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1 de fev de 2013

Esgoto – Dimensões das fossas


Numero de PessoasRetangularesCircularesCapacidade litros
Comprimento X Largura X AlturaDiametro X Altura
Até 072,0 m X 0,9 m X 1,5 m1,35 x 1,502.160
Até 102,3 m X 0,9 m X 1,5 m1,45 x 1,502.480
Até 142,5 m X 0,9 m X 1,5 m1,52 x 1,502.700
Até 212,7 m X 1,2 m X 1,5 m1,62 x 1,903.890
Até 243,2 m X 1,2 m X 1,5 m1,70 x 2,004.600

Fossas Sépticas Feitas no Local/Formato Retangular

Formas de instalar:
Sua construção começa pela escavação no local do terreno onde a fossa deverá ser instalada.
O fundo do buraco deverá ser compactado, nivelado e coberto com uma camada de cinco centímetros de concreto magro.
Em seguida, uma laje de concreto armado de 7cm de espessura deverá ser providenciada.
As paredes podem ser feitas com blocos de concreto de 15cm ou de 20cm de largura e as paredes internas da fossa devem ser revestidas com argamassas à base de cimento.
As paredes internas das câmaras (chicanas), bem como a tampa da fossa, são feitas com placas pré-moldadas de concreto.
Para a separação das câmaras são necessárias cinco placas: duas de entrada e três de saída.
Essas placas têm 4cm de espessura e a armadura em forma de tela.
A tampa é subdividida em duas ou mais placas (com 5cm de espessura e armadura também feita em forma de tela).
O número de subdivisões dependerá do tamanho da fossa, já que o objetivo é facilitar a execução e até sua remoção, em caso de necessidade.
A concretagem das placas deve ser feita sobre uma superfície bem lisa, revestida de papel, para evitar a aderência do concreto ao piso onde é feita a concretagem, uma vez que as fôrmas não têm fundo.
Durante a execução da alvenaria, já devem ser colocados os tubos de limpeza (esgotamento), de entrada e de saída da fossa e deixadas ranhuras para encaixe das placas de separação das câmaras.
Uma maneira fácil e econômica de construir esse tipo de fossa é usar blocos de concreto e placas pré-moldadas de concreto.

Calhas – Telhado um coletor de águas de chuva!


Calhas – Telhado um coletor de águas de chuva!

O aproveitamento das águas de chuvas!

O manejo das águas pluviais, historicamente representado por galerias pluviais, canais e áreas de retenção (hoje: piscinões), vem nas últimas duas décadas recebendo em muitos países do mundo a complementação por medidas como captação direta dos telhados, retenção temporária, aproveitamento e reinjeção no subsolo da chuva.
A idéia é de captar água de chuva antes que chegue no solo, onde normalmente se contamina e fica imprópria para uso.
As águas pluviais assim captadas servem, após o tratamento adequado, para muitos usos não potáveis.

Por que usar calhas ?
O uso de calhas previne ou evita os seguintes fatores:

. Umidade nas paredes junto ao chão, o que provoca rápida decomposição da pintura e do material que é feito a casa, formando uma faixa de tonalidade      diferente na parede da edificação;
. Apodrecimento dos beirados das construções;
. Danificação dos jardins ou calçadas, formando buracos onde caem os pingos do telhado
. Coleta das águas da chuva e armazenamento da mesmas em cisternas para sua reutilização como água de serviço, ou dependendo do tratamento que a água sofrer após a sua coleta, até mesmo para banho.

Se você pretende instalar um sistema para captar água da chuva!
Quer instalar um sistema para captar água da chuva? Existe uma continha que demonstra se vale a pena o investimento:

Precipitação média da região x área do telhado x 0,85 (fator de perda) = volume disponível por ano.
Numa casa de 4 pessoas, o ideal é que essa conta dê 120 mil litros (média de 10 mil litros por mês).
Para captar um volume razoável de água da chuva, a medida mínima do telhado é 100 m².

