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13 de dez de 2012

Tanque com jardineira armazena água da chuva




Se você está pensando em economizar água em casa, olhe de novo para a jardineira da foto acima. É difícil perceber de primeira, mas a vegetação oculta um tanque que capta água da chuva. O Ecoslim mede 1,2m e tem uma jardineira – o que permite colocá-lo debaixo da janela e plantar uma horta – ou, se você for mais romântico, margaridas.
A caixa d’água não é exatamente um primor de beleza. Mas é bem funcional, como mostra o esquema abaixo: armazena até 1.700 litros da água que vem da calha por meio de um encanamento. A água armazenada pode ser usadas para regar o jardim, lavar calçada ou até o carro. Feito de Polietileno pela Fortlev, o tanque é vendido  nas revendedoras da fábrica.




Fotos: Divulgação (produtos) e Casa Cláudia (ambiente da Casa Cor)

Fonte: Blog Construção Casa.com.br




30 de nov de 2012

Revestimento Cimentício - Linha Madeira


O cimentício linha madeira imprime ao concreto uma nova linguagem, reproduzindo com perfeição os veios e a textura de madeira rústica e envelhecida, como os dormentes resgatados do tempo. Inspirada na natureza, sua criação remete à importância da preservação e sustentabilidade do meio ambiente.











10 de out de 2012

Pedras usadas em concreto (brita)



















As pedras usadas na mistura para fazer o concreto são chamadas popularmente de BRITA.



A brita é classificada em britas 1, 2 e 3, pedrisco e pó de pedra.


A brita 3 é utilizada como lastro ferroviário; a brita 2 como agregado em grandes volumes de concreto e como brita classificada na formação de base e sub-base de pavimentos.
A brita 1 constitui-se no produto mais nobre e é aplicada, essencialmente, em concretos esbeltos e bombeados.
pedrisco e o pó são aplicados, basicamente, como matérias-primas de massas asfálticas.
PÓ DE PEDRA – Malha 5 milímetros
É muito utilizado nas usinas de asfalto, para calçamentos com base asfáltica e de concreto para obtençao de textura fina, é usado principalmente em calçadas.
Na fabricação de pré-moldados e como estabilizador de solo, na confecção de argamassa para assentamento e emboço.
  PEDRISCO OU BRITA Nº 0 – Malha 12 milímetros
Produto de dimensões reduzidas, em relação a brita-1, é muito requisitado na fabricação de vigas e vigotas, lajes pré-molduradas, intertravados, tubos, blocos, bloquetes, paralelepípedos de concretos, chapiscos e acabamentos em geral.
  BICA CORRIDA – Malha 30 milímetros
Uma mistura de pó com brita nº 0 (pedrisco), com brita nº 1 e com brita nº 2. Excelente para base asfáltica (para trânsito pesado.)
  BRITA 1 – Malha 24 milímetros
É o produto mais utilizado pela construção civil, muito apropriado para fabricação de concreto para qualquer tipo de edificação de colunas, vigas e lajes assim como em diversas aplicações na construção de edificações de grande porte.
  BRITA 2 - Malha 30 milímetros
É voltado para fabricação de concreto, que exijam mais resistência, principalmente em formas pesadas.
Usada para para fabricação de concreto bruto, para maior resistência, na contrução de fundações e pisos de maior espessura.
  BRITA 3 - Malha 38 milímetros
Muito conhecida como pedra de lastro pois é constantemente utilizada em aterramentos e nivelamentos de áreas ferroviárias e drenos.
PEDRA MARROADA - Malha 200 milímetros
Conhecida também como RACHÃO , PEDRA PULMÃO ou PEDRA DE MÃO, é mais empregada para fabricação de muros de contenção, barreiras e bases, fundações em geral, aterramento de áreas pantanosas e é também utilizada em drenagens.
É uma pedra bruta, de maior dimensão, obtida na primeira britagem, formadora do depósito pulmão da pedreira.
AREIA DE BRITA LAVADA: Utilizada em assentamento de bloquetes, tubulações em geral, tanques, além de fazer parte na composição para fabricação de concreto e asfalto, substituindo com qualidade a areia de rio, alem de não agredir o meio ambiente.
  AREIA DE BRITA SEM LAVAR: Melhor acabamento para concreto pois possui material mais fino.

