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10 de ago de 2011

Pesquisa nacional apura desperdício em obras Escola de Engenharia participou de levantamento realizado em 12 estados brasileiros


Levantamento realizado pela UFMG e outras 15 universidades brasileiras em 12 estados confirma que os níveis de desperdício na construção civil continuam atingindo níveis preocupantes. Intitulado Alternativas para a Redução do Desperdício de Materiais nos Canteiros de Obras, o estudo foi feito em 69 canteiros de obras em todo o país, cinco deles em Belo Horizonte.
"Para se ter uma idéia, materiais como a argamassa chegam a apresentar 90% de perda", exemplifica o professor Antônio Neves de Carvalho, chefe do departamento de Engenharia de Materiais e da Construção Civil, da Escola de Escola de Engenharia, e coordenador dos trabalhos na UFMG. Os carros de entulho espalhados pela cidade retratam o grande volume de material jogado fora. "É importante registrar que o desperdício não é contabilizado somente pelo que vai no carro de entulho, mas por tudo o que excede o necessário", afirma Antônio de Carvalho. Dessa forma, os prejuízos podem resultar também da utilização de material mais caro do que as reais necessidades de determinada obra.
Causas
Uma das causas do desperdício nas construções está no próprio layout dos canteiros. A forma com que os materiais são dispostos obriga o pedreiro a fazer grandes deslocamentos, provocando perda substancial de tempo. Falhas nas construções também são comuns, confirmando um dos mais graves problemas da cons-trução brasileira: a mão-de-obra desqualificada. "Esse é o fator responsável pela falta de padronização das técnicas de construção", lamenta Antônio Neves de Carvalho.
O engenheiro brasileiro planeja pouco. Isto, segundo constatou a pesquisa, pode ser a principal causa do desperdício. Problemas que poderiam ser detectados na elaboração do projeto são percebidos somente no momento da execução da obra. Como os projetos são pouco detalhados, o trabalho acaba marcado pela improvisação.
O engenheiro Roberto Andrade, da Empa S.A. Serviços de Engenharia, acrescenta um fator a mais na análise das causas do desperdício. Ele observa que nos países desenvolvidos os engenheiros gastam seis meses na elaboração de um projeto cuja construção pode durar apenas 30 dias. "No Brasil acontece o contrário. Trinta dias para concluir o projeto e seis meses para executá-lo", compara Roberto Andrade.

Espírito Santo recebe Curso de Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto



Capacitação da cadeia produtiva para obras de qualidade foi destaque.
A Comunidade da Construção capixaba, em parceria com o Sinduscon-ES e com a Comissão de Materiais, Tecnologia, Produtividade e Qualidade (Comat-ES), realizou, no dia 03 de agosto (uarta-feira), o Curso de Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto e Racionalização Construtiva, em Vitória, ES. O curso, que já capacitou mais de 320 profissionais, reuniu 34 alunos, entre engenheiros e técnicos, com o objetivo de fornecer uma visão ampla e atualizada do processo construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto e qualificar a cadeia produtiva do setor para suprir a demanda de obras de qualidade.
De acordo com o engenheiro da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), Polian Mól, o curso é importante porque ajuda a prover a demanda de obras de qualidade e difundir sistemas construtivos à base de cimento.
“Técnicos e engenheiros têm acesso a palestras sobre projetos de construção e a como estes foram pensados e planejados. Há também visitas técnicas a obras, onde eles podem ver a execução do sistema. A próxima será na construtora Lorenge S.A., provavelmente, na semana que vem. Tudo isso é parte do trabalho de melhoria do sistema construtivo”, observa Polian.
No curso, o engenheiro e especialista em Gestão Empresarial Guilherme Coelho de Andrade abordou temas como “Gerenciamento e Administração de Obras”, “Gestão da Tecnologia e Arquitetura da Alvenaria Estrutural” e “Gestão e Coordenação de Projetos”, temas estratégicos para a aplicação do sistema. Conforme Andrade, “o curso é de interesse de toda a cadeia produtiva, desde fabricantes de blocos e argamassa a fabricantes de equipamentos.”
Perfil da ABCP - A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) é uma entidade sem fins lucrativos, mantida pela indústria brasileira do cimento, que há 75 anos promove estudos sobre o cimento e suas aplicações. Reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em pesquisas da construção, a ABCP também atua no desenvolvimento de tecnologias sobre o concreto e mantém uma equipe de profissionais graduados à disposição do mercado para treinamentos, consultoria e suporte a grandes obras da engenharia brasileira. Tudo isso para garantir a qualidade e as boas práticas do produto que representa. [www.abcp.org.br].

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