O coletor

Um telhado é um coletor de águas (chuva), e essas águas precisam ser escoadas sem empoçar nossa porta ou varanda… as calhas servem para recolher a água da chuva e conduzi-las para onde queremos.
As calhas protegem sua casa ou empresa de sérios danos provocados pela água. Não apenas de eventuais alagamentos causados por fortes chuvas, mas principalmente prevenindo as fundações de rachaduras e corrosões.
Elas evitam que as aguas vindas do telhado pinguem no chão e respinguem nas paredes externas. Muitos dos danos estruturais de casas e prédios são resultado direto da ação da água e da ausência de calhas.
Calhas não devem ser acanhadas ou ter pouca queda ….. cada pedaço (no caso de uma calha comprida) tem um cano condutor que leva a água até o nível do solo.
As melhores calhas são feitas em plástico – cobre – zinco, mas podem também ser de concreto – cimento, amianto e alvenaria.

Elementos de captação de água

Os elementos de captação de águas pluviais de coberturas compõem o sistema de coleta e condução das águas que vai desde o telhado propriamente dito até ao sistema público de destinação dessas águas (drenagem superficial e subterrânea da via pública).
Em geral os elementos de captação e condução são executados em chapas de ferro galvanizado, mas podem ser de PVC rígido, fibrocimento ou concreto armado impermeabilizado.
A colocação e fixação dos elementos de captação de água devem ocorrer pouco antes do arremate final do telhado e o engenheiro deve verificar os seguintes pontos antes de liberar a continuidade dos trabalhos, pois é prudente evitar retorno de operários sobre a cobertura para fazer reparos para não causar danos às telhas e acessórios e com isso provocar infiltrações e goteiras:
a)    conferir as emendas (soldas e rebites);
b)    verificar se o recobrimento mínimo é respeitado (8 cm em telhados comuns);
c)    fazer um teste de vazamento e caimento (ver se água fica parada em pontos da calha);
d)    ver se existem juntas de dilatação em calhas com mais de 20 m;
e)    verificar os pontos de impermeabilização.

Nível de reservatórios é baixo, apesar das chuvas



hidrelétrica
Mesmo tendo aumentado de intensidade nas últimas duas semanas, as chuvas de janeiro ficaram abaixo do previsto pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e ainda não foram suficientes para recuperar o nível de armazenamento dos reservatórios, o que mantém incertezas para o restante do "período úmido".
Até o dia 30, ficaram em 80% e 31%, respectivamente. A média histórica contempla o registro dos últimos 82 anos e essas regiões têm as duas maiores capacidades de armazenamento do país, funcionando como uma espécie de caixa d'água para o sistema elétrico.
Para especialistas do setor, a frustração de janeiro não aumenta o risco de racionamento de energia, por enquanto. Mas joga pressão adicional para os próximos meses e inviabiliza o desligamento de usinas térmicas. Com isso, o problema é que a geração de eletricidade mais cara para economizar água nos reservatórios pode elevar os reajustes das contas de luz, principalmente em 2014