Cinta de amarração… como construir?











Vãos de portas e janelas !





Use uma verga na primeira fiada de blocos acima do vão.

Essa verga pode ser pré-moldada ou feita no local.

Ela deve ter, no mínimo, 20 cm a mais para cada lado do vão.

Não se esqueça também de escorar as fôrmas das vergas concretadas no próprio local.















Dica: Use blocos-canaleta como fôrma para a verga.
Eles também podem ser usados como cinta de amarração


Cinta de amarração





A boa prática recomenda fazer uma cinta de amarração na última fiada das paredes (respaldo).

Mas lembre-se de deixar passagens para canos e conduítes (eletrodutos) na cinta de amarração.









Lembre-se de chumbar tarugos de madeira nas bordas dos vãos.

Os batentes de portas e janelas, que serão instalados depois, vão ser pregados nesses tarugos.







Use uma argamassa bem forte de cimento e areia (1 parte de cimento e 3 partes de areia) para chumbar os tarugos.


fonte:Associacão Brasileira de Cimento Portland

Brasil terá US$ 8,6 bi em centros de compras


O crescimento exponencial da construção civil brasileira terá ainda mais reflexo na construção de shopping centers no País. Segundo uma pesquisa inédita da consultoria ITC, até 2015 serão construídos 186 novos centros de compras (malls) no Brasil, de diversos formatos e tamanhos. Estas galerias comerciais deverão receber aportes de US$ 8,6 bilhões que farão com que o setor fique ainda mais concorrido. No mercado há gigantes como BR Malls, Multiplan, General Shopping e Sonae Sierra, entre outras.
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Conforme o estudo da ITC, os investimentos serão puxados pelo Estado de São Paulo. Nos próximos três anos serão 60 os novos centros de compras, a US$ 2,6 bilhões (29% dos investimentos totais). Depois virá o Rio de Janeiro, com 17 obras previstas e investimentos na casa de US$ 884,5 milhões. “O eixo Rio-São Paulo ainda terá uma representatividade maior dentro do mercado por alguns anos. Mas a perspectiva é de que em cinco anos comece a haver uma equiparação de obras, principalmente com as Regiões Centro-oeste e Nordeste”, estimou Clóvis Magalhães, professor de Engenharia e Construção da Universidade Federal de Minas Gerias (UFMG).

Na divisão por região, o centro-oeste somará 11 obras e aportes de US$ 520,8 milhões até 2015, enquanto o norte e o nordeste contarão com 51 construções e incentivos na casa do US$ 1,9 bilhão. Atualmente, o sudeste conta com 98 obras e mais da metade dos investimentos totais, cerca de US$ 4,7 bilhões, enquanto o sul prevê 26 novos malls, com aportes médios de US$ 1,4 bilhão.


“O total de 51 novos shopping centers no norte e nordeste, em três anos, é um número que nem a empresa mais otimista iria prever dez anos atrás. Este momento é importante para o segmento, de maneira geral, porque os construtores de shoppings são alguns dos empresários mais receosos do setor de construção”, detalha Magalhães.

O professor lembra que a chegada dos shoppings atrairá, além de grifes e marcas, novos modelos de lojas de rua nos arredores.

Destaques

Entre os destaques em obras previstas para os próximos anos, o Shopping Riomar Trade Center, que ficará em Recife (PE), terá aportes de US$ 300 milhões do grupo JCPM. O centro de compras terá 445 lojas, 15 das quais serão âncoras, além de 17 megalojas, 348 lojas-satélites, cinema com 12 salas, 8 restaurantes e 50 operações de fast-food, além de academias e espaço de lazer.

O presidente do grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça, garante que a concepção do projeto condiz com o procurado pelos consumidores. “A forte característica será o espaço de lazer e as novas marcas que vão chegar para o mercado de Recife.” O executivo explicou ainda que a atuação do shopping estará voltada para o objetivo de atrair todas as classes.

