sua participação. De acordo com comunicado, a Portobello e a Eliane Revestimentos Cerâmicos fecharam uma parceria que visa a união de seus negócios e operações. As duas fabricantes têm o maior faturamento líquido do setor, no Brasil, e devem se fundir ainda em 2012. Se a operação for autorizada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a nova organização estará entre as cinco maiores do mundo no segmento.

As participações da Portobello e da Eliane na nova empresa resultante da fusão devem chegar a 55% e 45%, respectivamente. Mas considerando dívidas e outros ajustes, as fatias acionárias serão de 80% e 20%. As empresas afirmam que, em princípio, nenhum dos funcionários terá o emprego afetado.

No geral, a indústria de construção deve crescer de 4% a 5% em 2012, demanda que inclui a projeção de obras da Copa e Olimpíada, além de projetos de infraestrutura e habitação, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). E para atender uma parte da demanda deve haver um aumento das importações no País, o que pode atrapalhar os planos do setor. "Se a situação persistir em 2012, podemos ter ociosidade nas fábricas neste ano", diz Cover.

Cimento

As vendas no mercado interno de cimento produzido no País atingiram 63,5 milhões de toneladas em 2011, aumento de 7,3% ante 2010, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic).

Em 2011, a maior parte das vendas ocorreu na Região Sudeste (21,6 milhões de toneladas), com alta de 7% ante o ano anterior. Em seguida, aparecem as Regiões Nordeste (11,9 milhões de toneladas, alta de 6,3%) e Sul (9,4 milhões de toneladas, alta de 7,4%). Já as exportações somaram 44 mil toneladas em 2011, alta de 21,2% ante 2010.

Construtoras sorteiam prêmios para atrair operários em obras



Com o déficit crescente de mão de obra qualificada em Mato Grosso do Sul (MS), a solução é importar trabalhadores de outros estados e até países. Após crescer 106,81% no ano passado em relação a 2010, de 11 mil para 22.750 nos principais setores econômicos deMS, o déficit deve aumentar, de novo, neste ano. Preocupadas com a situação, algumas empresas chegam a realizar sorteios de eletrodomésticos para atrair novos funcionários.

O crescimento econômico de MS é apontado como responsável pelo déficit de trabalhadores. "O Estado se desenvolveu muito. Infelizmente, hoje a solução é trazer gente de fora. Temos que continuar capacitando aqui, mas vamos ter que seguir trazendo profissionais", admitiu a secretária Estadual de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias. Ela até prevê aumento no déficit neste ano.

O setor mais afetado continua sendo a construção civil, com aproximadamente 7,4 mil vagas abertas, 3 mil somente em Campo Grande. A dificuldade chegou a tal ponto que a MRV Engenharia, responsável por três empreendimentos na cidade e que necessita urgentemente de 400 novos trabalhadores, está realizando promoções para preencher as vagas, com direito a sorteios de bicicletas, um fogão, uma TV 20" e uma máquina de lavar.

"Foi uma iniciativa com objetivo de potencializar o anúncio de vagas", comentou Ricardo Mendes, supervisor de obras na Capital. Somente no primeiro dia da campanha mais de 400 pessoas se inscreveram, e ainda passarão por triagem. Com o problema no quadro de funcionários, a MRV opta por importar mão de obra e capacitar os funcionários dentro do próprio canteiro, através de uma escola de qualificação interna. O eletricista Valdinei Santana Ferreira Gonçalves, 29 anos, se enquadra nos dois quesitos: veio de Poconé (MT) para Campo Grande, e se qualificou na própria obra, começou como auxiliar e acabou se tornando eletricista. "Fiz o curso pela empresa mesmo, eles me ajudaram a pagar", relatou. Gonçalves ganha, segundo ele mesmo, no mínimo R$ 1,3 mil, por 8h de trabalho diário, mais a produtividade. "A vida tá bem melhor hoje", diz, rindo.

Dos trabalhadores de fora, a maioria vem dos estados do Maranhão, Sergipe e Piauí. "Em Ponta Porã é cada vez maior o número de paraguaios trabalhando", comentou Samuel Freitas, presidente licenciado do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de MS (Sintracom/MS).

24 de ago de 2012

Segundo consultoria, para 45% dos homens e 40% das mulheres, um imóvel novo,é o principal desejo de consumo.


A chamada classe C, que emergiu no Brasil nos últimos anos, está amadurecendo. É o que revela uma pesquisa feita pela consultoria especializada no varejo GS&MD – Gouvêa de Souza, com 360 consumidores de São Paulo, que migraram de classe social.

O que fica claro no estudo, chamado de “O consumidor mais por menos redefine o varejo”, é que essa massa gigante da população já consumiu os produtos e serviços que sempre quis. Agora ela quer qualidade de vida. E a casa passa a ser o centro das atenções.