"Em janeiro, houve uma recuperação dos reservatórios, mas não em patamar suficiente", diz o meteorologista Alexandre Nascimento, da Climatempo. Para chegar a uma situação "minimamente confortável" no fim do período chuvoso, ele acredita que seria preciso acumular de 1.000 a 1.200 milímetros de água entre janeiro e março, no Sudeste. Estimativas atualizadas, no entanto, apontam para algo entre 700 e 800 milímetros. "Não é um volume que foge da normalidade. O problema é o ponto de partida muito ruim, o que dificulta o enchimento dos reservatórios. Saímos de um dezembro péssimo."
No Nordeste, o nível dos reservatórios subiu de 32,2% no dia 1º para 32,6% no dia 30 de janeiro, o que representa o menor ganho para o mês pelo menos desde 2001. Em 2007, as chuvas também estavam muito fracas e os lagos da região aumentaram apenas 2,3 pontos percentuais. Há um ano, a folga era muito maior: o armazenamento atingia 71,7%.
No Sudeste-Centro-Oeste, os reservatórios ganharam 8,2 pontos percentuais em janeiro e estavam prestes a terminar o mês com 37% da capacidade. Há um ano, tinham 76,2% do total. "Até o começo de janeiro, a situação das chuvas estava muito ruim. A partir da segunda semana do mês, começamos a contar com sinais mais positivos", afirma Paulo Toledo, sócio-diretor da Ecom Energia.
Embora os reservatórios tenham registrado uma ligeira recuperação, Toledo ressalta que não foram atingidos níveis confortáveis. "É fato que os reservatórios ainda estão muito depreciados", observa. Para ele, a percepção no setor é de que o governo ficou mais cauteloso, a fim de garantir o abastecimento, não só em 2013, mas principalmente em 2014.
O ONS tem mantido as térmicas acionadas a plena carga durante o período chuvoso, o que é raro, e as chuvas ainda abaixo da média histórica inviabilizam o desligamento delas nas próximas semanas. "Isso se explica pelo cuidado de não termos que passar pelo mesmo sufoco no próximo verão", diz Toledo.
Além de lidar com o desafio prático relacionado à falta de chuvas, ainda há outras fatores que impõem pressões sobre o governo. No entendimento dos especialistas, o governo não quer ver o tema risco de racionamento retornar ao centro do debate nacional em 2014, ano de Copa do Mundo e eleições presidenciais.
O gerente da consultoria Andrade & Canellas, Ricardo Savoia, considera que o uso das térmicas ao longo do ano é a única alternativa, além das chuvas, para garantir a recuperação do nível dos reservatórios. Ele acredita que, por essa razão, o consumidor deverá sentir uma alta nas contas de luz, além do aumento de 5% a 6%, previsto nas projeções dos índices de inflação. Isso ocorrerá, segundo ele, justamente em razão do impacto dos encargos, que são acrescidos pelo custo elevado das térmicas. "Hoje, o Brasil tem demanda crescente por energia, maior inclusive que as taxas do PIB. Em 2012, isso pode ser observado em todos os segmentos, na residência, no comércio e na indústria", disse Savoia.
Para o meteorologista da Climatempo, a atenção deverá se voltar mais à escassez de chuvas na região Sul, onde houve grande acúmulo de água nos primeiros dez dias de janeiro e depois um período de estiagem.
"É como se a torneira tivesse fechado abruptamente no Sul. Desde o dia 13, por exemplo, Itaipu registra a menor vazão para esse período desde 1988", diz Nascimento. Os reservatórios da região estão com o nível mais baixo de armazenamento dos últimos 12 anos. No restante do país, não há nenhum fenômeno climático importante em curso para permitir prever uma extensão do período chuvoso, que normalmente termina no fim de abril, afirma.


R$ 35,5 bilhões para obras de saneamento, pavimentação e mobilidade urbana


obras de saneamento basico

A presidente Dilma Rousseff anunciou cerca de R$ 66,8 bilhões em recursos durante a abertura do 2º Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas. "Vocês terão em torno de R$ 66,8 bilhões de recursos novos para investimentos em diferentes áreas", afirmou acompanhada do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro e demais ministros de estado.
Destes novos recursos, a presidente garantiu R$ 35,5 bilhões para as obras de saneamento, pavimentação e mobilidade urbana selecionadas no final de 2012. Segundo Dilma, os municípios selecionados serão divulgados a partir de fevereiro. Após a seleção, os recursos serão liberados para a execução das obras.
obras de mobilidade urbana

No encontro para mais de cinco mil prefeitos, a presidente discursou também sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), confirmando a entrega de mais de um milhão de chaves da casa própria e contratos de mais de 1,3 milhão de moradias até janeiro. Dilma destacou também que, até o próximo ano, serão contratadas mais de 1,1 milhão de moradias e uma nova seleção ocorrerá para municípios com menos de 50 mil habitantes em que foi destinado 135 mil moradias.

Além disso, 800 mil unidades estão destinadas para a população que recebe até R$ 1,6 mil, faixa I do programa. Para que isto seja possível, foram destinados R$3,6 bilhões. "O Minha Casa, Minha Vida avançará mais rápido nos municípios pequenos, médios e grandes se os prefeitos ajudarem com tarefas fundamentais", observou a presidente.
De acordo com o Ministério das Cidades, também foi anunciada a nova seleção de Pavimentação de Vias Urbanas que conta com R$ 5 bilhões e para a área de saneamento R$ 12 bilhões, sendo R$2 bilhões deste montante para pequenos municípios, principalmente com menos de 50 mil habitantes.
"O Governo Federal é um parceiro comprometido e construiremos um novo patamar de relações federativas. Estamos dispostos a criar uma relação respeitosa, produtiva e fraterna com estados e municípios", disse Dilma.