De acordo com Paes Mendonça, o grupo hoje participa do setor de shoppings nos Estados de Pernambuco, Sergipe, Bahia e São Paulo. Na Grande Recife, o Grupo tem participação nos shoppings Recife, Tacaruna, Plaza, Guararapes e RioMar, este com inauguração prevista para outubro. Em Aracaju, a empresa está nos shoppings Jardins e Riomar. Em Salvador, no Salvador Shopping e no Salvador Norte Shopping. Em São Paulo, faz parte dos negócios do Villa Lobos e do Granja Vianna.

No segmento imobiliário, o Grupo construiu um dos mais modernos e inteligentes espaços empresariais, o JCPM Trade Center em Recife, à beira-mar.

Outro lançamento esperado para o ano que vem é o Shopping Vila Velha, no Espírito Santo. Com aportes de US$ 260 milhões, o mall terá 62.860 metros quadrados de área bruta locável (destinada à instalação das lojas). “A área de influência do shopping abrange 424,6 mil pessoas, todas elas em Vila Velha. Essa massa tem uma renda anual de R$ 5,9 bilhões, sendo que a influências das classes A e B é forte nesta renda. Cálculos mostram que destes R$ 5,9 bilhões, R$ 2 bilhões são de potencial de consumo, dos quais R$ 1,2 bilhão fica em Vila Velha e os outros R$ 800 milhões vão para outras cidades. Não temos dúvidas de que economia de Vila Velha suporta a construção de mais um shopping”, disse o diretor da Littig Investimentos, Fábio Littig.

O executivo espera m fluxo mensal de 1,5 milhão de clientes. “Estamos num ponto central da cidade. No entorno há bairros de classe A e B, e também classe C. Estamos a 15 minutos de mais de 400 mil pessoas”, diz Littig.

Em 2014, o primeiro ano completo de funcionamento do empreendimento, são esperados R$ 568 milhões em compras. O cálculo é da empresa Gismarket, especialista em estudos de mercado varejista. E para atuar neste mall, o grupo norte-americano Walmart já garantiu 8 mil metros quadrados para a operação de um hipermercado, unidade que será a terceira maior da empresa no Espírito Santo. Além da supermercadista, o shopping também receberá nomes como C&A e Decathlon, além de Riachuelo, Lojas Americanas, Marisa, Renner, Polishop, Kalunga, Le Biscuit, e Cinemark, entre outras.

Com previsão de ser entregue em setembro de 2013, o Shopping Cidade Sorocaba anunciou no último mês que fará expansão das instalações, antes mesmo do lançamento. A AD Shopping, administradora do empreendimento, afirma que investirá mais R$ 60 milhões na construção de um complexo multiúso integrado com opções de lazer, com novas lojas e com um hotel. A obra, ao todo, custará US$ 150 milhões.


Alvenaria de elevação

Aprenda hoje sobre alvenaria de elevação, esse é o episódio #11 da série sobre construção de casas. No artigo e no vídeo veja muita informação de qualidade sobre: alvenaria de elevação, assentamento dos blocos, modulação, construção dos pilaretes, cuidados especiais, aberturas e reforços laterais, vergas e contra-vergas. Confira os vídeos:Alvenaria de elevação (parte 1)
Alvenaria de elevação (parte 2)

Alvenaria de elevação

Pra se fazer uma boa parede de blocos de vedação, existe algumas recomendações muito importantes. O segredo é caprichar no alinhamento: os blocos devem ser alinhados, nivelados e plumados. Mas você deve usar blocos de boa qualidade, que atendam as normas técnicas brasileiras. A primeira fiada é muito importante porque vai marcar a posição correta da parede. Os pedreiros costumam chamas essa primeira fiada de destaque ou marcação. Primeiro deve-se usar a tabeira para esticar as linhas de marcação das paredes. Assim você vai ter uma guia para garantir o alinhamento dos blocos.
Assentamento dos blocos