Segundo a consultoria, para 45% dos homens e 40% das mulheres, um imóvel novo, maior ou melhor localizado, é o principal desejo de consumo atualmente.

“O consumidor, não necessariamente, quer comprar o primeiro imóvel. Ele quer viver melhor. A casa é o epicentro da vida, do lazer. Segunda a pesquisa, em primeiro lugar o consumidor quer passar o tempo com a família em casa. Em segundo, quer assistir a filmes em casa e só depois sair com amigos. Isso é um investimento diferente e mostra a maturidade do consumidor emergente”, diz o economista Luiz Góes, responsável pela pesquisa e sócio sênior da consultoria GS&MD.

Na lista de desejos da classe C apontados pela pesquisa, o carro vem em segundo lugar e em terceiro, a educação, que passa a ser um item importante para acompanhar essa mudança de status social. Mesmo querendo mais, o consumidor não quer abrir mão de pagar menos.

“Este é um aspecto importante. Esse consumidor traz a herança do preço baixo, ele cresceu no contexto da contenção, do ‘agora não dá, vamos esperar um tempo’. O fato de estar ganhando um pouco mais não significa que ele vá deixar de fazer uma avaliação de custo benefício do que deseja”, ressalta Luiz Goes.

Do outro lado da história estão o varejo e a indústria. Durante anos eles tiveram o poder de indução ao consumo, escolhendo o que era melhor para o consumidor. Agora, terão que se adaptar a uma nova realidade.

“O consumidor está induzindo o varejo, não é mais ‘do jeito que querem me vender e sim como eu quero comprar’. Isso já aconteceu em muitos países e está acontecendo aqui agora. Com a indústria a mesma coisa. Depois de muito tempo passou a se preocupar com o que o consumidor pensava de seu produto. Esse processo ainda caminha devagar . Mas como a classe emergente tem o poder do consumo, ela vai ter que ser ouvida”, conclui o economista da Gouvêa de Souza

23 de ago de 2012

Bloco de concreto feito com serragem

O professor Vitor Antonio Ducatti e o engenheiro Flávio Pedrosa Dantas Filho: pó de serra é 3,5 vezes mais isolante térmico que o concreto convencional (Foto:Antoninho Perri)

Transformar resíduos de madeira – pó de serra – em blocos de concreto e material de enchimento das pré-lajes para construção civil foi o objetivo do engenheiro Flávio Pedrosa Dantas Filho ao iniciar sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Engenharia Civil. De acordo com o engenheiro, os resíduos são considerados “indesejáveis”, ficando geralmente amontoados em pátios onde são queimados ou jogados em rios.

Descartados, resíduos viram poluentes

A geração deste tipo de resíduo não é pequena. Dantas Filho estima que uma serraria de porte médio destinada a produzir 2 mil metros cúbicos de madeira serrada por mês, poderia gerar 78 toneladas de serragem. Ao todo, as serrarias do país gerariam em torno de 620 mil toneladas de serragem por ano. “Os problemas causados para o meio ambiente são inúmeros”, afirma. “Um dos principais fatores é a queima que polui o ambiente, gerando gás carbônico”, completa. A outra porcentagem, segundo o engenheiro, é descartada no meio ambiente, provocando poluição do solo e água.

A partir dos resultados obtidos no estudo de Dantas Filho, o pó de serra utilizado como agregado miúdo em substituição parcial ou total ao agregado miúdo mineral (areia) possibilita a redução significativa da areia na produção de blocos de concreto para vedação e/ou elementos de enchimento de pré-lajes, comportando-se como um material mais leve e termo isolante, em função da baixa condutividade térmica. As pesquisas revelaram que o material é 3,5 vezes mais isolante térmico que o concreto convencional. Segundo ele, materiais convencionais, como o concreto, por exemplo, precisam ser revestidos com isolantes térmicos para reduzir o calor gerado nos ambientes, o que além de encarecer o projeto nem sempre produz efeito estético satisfatório.

Outro benefício da substituição da areia pelo resíduo (pó de serra) é a acústica dos ambientes. Pesquisadores do Departamento de Arquitetura e Construção mostram que a adição do pó de serra na composição do traço de materiais de acabamento melhora a absorção sonora desses materiais. Os ensaios mostraram que a absorção acústica proporcionada por este material foi muito superior aos dos revestimentos convencionais (alvenaria lisa e cortiça, entre outros). Além disso, segundo Dantas Filho, a cortiça não resulta em um visual apreciado pelos arquitetos. “O bloco pesquisado pode fazer parte da decoração do local, pois pode ser pintado e possui o aspecto de alvenaria convencional”, defende.

