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17 de jul de 2014

Casas sustentáveis caem no gosto do brasileiro

Segundo pesquisa, consumidores pagariam mais caro por imóveis com tecnologias que economizam recursos naturais



Os consumidores estão cada vez mais preocupados com a utilização eficiente de água e energia em suas casas. É o que aponta uma pesquisa do Instituto Sensus, encomendada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que avaliou as “inovações tecnológicas” preferidas pelas pessoas na hora de adquirir imóveis. Segundo o estudo, a “economia”, com 30,2%, foi o critério mais citado espontaneamente pelos entrevistados.



A mesma lógica se repetiu nas perguntas induzidas, nas quais a racionalização de energia foi considerada a inovação mais importante por 21,4% das pessoas e a otimização do consumo de água foi mencionada em 12,1% dos casos. A pesquisa apontou, ainda, que quem procura um imóvel está disposto a pagar mais caro por ele se houver inovações tecnológicas. Entre famílias com renda de até cinco salários mínimos, 39,1% afirmaram que aceitariam o custo extra. Já os que ganham mais de 20 salários, o percentual chega a 61,4%.
As informações da pesquisa podem motivar empresas da construção civil a investirem em sustentabilidade, uma tendência que vem ganhando força no Brasil desde 2004, quando foi revisada a norma ISO 14001, que possibilita certificar sistemas de gestão ambiental nas empresas.



De acordo com a diretora da SAS Certificadora, Adriana Assis, obter uma certificação ISO 14001, custa cerca de R$ 5 mil, e varia de acordo com o tipo de atividade e o tamanho da empresa. Segundo ela, ao adquirir um imóvel de uma empresa certificada, o cliente tem a garantia de que durante a obra foram monitorados os aspectos que tenham ou possam ter impactos negativos sobre o meio ambiente. Além disso, a certificação atesta que foram levadas em conta, no projeto do empreendimento, tecnologias que procuram reduzir gastos de recursos naturais durante a vida útil do bem adquirido. “Os imóveis certificados não só contribuem para reduzir danos ambientais, como proporcionam, aos futuros moradores, uma redução de custos com água e energia”, garante Adriana.



Origem:
http://www.brasilengenharia.com/portal/noticias/noticias-da-engenharia/9416-casas-sustentaveis-caem-no-gosto-do-brasileiro