Para o assentamento dos blocos das duas primeiras fiadas, você deve usar uma argamassa de cimento 1:4(1 parte de cimento para 4 de areia) com um aditivo impermeabilizante. Nas outras fiadas, você deve usar uma argamassa de cimento de 1:1/2:6(1 parte de cimento, ½ parte de cal, e 6 de areia). Nesse caso é melhor você usar uma argamassa de assentamento preparada industrialmente, que já vem misturada e com aditivo. Ela pode ser aplicada com uma colher de pedreiro ou com uma bisnaga, assim evita desperdício. Comece pelos cantos, coloque a argamassa e o bloco, e não se esqueça de nivelar para evitar que uma parte do bloco fique mais alta que a outra. O ideal, é fazer uma junta uniforme de argamassa com 1 cm de espessura. Se você escolher a argamassa pronta, você vai ter a vantagem de usar só a metade dessa espessura, que é de ½ cm. Então se o bloco tiver 19 cm de altura, e você colocar mais meio cm de argamassa, cada fiada vai ficar com 19.5 cm de altura. E para facilitar, você pode marcar no escantilhão a altura certa de onde começa cada fiada. Escantilhão é uma régua usada na posição vertical onde se marca a altura de cada fiada. As fiadas devem ser acertadas num sistema chamado “amarração”. As juntas verticais ficam interrompidas de uma fiada pra outra. Se você iniciou a primeira fiada com bloco inteiro, na próxima você começa com meio bloco. Assim as juntas verticais vão ficar sempre no meio dos blocos da fiada de baixo. Os blocos ficarão intercalados e as paredes mais resistentes. Mas não se esqueça de alinhar e nivelar cada bloco. Nos cantos é bom colocar sempre uma fiada a mais pra poder puxar as linhas que vão servir de guia pra fiada. Pra evitar que no final da fiada sobre um espaço que não caiba nem um bloco inteiro e nem um meio bloco, o projeto da casa deve ter paredes com comprimento múltiplo de 20 cm, assim você pode usar o meio bloco se precisar. Mas se não for possível, tem que cortar o bloco. Existe uma máquina especial pra se cortar blocos, mas tem que se usar com cuidado.Construção dos Pilaretes

No lugar onde ficaram as barras para fora do baldrame, você deve encaixar os blocos da fiada de destaque ou marcação. Você deve colocar a armadura e ir completando todas as fiadas. Essa armadura deve ser amarrada a cada 20 cm e deverá ter um comprimento de 40 cm acima da laje pra ficar de espera no andar de cima. Em seguida, encha o vão com um concreto bem mole. A maneira mais simples pra obter o concreto mole é comprá-lo já preparado e ensacado. Ele é vendido nas lojas de material de construção com o nome de grout, e as instruções de uso vem na embalagem. Encha o vão com o grout e a cada 4 fiadas pare um pouco e soque bem oconcreto no buraco. Quem não quiser comprar o concreto pronto, pode preparar o concreto na obra com 1 saco de cimento, 4 latas de areia, 5 latas de pedrisco e 1 lata e meia de água. Essas latas são aquelas de 18 litros. E você deve colocar também um aditivo plastificante. É ele que faz o concreto ficar mole e penetrar com facilidade nos furos dos blocos.
Cuidados especiais

Cuidado pra não deixar cair a argamassa no chão. A parte que sair do bloco deve ser recolhida e colocada na caixa. Se cair, não aproveite, porque vai misturar com terra e sujeira, prejudicando a qualidade do serviço. Outra coisa importante: não tente corrigir o bloco depois que a argamassa começar a endurecer, porque senão pode aparecer trinca nas juntas. Caso o bloco não tenha ficado assentado, retire o bloco e faça o assentamento de novo. Se você já fez o assentamento de cima, você e não pode mexer na fiada de baixo. Por isso é importante que quando você for começar uma próxima fiada, você verifique o alinhamento e o nível. É bom colocar o impermeabilizante na argamassa das duas primeiras camadas, pra proteger da umidade da chuva e dos respingos da água no chão.
Aberturas e reforços laterais