Alvenaria de vedação racionalizada com blocos de concreto


grandes empresas estão descobrindo o bloco de concreto

Elementos mais empregados no processo construtivo brasileiro, as paredes de alvenaria respondem por expressiva parcela do desempenho do edifício, uma vez que predominam na envoltória exterior. Por sua vez, os blocos ocupam cerca de 90% do volume da alvenaria, sendo em última instância os principais responsáveis pela resistência mecânica, vida útil, durabilidade e isolamento termoacústico das paredes. Em especial, os blocos de concreto, quando produzidos em instalações industriais adequadas e atendendo as especificações da normalização técnica, buscam garantir os requisitos de desempenho que promoverão a habitabilidade, a segurança e a sustentabilidade exigidas pelas edificações. Associados à racionalização das vedações verticais, podem ser um elemento diferencial na estratégia das empresas, constituindo-se numa vantagem para se alcançar o sucesso. 
sistema construtivo bloco de concreto

Casos recentes de implantação da tecnologia construtiva da alvenaria de vedação racionalizada tem despertado o interesse no uso dos blocos de concreto pelas empresas construtoras, notadamente em função dos resultados obtidos (perdas média de 2%, consumo de argamassa de assentamento entre 15 e 18Kg/m2), quando comparados com a tradicional alvenaria de vedação com tijolos cerâmicos (perdas média de 17% e consumo de argamassa de assentamento entre 25 e 35Kg/m2).
rasinalizar usando bloco


Para se alcançar o êxito na implantação da tecnologia da alvenaria de vedação racionalizada, as seguintes ações são recomendadas: 
Ação 1 - seleção da obra e dos parceiros: definição de obra pela construtora, juntamente com os potenciais parceiros da iniciativa (projetista/ consultor de alvenaria e fornecedor do bloco de concreto). Essa ação tem origem no desejo da empresa construtora em atingir um patamar mais elevado de organização, aplicando as diretrizes de racionalização construtiva à alvenaria de vedação, respaldada pela necessidade de redução dos desperdícios, melhoria da qualidade e atendimento do desempenho (NBR 15575). 
A família de blocos a ser adotada deve permitir o melhor aproveitamento dos componentes para a modulação da alvenaria, como por exemplo: inteiro (09x19x39cm), meio bloco (09x19x19cm), compensadores de 09 (09x19x09cm) e 04 (09x19x04cm). 
Ação 2 - diagnóstico e planejamento das atividades: consiste na avaliação do grau de desenvolvimento tecnológico da empresa, definição das principais características da obra, bem como no estabelecimento de metas a serem alcançadas. 
Ação 3 – coordenação de projetos e desenvolvimento do projeto para produção da alvenaria racionalizada: o desenvolvimento do projeto para produção da alvenaria serve como elemento de compatibilização dos demais projetos (arquitetura, estrutura e instalações), cujas interfaces são discutidas e solucionadas durante as reuniões de coordenação. 
Ação 4 – Treinamento e monitoramento dos resultados: consiste na entrega e validação do projeto para produção da alvenaria, realização de reuniões de sensibilização (mestre e oficiais) e treinamento teórico-prático no canteiro; além da definição da metodologia de monitoramento dos indicadores de perdas de blocos e de argamassa. 
A metodologia de trabalho apresentada é baseada nas experiências recentes, cuja implantação trouxe para a empresa construtora os resultados desejados, estabelecendo um novo patamar de organização e qualidade da alvenaria; além de uma referência de implantação da tecnologia para as demais construtoras e fornecedores.
“Casos recentes de implantação da tecnologia construtiva da alvenaria de vedação racionalizada tem despertado o interesse no uso dos blocos de concreto pelas empresas construtoras, notadamente em função dos resultados obtidos”