Orientado inicialmente pelo professor Luis Alfredo Cottini, Dantas Filho iniciou há três anos as pesquisas para a dissertação de mestrado “Blocos de Concreto e elementos de enchimento de pré-lajes com adição de pó-de-serra, uma alternativa para minimizar impactos ambientais”. Na época, tinha interesse em dar continuidade à linha de pesquisa de Cottini sobre reciclagem de resíduos. O professor já havia desenvolvido processo para o tratamento do material e necessitava de estudos que permitissem testar a utilização. Mas por problemas de saúde, Cottini precisou se aposentar.

O professor Vitor Antonio Ducatti prosseguiu na orientação e o engenheiro passou a testar várias proporções de adição do pó de serra ao concreto para a produção de blocos. A utilização do pó de serra como agregado miúdo na produção de blocos de concreto em até 50% do volume aumentou a resistência térmica com redução de peso, atendendo as prescrições da norma para alvenaria de vedação.

A utilização da argamassa de cimento e pó de serra na produção de elementos de enchimento de lajes pré-moldadas também foi satisfatória. O engenheiro explica que tradicionalmente, o material utilizado para o enchimento seria a cerâmica ou isopor. “A substituição dos blocos cerâmicos pelos blocos de cimento e pó de serra minimiza a degradação dos maciços argilosos e o consumo de madeira para produzir calor na queima dos fornos das indústrias cerâmicas. Já o isopor é muito caro”, esclarece. Para realizar os ensaios, Dantas contou com a colaboração de uma fábrica de blocos. Conseguiu produzir 100 blocos com mão-de-obra especializada. O ensaio da condutividade térmica foi realizado na Universidade Federal de Santa Catarina.

8 de ago de 2012

Em Alagoas cresce empregos na construção civil


Setor de construção civil é o que mais contrata e o que demite em função da rotatividade das obras e de fatores como chuva e economia
Setor de construção civil é o que mais contrata e o que demite em função da rotatividade das obras e de fatores como chuva e economia


O aquecimento do setor da construção civil é uma realidade em Maceió, com muitas obras em andamento. Numa volta pela cidade é possível constatar vários empreendimentos espalhados por todos os lugares: tanto na parte alta, quanto na parte baixa da capital alagoana. A prova disso são os números de contratações no setor nos últimos 12 meses: 35.541 em todo o Estado.

O crescimento do número de empregos na construção civil acompanha o aquecimento do mercado. “Nunca se viu tantas contratações como nos últimos dois anos”, revelou o vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Marcos Holanda, acrescentando que o mercado está otimista.

Segundo o economista Fernando Pinheiro, os eventos esportivos que o País vai receber, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, contribuíram muito para a alta no mercado. “Até as enchentes em Alagoas e Pernambuco, assim como em todo o Nordeste, está servindo de alavancagem para a construção civil”, revelou o economista, acrescentando que programas do Governo Federal como o PAC 1, o PAC 2, e o Minha Casa, Minha Vida foram importantes para o crescimento do mercado.

“O setor vai continuar crescendo até 2025”, declarou Fernando Pinheiro, informando que se o País receber outro grande evento ou projetos do Governo essa data pode ir ainda mais adiante. “O mercado da construção civil é uma influência muito grande para a economia nacional”, enfatizou Marcos Holanda.

Para o economista, mesmo com a alta no setor, faltam profissionais para trabalhar. “Você procura um pedreiro, servente ou carpinteiro e não encontra com facilidade”, ressaltou Pinheiro. Para ele, o que falta é mão-de-obra qualificada, pois o mercado está cada vez mais exigente, não só na construção civil mas em todos os setores. “Cabe o mercado buscar mais tecnologia para não ficar tão dependente da mão-de-obra”, enfatizou o economista.

DEMISSÕES

Um dos setores que mais emprega é também o que mais demite funcionários. Das 35.541 admissões, 33.854 foram desligados do setor da construção civil no período de 12 meses. De acordo com os dados do Ministério do Trabalho, apenas 1.687 trabalhadores da construção civil permaneceram no mercado no período de um ano.

“É um processo natural”, informou Marcos Holanda. De acordo com ele, o término das obras contribui para as demissões.

Muitos trabalhos são temporários e quem dá mais, leva. “No período da safra da cana-de-açúcar, quando acontece a oferta, há uma migração de alguns trabalhadores da construção civil para o setor açucareiro: eles saem para ganhar um salário melhor”, esclareceu o economista Fernando Pinheiro, afirmando que esse seria um dos fatores para a baixa nos empregos.

Outro fator que pode ter atrapalhado as construções e contribuído para a baixa dos empregos no setor foram as chuvas, mas, de acordo com Fernando Pinheiro, “não foi tão representativa em nossa região”.

Somente no último mês de junho o número de desligamento foi ainda maior que o de contratações, terminando o mês com saldo negativo: -1.503 empregos.

“Esse ano a incidência de chuvas não atrapalhou, mas em 2010 e 2011 o inverno atrapalhou bastante nas obras, priciplamente as privadas”, contou Marcos Holanda.