É importante definir as medidas de portas e janelas, para deixar as aberturas certas nas paredes. No caso de blocos de vedação, é bom escolher portas com tamanhos múltiplos de 20 cm. Além da largura da porta você tem que somar também mais 8 cm para por as batentes laterais e o revestimento. Na altura, é melhor deixar mais 10 cm para por o batente superior e o revestimento do piso. Como exemplo se você usar uma porta de 92 cm de largura por 210 cm de altura, você deverá deixar uma abertura de 100 cm de largura por 220 cm de altura. Além da abertura na alvenaria, é muito importante também construir alguns reforços nas paredes antes de instalar portas e janelas. No caso das portas, é preciso construir uma viga no alto para que o peso da parede não deforme o batente. Para fazer a viga do batente, chamada de verga, pode ser feita com blocos canaleta. Ao invés de fazer a fiada com bloco normal, você usa esse bloco canaleta e faz uma fiada com o tamanho da abertura da porta, mais meio bloco de cada lado. Aí você coloca duas barras de aço no fundo e depois enche de concreto. Para segurar o vão no alto, você deve fazer um escoramento com uma tábua apoiada num pontalete.
Vergas e contra-vergas

Na parte de baixo da janela deve ser feito uma contra-verga. E na parte de cima da janela umaverga. As duas são construídas da mesma forma. A verga é feita em cima do vão das janelas e portas, e a contra-verga embaixo do vão, para evitar o aparecimento de trincas. Se quiser colocar a janela a 1 m de altura em relação ao contrapiso, ou seja, 95 cm em relação ao piso acabado, você deve faze a viga peitoril na 5ª fiada. Depois de concretada a viga peitoril, é só seguir normalmente as fiadas acertando as laterais com meio bloco até a altura que tiver que fazer a verga no alto da janela. Os reforços laterais nas portas e janelas são feitos por dois motivos: evitar trincas e também para facilitar a fixação, pois com o reforço você poderá furar, colocar buxas e parafusar os batentes. Eles são feitos da mesma forma que os pilaretes. Pode-se comprar o conjunto de peitoris, vergas, reforços laterais prontos. Eles vêm em forma de pré-moldados de concreto, esses conjuntos são chamados de contramarcos, e podem ser colocados diretamente nas aberturas das paredes.

Construção vai crescer 4% em 2013, afirma economista da FGV

Marcelo Scandaroli
O setor da construção deve crescer 4% no próximo ano, de acordo com a coordenadora de construção

civil da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ana Maria Castelo. A análise foi apresentada durante a Reunião de Conjuntura da Diretoria do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), na última quarta-feira (3).



Em relação à economia brasileira no geral, Ana Maria Castelo acredita que o crescimento em 2013 será entre 3,5% e 4%. "A mudança da taxa de juros foi muito importante e a perspectiva é que ela se mantenha baixa. O governo sinaliza que quer manter investimentos, e se espera que a indústria, depois de cair 2% em 2012, se recupere em 2013", afirma a economista. O Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer mais de 3% no próximo ano.

De acordo com Ana Maria, o Governo Federal está utilizando as parcerias e concessões à iniciativa privada para realizar investimentos em infraestrutura. Porém, ela afirma que a taxa de investimento da economia precisa ser maior que 22% para que o crescimento seja sustentável.

A economista também recomendou medidas como a redução pontual em tributos e a redução dos encargos previdenciários. Segundo ela, o setor da construção contribui 3,9% de seu faturamento para a Previdência Social - número que poderia ser menor em sua visão.

Entulho que abre caminhos


Restos de material de construção civil são usados para revestir estradas rurais no estado de São Paulo, proporcionando transporte seguro e benefícios ao meio ambiente

Texto: Thaís Ferreira
Fotos: Fernanda Bernardino



Até o final de 2009, mais de 14 quilômetros de estradas rurais em SP devem ser recuperados com um material feito com resíduos da construção civil

Uma estrada rural pode ser bem mais nobre do que você imagina. Isso porque, em alguns municípios do estado de São Paulo, os caminhos de terra estão sendo recuperados com um material reciclado vindo de entulhos de obras. Velhas estradas esburacadas ganham um novo revestimento, também de terra, porém regular, que reaproveita o que normalmente apenas faria volume nos aterros sanitários e lixões. O agregado reciclado misto, ou pela abreviação ARM, é um resíduo da construção civil processado em usinas de reciclagem. O lixo passa por uma triagem que retira plástico, metal, vidro e madeira encontrados nele. O que é pedra, cimento, argamassa e lajotas é fragmentado em pequenos pedaços, como cascalho, e misturado à terra comum para então ser aplicado nas obras viárias.

Quem está promovendo esse tipo de pavimentação é o Projeto Melhor Caminho, realizado através da parceria entre prefeituras e a Codasp – Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo -, ligada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. "O objetivo é restaurar e conservar estradas rurais não pavimentadas contra processos erosivos, principalmente resultantes da ação das chuvas, deixando-as mais seguras e com mais fácil escoamento de produtos agrícolas, o que favorece o produtor rural", afirma Alcioneu Lucchino, engenheiro da Codasp responsável pelas obras do Melhor Caminho.


Porto Ferreira foi a mais recente cidade a receber sua estrada restaurada pelo Melhor Caminho, no final de outubro. A PRT-010, também conhecida como estrada para a Fazenda do Rio Corrente, fica numa região de transporte pesado, próxima a fazendas de cana-de-açúcar e laranja, e se conecta com a rodovia Anhanguera, por onde os produtos são escoados para todo o estado. Dos 7,35 quilômetros revestidos, um quilômetro recebeu o agregado reciclado misto. Até outubro deste ano, já foram revestidos 8,19 quilômetros com o material e são previstos mais 14,38 quilômetros até o fim de 2009, em doze municípios.

Terra comum (à esq.) é misturada ao entulho reciclado (à dir.), formado por pedra, cimento, argamassa e lajotas, para o revestimento das estradas

Benefícios do Programa Melhor Caminho

Em 12 anos de existência, o Melhor Caminho recuperou 8,5 mil quilômetros de estradas rurais no estado e em 2009, entrou numa nova fase: fazer esse trabalho de forma mais responsável com o meio ambiente. Para isso, passou a substituir a pedra britada e o cascalho pelo material reciclado em alguns trechos. O primeiro município que teve sua estrada ecológica foi Piracicaba em maio, seguido de Descalvado e agora Porto Ferreira. Sorocaba está em obras.

As duas grandes vantagens do reaproveitamento do entulho nas estradas são a economia e a ecologia. Segundo Lucchino, o cascalho ou a pedra britada usados nesse tipo de obra são tirados de jazidas minerais, e muitas vezes essa exploração não tem licenciamento ambiental ou é feita de forma insustentável. O uso do material reciclado, além de preservar essas jazidas, diminui o volume de lixo produzido nas cidades e que é encaminhado a lixões e aterros irregularmente. Uma resolução de 2002 do Conama - Conselho Nacional do Meio Ambiente - prevê que os municípios façam um plano de gerenciamento, transporte e armazenamento dos resíduos das obras locais e proíbe a destinação a aterros sanitários. A pouca fiscalização, porém, faz com que essa lei não seja seguida a rigor.




"O uso do material reciclado diminui o volume de lixo produzido nas cidades", afirma o engenheiro Lucchino
Segundo o projeto Prohab - Progresso e Habitação de São Carlos - que possui uma usina de reciclagem de entulho, o custo para um município destinar o lixo de construção civil para a reciclagem é 25% do valor que ele gastaria para depositá-lo irregularmente em lixões e aterros. A usina, localizada na própria cidade de São Carlos, foi responsável por parte do material envidado para as obras em Porto Ferreira.

O agregado reciclado misto processado na usina Prohab foi comprado pelo Melhor Caminho por R$25 o metro cúbico, enquanto a pedra britada usada no restante da obra custou R$ 49,50 por metro cúbico. Segundo Edinho Araújo, presidente da Codasp, se o entulho fosse processado na mesma cidade em que as obras são realizadas, o valor seria ainda menor, devido à diminuição do custo de transporte. “A Codasp está trabalhando para conscientizar as prefeituras do estado sobre a importância de elas terem suas próprias usinas para o processamento do entulho”, diz.

O uso do material reciclado nas obras ainda está em fase de testes, mas segundo Lucchino, os resultados têm sido positivos. “A estrada com o revestimento reciclado tem a mesma durabilidade que a de pedra britada, mas temos pouco material disponível”, afirma. Ele diz que se mais usinas fizessem a reciclagem, mais quilômetros de estradas poderiam ser revestidos.

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São indicados principalmente para obras como: Grandes vãos - Terraplanagem - Estações de Compressão - Trechos - Consórcios, porque impossibilitam a paralização dos trabalhos por condições climáticas, além de ser ideal para a circulação de grandes veículos e possuir segurança no trabalho para os funcionários.


Especificações Técnicas:

- Galpões confeccionados em tecido de poliéster, revestido de PVC impermeável, antifungos, antimofo, auto extinguível, retardamento de chamas e bloqueador de raios ultravioleta;
- Sistema de ventilação elétrica, que proporciona aeração constante (a cada 15 minutos);
- Ventilador com motor diesel para a falta de energia elétrica, e eclusa (acesso a parte interna) para passagem de empilhadeira, medindo 3,0m de altura, 3,50m largura e 5,50m de comprimento. Acompanha o motor elétrico e diesel partida automática, para que, quando houver falta de energia, entre em funcionamento o motor diesel;
- Vão interno totalmente livre;

Instalação:
Não é necessário fundação, apenas um ponto de energia elétrica trifásica, próximo ao local de instalação;
- O piso deve ser nivelado, para ser fixado em: asfalto, concreto, bloquete ou terra batida;
- A área para montagem da cobertura deverá estar nivelada e compactada, sem irregularidades.

Diferenciais:
- Possuímos equipe própria de montagem, treinada conforme norma de segurança NR18;
- Manutenção em até 72hs durante o período de locação.

O que é modulação de projetos?


   Modulação é quando as medidas do projeto arquitetônico são adaptadas para as dimensões dos materiais que vão ser utilizados na edificação (blocos, azulejos, aberturas, pisos, etc.).

     Por exemplo, se uma parede vai ser revestida com um azulejo de 30x60 cm com junta de 2mm e a parede tem dimensões proporcionais ao azulejo utilizado, não será necessário cortar pedaços de azulejo para revestir a parede.

Parede modulada para a dimensão do azulejo

     Se este estudo não for feito na fase de projeto, será necessário cortar pedaços de azulejo para complementar as medidas da parede e revestí-la.


Parede não modulada para a dimensão do azulejo

Por que a modulação é importante?

     A modulação á importante porque estes pedaços de azulejo cortados dificilmente serão reaproveitados em outra parede e provavelmente irão para o lixoE isto acontece não só com o azulejo, mas também com tijolos, blocos, pisos de madeira e todos os outros materiais usados na construção de uma edificação.

fonte: google

     Por este motivo, na maioria das cidades brasileiras, a construção civil é um dos setores da economia que gera maior volume de lixo. No entanto, impacto da modulação de projetos não é só ambiental. Para enviar  o lixo da construção civil para aterros (que são especiais para este tipo de material) é necessário pagar o transporte e a disposição deste material, o que pode ter um custo significativo para a construção. Normalmente este custo não é considerado no orçamento da edificação.

Modulação com blocos de concreto

     Quando usamos blocos de concreto estruturais, devemos modular o projeto para evitar a necessidade de cortar blocos para fechar as medidas do projeto.
    Por isso os blocos de concreto são agrupados por famílias. Cada família corresponde a uma dimensão modular, ou seja, ao tamanho do módulo em que a edificação vai ser projetada. Todas as dimensões do projetos devem ser múltiplas da dimensão modular da família de blocos escolhida.
     A figura abaixo mostra a dimensão modular de 3 famílias de blocos, a família 39 (dimensão modular = 20 cm), familia 29 (dimensão modular = 15 cm) e a família 36,5 (dimensão modular = 36,5 cm). Cada família tem algumas peculiaridades, e falaremos sobre isto em um post específico.




     Segue abaixo um exemplo de como fica um projeto modulado para o uso de blocos de concreto: