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24 de dez de 2011

As 10 estradas mais incríveis do mundo


Na escolha das 10 estradas mais surreais do mundo, foram levados em consideração beleza, dificuldade de construção e/ou dificuldade de se percorrer.
Muitas estradas são pouco movimentadas dado o grau de dificuldade para completá-las ou a distância dos grandes centros urbanos. Essas estradas realmente são impressionantes. veja a lista abaixo:

10. Autoestrada Overseas, Florida Keys (EUA)

Florida Keys é um arquipélago tropical de 1.700 ilhas que se encontram ao largo da costa da península da Flórida. A Florida Keys pode ser acessada pela famosa rodovia Overseas Highway (Estrada Sobre o Mar), que liga todas as ilhas do arquipélago entre si e com o continente. A maior porção de sua extensão fica sobre o mar e tem uma vista incrível.
A Overseas Highway é uma estrada 127,5 milhas (205,2 km) nos EUA levando a Rota 1 através de Florida Keys. Grandes partes dessa rodovia foram construídas na antiga da estrada de ferro, a extensão da Ferrovia da Flórida  da costa oeste. Concluído em 1912, esta ferrovia foi fortemente danificada e parcialmente destruída no  Furacão de 1935. Impossibilitada financeiramente de reconstruir os trechos danificados, a Ferrovia da Flórida vendeu o leito da estrada e as pontes restantes ao Estado da Flórida por  US$640,000, e assim, foi construída essa bela rodovia.

9. Iroha-Zaka, Japão

Esta rodovia sinuosa é composta de uma pista para subida e outra para descida, ambas com 48 curvas muito fechadas. Cada uma das curvas recebeu o nome de uma letra de um alfabeto antigo japonês (são 48 no total), começando com a letra i-ro-ha.
A estrada na época de sua construção era usada por monges budistas para peregrinação. As mulheres e os cavalos não eram autorizados a subir a encosta, por isso sua entrada era chamada Umagaeshi, o que significava Retorno do Cavalo.

8. Rodovia Atlântica, Noruega

A estrada foi escolhida como a construção norueguesa do século e como um dos trajetos do mundo por publicações especializadas. Com oito quilômetros de extensão, liga as cidades de Molde e Kristiansund. Com varias elevações, em alguns momentos dá a impressão de acabar no nada e é cercada por um cenário impressionante.
Na estação quente, poucos se lembram de que a construção da Atlantic Ocean Road foi uma verdadeira façanha.Durante os anos que antecederam sua inauguração, em 1989, a região foi atingida por 12 furacões.
Mais informações no post A Incrível Estrada do Atlântico

7.Van Zyl Pass, Namíbia

A Passagem Van Zyl, ou o DR3703, localizada na Namíbia, é um caminho clássico extremo e tem a reputação de ser uma das mais difíceis passagens na África. Não é exatamente uma estrada, apenas uma rota feita sobre a montanha pelos viajantes ao longo do tempo. A passagem escandalosamente íngreme proporciona uma descarga de adrenalina pura, e o caminho que leva até ela é de 10-15km de condução difíceis onde se tem que abrir caminho através das rochas, pedregulhos, areias movediças e ravinas. No final, a estrada desce para o antigo vale glacial chamado Vale Marienfluss, um dos pontos turísticos mais belos do planeta que aguarda apenas os bravos de coração.

6. Camino a Los Yungas (ou “estrada da morte”), Bolívia

O North Yungas Road (também conhecido como o El Camino de la Muerte, “Estrada da Morte”, em espanhol) é uma estrada de 43 milhas de ligação La Paz e Coroico, 35 quilômetros a nordeste de La Paz, na Bolívia. Famosa por seu extremo perigo, ela foi batizada como a estrada mais perigosa do mundo em 1995 pelo Inter-American Development Bank.
Yungas não tem grade de proteção. A largura da pista simples, declives extremos e falta de proteção apenas contribuem para sua fama; e a chuva e neblina, comuns na região, atrapalham a visibilidade dos motoristas. Com uma estatística de cerca de 300 mortes ao ano causadas por acidentes, hoje ela é pouco usada, mas é mui geralmente é procurada por quem anda em busca de aventuras.

5. Túnel Guoliang, China

O magnífico túnel- estrada nas montanhas Taihang foi construído por 13 moradores locais liderados por seu chefe, Shen Mingxin, e levou cerca de cinco anos para terminar. Muitos moradores perderam suas vidas em acidentes durante a construção do túnel, mas os outros continuaram sem trégua.
O túnel foi aberto ao tráfego em 1 de maio de 1977. O túnel de 1.200 metros desde a cerca de 5 metros de altura e 4 metros de largura. Ele está localizado na província de Henan de China. Apelidado como “a estrada que não tolera qualquer” erros, a maioria dos acidentes no túnel são primariamente causado pela negligência do viajante. No entanto, é um caminho extremamente cênico e é um destino-chave no mapa do turismo chinês.

4. Estada de Los Caracoles, Chile e Argentina

O caminho sinuoso que passa pela Cordilheira dos Andes não conta com grades de proteção. Com muitas curvas inclinadas, a estrada fica coberta de neve em grande parte do ano, o que a torna ainda mas desafiadora.
Transpondo o túnel internacional, a rodovia adentra o Chile por um desnível de 670m, num percurso sinuoso, movimentado e pouco sinalizado, de aproximadamente 30km através dos “caracoles”- outra considerável obra na qual a ousadia humana controla a geografia. A encosta da Cordilheira vista desse lado é mais abrupta, mais rochosa. A bonita estrada que sobe pela montanha através de exatas 365 curvas.

3. Estrada da Montanha Jebel Hafeet, Emirados Árabes Unidos

Com uma extensão de quase 12 km sobre uma montanha de 1.219 metros de altura, a estrada impressiona pela beleza do deserto. O caminho, que mistura retas para alta velocidade e boas curvas é um convite para quem gosta de dirigir. Ela termina em um local com apenas um estacionamento, um hotel e um palácio, que pertence ao governante do país.

2. Estada Stelvio, Itália

Localizada nos Alpes italianos, é a estrada pavimentada mais alta da Europa, com 2.757 metros acima do nível do mar. Tem 48 “zigue-zagues” inclinados entre as montanhas e desafia a habilidade do motorista em um cenário fantástico.
Embora possa não ser tão perigosa quanto as outras rotas, é certamente excitante. Os discos mais resistentes e mais espetaculares são do lado Prato. A passagem de montanha é uma das melhores rotas hairpin contínua do mundo.
A passagem de Stelvio retem uma importância para o esporte quando está aberta de junho a setembro. Faz as delícias de ciclistas e motociclistas.

1. Rodovia Lysebotn, Noruega

O Fiorde na Noruega tem muitas estradas que atraem os turistas. A mais notável delas é a Trollstigen que é uma série de estradas com vista deslumbrante para cachoeiras. A palavra Trollstigen significa Escada Troll.
Trollstigen faz parte da Rodovia Nacional 63, que liga as cidades de Andalsnes e Valldal no condado de Møre og Romsdal. A rodovia Trollstigen foi inaugurada em 31 de julho de 1936, pelo rei Haakon VII, após 8 anos de construção.
A estrada, embora não desprovido de normas de segurança, exige concentração e habilidade motriz para vencer. As vertiginosas ladeiras, intenso conjunto de grampos e ruas estreitas não deixam margem para erro. No entanto, quando você estiver no topo, a vista é simplesmente deslumbrante. O deslizamentos de rocha freqüentes na região resultaram em algumas atualizações para a estrada em 2005. No topo, há uma varanda com vista para a visualização da estrada e da cachoeira Stigfossen, uma cachoeira de 320 m de comprimento que desce a encosta da montanha.
A rodovia Trollstigen permanece aberta ao tráfego desde meados de maio até o início de outubro, quando as condições climáticas são favoráveis ao tráfego e fechada durante o outono e inverno.

Tecnologia ajuda construção civil a acelerar obras


As novidades nos canteiros de obras facilitam o trabalho e ajudam a manter o alto ritmo de construções. Em Londrina a meta para 2012 é crescer quase 5%.

origem
http://shavideos.com

14 de dez de 2011

Aprenda um pouco sobre os traços de massa na fabricação de blocos de concreto



fabrica de blocos de concreto blog usimak
CAPRICHE NA DOSAGEM.
Cada traço de concreto tem uma dosagem de matérias-primas e água diferente. E como vimos, ela deve respeitar as condições de produção da sua fábrica, buscando compacidade, resistência, durabilidade e acabamento excelentes. O importante é fazer a dosagem de uma forma segura, garantindo uma massa adequada às suas necessidades e com um custo competitivo.
fabrica de blocos de concreto blog usimak


Errando na dose.
Há dois caminhos para preparar a dosagem: fazer a olho ou fazer como se deve. Fazendo a olho, os riscos são muito grandes. É o que chamamos de  Dosagem Empírica, muito utilizada em produtos de pequeno porte. Você já percebeu que, agindo assim, seu concreto acaba saindo mais caro e o traço nunca se comporta da mesma forma? Ou seja, se você não criar uma referência, uma fórmula de dosagem, repetir as mesmas características do traço torna-se impossível. Mas os riscos da Dosagem Empírica não param por aí.


maquina para produção de blocos de concreto modelo bc2010 fabricada por Usimak


Confira.

  • A falta de controle da dosagem faz com que o concreto perca em resistência, acabamento e durabilidade.
  • Você perde a referência do traço. Amanhã coloca um pouco mais de água. Depois, cimento. Mais para frente, areia e pedra entram para compensar a dosagem. Enfim, em um curto espaço de tempo, você é capaz de responder qual era mesmo o traço inicial que utilizava?
  • Vários clientes só aceitam produtos fabricados de acordo com rígidas especificações. Já pensou se recusam um lote de produtos? Já pensou se esses mesmos produtos servem apenas para esse cliente específico? Você pode voltar com o lote para sua empresa e ter que dispensá-lo.
  • O cliente está cada vez mais exigente. Várias empresas tem um corpo técnico, ou terceirizam laboratórios de análises, para aprovar produtos semelhantes aos seus. Portanto, preparar-se para atende-las, para faturar mais, vale a pena. E começar por uma correta dosagem é um bom caminho.
Na dose certa.
As dosagens mudam de produto para produto e de empresa para empresa, conforme as condições de 

produção. Por isso, o trabalho do técnico é fundamental.

veja mais sobre traço para blocos aqui

fonte: www.sebrae.com.br e www.abcp.com.br

8 de dez de 2011

Profissionais aprendem as vantagens dos blocos


A Indústria de Artefatos de Concreto Nissei ofereceu aos pedreiros, construtores e empresários do ramo da construção civil, uma palestra sobre o sistema de blocos de concreto e sua utilização. A idéia foi realizar uma mostra de como ele pode ser utilizado na construção civil e suas vantagens em relação aos tijolos.

Segundo Fábio Caldas, gerente da indústria Nissei, o objetivo principal foi uma pequena demonstração das possibilidades de uso dos blocos. "Queremos divulgar os blocos de concreto entre os profissionais da construção civil, e assim leva-los a conhecer o sistema de construção. Com isso colaboramos para uma ampliação nos conhecimentos desses profissionais". A palestra foi realizada nas dependências da indústria, e de uma forma bem prática, já que os profissionais presentes tiveram contatos com modelos de muros de contenção, muros simples e paredes de casas, que foram previamente montados para que além de ouvir as explicações, os profissionais pudessem visualizar o que estava sendo explicado.

O construtor Mauricio de Souza, que trabalha na área de construção civil há 23 anos, disse que lida com blocos há mais de dez anos, que conheceu o sistema quando trabalhou em São Paulo, e que ele sempre recomenda o sistema para os seus clientes. "Os blocos permitem uma maior rapidez à obra, pode se dizer que há um ganho de uns trinta dias em relação aos tijolos, e para nós construtores, agilidade na obra é fundamental e para o proprietário, há um ganho de pelos menos 30% no que se refere à parte de infra-estrutura, sobrando assim mais dinheiro para o acabamento".

Após a palestra e vários momentos para tirar dúvidas, os participantes foram conduzidos até um canteiro de obras onde está sendo construída uma casa com o sistema de blocos. No canteiro houve mais repasse de informações. Carlos Roberto Merlin, mais conhecido como Carlão, que hoje trabalha na área de tintas mas já trabalhou muito com construção civil, explanou sua preferência pelos blocos. "Gosto muito do sistema de blocos, é prático, é muita vantagem trabalhar com ele já que ele permite uma maior agilidade na obra. Veja, para construir 80 metros de parede, você ganha 30 dias em relação ao tijolo".

Os profissionais tiveram a oportunidade de conhecer a indústria e o processo de fabricação dos blocos e ter informações de sua resistência. Os blocos de concreto são novidade para o comércio de Pinhão que atua na área da construção civil, mas já começa a ser aceito por comerciantes e consumidores. Marco Aurélio Silva, gerente da Unifort, disse que os blocos são uma tendência. "O mercado deve aderir porque os blocos de concreto são uma tendência, são ecologicamente corretos, as fontes para a fabricação dos tijolos de cerâmica são esgotáveis, portanto, precisam ser preservadas. È preciso buscar alternativas e os blocos vêm com tudo, e nós da Unifort sempre acompanhamos as tendências do mercado e, com certeza estaremos oferecendo o produto aqui em Pinhão, pois em Guarapuava já comercializamos os blocos".

O consultor técnico da Nissei, Dilson Martins, que junto com o gerente Fabio ministrou a palestra, disse em suas explicações que, "o custo fica muito pequeno em relação à qualidade obtida, além de que, para se construir um metro quadrado de parede com blocos, vai se utilizar 12,5 blocos, a mesma parede com tijolos em pé utilizará 36 tijolos e se forem deitados 55 e, no bloco ainda vai 30% a menos de cimento. Logo, a economia e agilidade são garantidas".

Fábio também informou que as casas que são financiadas pela Caixa Econômica podem utilizar os blocos, pois a Caixa aceita esse padrão, inclusive, há um estudo para que projetos de casas do programa "Minha casa minha Vida" sejam desenvolvidos dentro do sistema de blocos de concreto. Ao final da palestra e demonstrações, foi servido um coquetel aos participantes.

3 de dez de 2011

Conheça as estruturas da Pequena Central Hidrelétrica de Paracambi



Pequena central hidrelétrica construída no Estado do Rio de Janeiro entra em operação neste mês com capacidade para atender a uma cidade de 120 mil habitantes.





Paracambi, município de pouco mais de 40 mil habitantes na região metropolitana do Rio de Janeiro, entre a Baixada Fluminense e a Serra do Mar. Ali, às margens do Ribeirão das Lajes, a 77 km da capital do Estado, perto da Via Dutra, estão sendo finalizadas as obras da Pequena Central Hidrelétrica Paracambi, PCH que integra o Complexo de Lajes (do qual fazem parte as usinas hidrelétricas de Nilo Peçanha, Fontes Nova e Pereira Passos) e que terá capacidade instalada de 25 megawatts, energia suficiente para atender a uma cidade de 120 mil habitantes.


O empreendimento, licitado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para atender a parte do crescimento da demanda de energia no Rio de Janeiro, é liderado pela Lightger, cujos principais acionistas são a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a Light S.A. Os investimentos de cerca de R$ 200 milhões vêm de recursos próprios da empresa e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).


As obras começaram em novembro de 2009 e a previsão é que a usina comece a operar plenamente neste mês. O projeto e a construção do empreendimento estão a cargo do Consórcio Construtor de Paracambi (CCPA), formado pela Construtora Quebec e pela Orteng Equipamentos e Sistemas Ltda.


Classificada como uma usina de fio d'água, a PCH Paracambi possui um reservatório enxuto (165 hectares) cujo volume de água não varia de acordo com a chuva, mas, sim, com o controle de volume de água da Usina Pereira Passos, localizada na montante do rio, na cidade de Piraí.


O cronograma de execução seguiu quatro principais etapas: 1) barramento da margem direita e construção das estruturas de concreto; 2) passagem do rio pelos vãos dos vertedouros do barramento; 3) lançamento das ensecadeiras para o desvio do rio e 4) desvio total do rio.




Barramento


A primeira fase da obra da barragem aconteceu na margem direita do rio, sem necessidade de interferência em seu leito, como acontece normalmente em obras desse tipo. Isso foi possível graças a uma característica do próprio rio: uma curvatura em sua trajetória bem no local do barramento, que permitiu que a obra da margem direita fosse construída em terreno seco. Nessa área foi feita a terraplanagem e removido todo o solo existente até chegar à camada de rochas, a 12 m de profundidade.


Depois de verificada a qualidade da rocha, para testes relativos à fundação da estrutura de concreto do barramento, alguns trechos foram reforçados com injeção de cimento e outras técnicas adequadas a cada tipo de pedra.


Ainda na primeira etapa, foram construídas a barragem da margem direita e as estruturas de concreto de quase 29 m de altura: a tomada d'água (com quatro vãos e responsável pela captação da água no reservatório, para conduzi-la às turbinas) e os dois vertedouros da barragem (que escoam a vazão não turbinada do rio), além das casas de força (uma localizada dentro da estrutura de concreto da barragem e outra a poucos metros dali, responsável pela distribuição da energia gerada para as nove torres que farão a ligação com os outros sistemas de energia existentes, na Via Dutra). Veja detalhes dessas construções.



Em julho deste ano, a obra da PCH Paracambi (25 MW) já havia edificado estrutura de concreto com tomada d'água e vertedouros, ainda sem instalação das comportas



Dada a curvatura do Ribeirão das Lajes na altura da construção da barragem, as obras civis da PCH Paracambi na margem direita do rio puderam ser executadas em terreno seco, e só depois foi feito o desvio da trajetória das águas



Desvio do rio


Com a estrutura de concreto já construída, o rio precisou ser desviado pelos dois vãos dos vertedouros para a construção da barragem da margem esquerda, fora do traçado do leito original. Para o diretor técnico da Lightger, Marcos Aquino, esta foi a operação de engenharia mais complexa do empreendimento, embora o desvio tenha abrangido apenas 200 m do Ribeirão das Lajes. "O desvio do rio é uma operação muito delicada e de grande risco social e ambiental, já que o Ribeirão ajuda a abastecer a cidade do Rio de Janeiro, por meio da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), que tem uma estação de tratamento de água, a ETA Guandu, a cerca de 30 km a jusante do barramento", explica o engenheiro.


O processo aconteceu da seguinte forma: na parte seca do terreno foi removido um septo de jusante (lado do curso de água em direção à foz), o que fez com que a água começasse a penetrar nesse terreno, formando uma espécie de canal. Depois, foi removido o septo de montante (lado do curso de água em direção à nascente), o que permitiu que a água passasse então não só pelo leito natural do rio, mas também pelos dois vãos rebaixados do vertedouro.


Para que a água corresse totalmente pelos dois vãos do vertedouro, foi necessário que o barramento estivesse completo. Começou então a terceira fase da obra, em que foram lançadas duas ensecadeiras no leito do rio, uma de jusante e uma de montante. Ensecadeiras são pequenas barragens de rocha, provisórias, construídas para desviar o rio a fim de secar a região onde será implantada uma estrutura. Quando a rocha é lançada ao rio, um pouco de água continua a passar, embora a maior parte já esteja passando pelos vertedouros. Para acontecer a vedação completa, foi preciso lançar argila sobre a rocha sem prejudicar a qualidade da água. Essas barragens de argila e rocha possuem também areia, que funciona como um filtro que retém o pouco de água que consegue passar por meio da rocha e da argila.


"Nesse processo, contratamos a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) para fazer a análise da água, tanto na montante quanto na jusante, e fizemos o trabalho da forma mais cuidadosa e devagar possível, para que o mínimo de quantidade de argila fosse para a água", explica Aquino. "Lançamos uma rocha de granulometria maior, depois uma de granulometria menor, e depois a argila; as rochas diminuem a velocidade da água no trecho de construção das ensecadeiras. Com isso, quando lançamos a argila, o impacto é pequeno, pois como a água corre devagar a argila é decantada em poucos metros." Profissionais da Cedae também acompanharam o processo e verificaram a qualidade da água. "Quanto mais comprometida a água chega à estação de tratamento deles, mais dinheiro a empresa gasta com tratamento. Daí o cuidado", comenta Aquino.








Para o desvio do rio, os septos de jusante e montante foram retirados para penetração da água no canal, em direção ao vertedouro.



Comportas


Na quarta fase, foi necessário construir duas ogivas de concreto nos vãos do vertedouro, montar as comportas da estrutura e promover o desvio completo do rio. Para isso, os vãos do vertedouro precisaram ser fechados, e a grande preocupação dos engenheiros da obra foi não comprometer a vazão do rio, respeitando resolução da Agência Nacional de Águas (ANA) que determina uma vazão mínima de 120 m3/s para o Ribeirão das Lajes. O objetivo é não comprometer o abastecimento de água da ETA Guandu.


Para isso, a Lightger contratou a empresa Hicon Engenharia para elaborar um estudo hidrodinâmico, que calculou: o tempo que a água leva da Usina de Pereira Passos até o barramento de Paracambi e desse até a Cedae; como se comportariam os níveis de água em todo o período de operação em vários trechos do leito; quanto de água precisaria chegar à barragem no momento da operação para vencer a ogiva de 4 m de altura do vão do vertedouro o mais rapidamente possível e voltar a correr pela jusante. A operação aconteceu em diálogo também com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e com a Comissão Técnica do Comitê Guandu, para dar segurança de que a água não deixaria de chegar, mesmo que a estação estivesse parada para manutenção.


Para a formação da barragem foram desapropriadas e indenizadas 107 propriedades de terra na região. Antes do desvio completo do rio, uma equipe de comunicadores e sociólogos percorreu a região para informar os moradores sobre como se daria o processo e que medidas de segurança deveriam ser adotadas. O Plano de Segurança e Alerta contou também com a distribuição de materiais informativos como folhetos e cartazes, além da instalação de faixas e placas. A operação contou com o apoio da Polícia Militar, da Brigada Florestal, da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.




A PCH Paracambi abrange os municípios de Paracambi, Itaguaí e Piraí, para onde se estenderá o reservatório com 237 hectares


Mão de obra e últimos passos



Feito o desvio total do rio, a obra seguiu com acabamentos na parte civil e principalmente com a montagem dos equipamentos: as comportas do vertedouro (acionadas por cilindros hidráulicos e responsáveis pelo controle do nível de água acumulada no reservatório da PCH), as turbinas hidráulicas e os geradores de energia.
Além disso, houve o reflorestamento de áreas degradadas no entorno do lago da barragem, além de outros projetos ambientais. Estão sendo concluídas também obras na Via Dutra, como bueiros (pelo método não destrutivo, pois é uma via de fluxo intenso de carros), proteções de taludes e um viaduto de acesso.


No pico da obra, em março de 2011, havia cerca de 500 trabalhadores no local, 70% deles oriundos de Paracambi e região. Era a fase de construção da barragem da margem direita e das estruturas de concreto. A mão de obra local foi selecionada pela construtora a partir dos cursos de capacitação (carpinteiro, pedreiro, soldador e armador de ferragem) que foram realizados pela Lightger. Hoje há 147 operários na obra, 84 deles moradores de Paracambi.



As duas turbinas do tipo Kaplan, usadas na PCH Paracambi, têm potência unitária de 12.820 kW, vazão nominal de 102,5 m3/s e pesam, cada uma, 2.000 kN

Cura e Ensaio de resistência do Concreto

INTRODUÇÃO CONCRETO


O concreto é um dos produtos mais consumidos no mundo, perdendo apenas para a água, o que o torna muito importante para a construção. Ele não é tão duro nem tão resistente quanto o aço e, mesmo assim, é mais usado que este na construção civil. Cita-se, pelo menos, três razões principais para o concreto ser mais utilizado: excelente resistência do concreto a água (usado em barragens, revestimentos de canais, estacas, fundações, lajes, vigas, muros, etc.); fácil manuseio, sendo adequado a uma variedade de formas e tamanhos; baixo custo e fácil disponibilidade do material para obras (em geral cimento, agregados e água são relativamente baratos e facilmente encontrados no mercado) (MEHTA; MONTEIRO, 2008).



CURAS NO CONCRETO




A realização da cura é fundamental para assegurar a obtenção da resistência mecânica do concreto e garantir a sua vida útil, de modo que alguns compostos de hidratação favorecem no desenvolvimento da resistência ao longo do tempo (PETRUCCI, 2005). Os ganhos de resistência nos elementos estruturais de concreto possuem uma ligação direta aos métodos adequados de cura. Segundo a NBR 19431 (ABNT, 2004), elementos estruturais de superfície devem ser curados até que atinjam resistência característica igual ou maior que 15 MPa, de modo que durante a fase de hidratação a cura seja realizada o mais breve possível, para que haja água suficiente para a máxima reação das partículas na pasta endurecida. Com isso, faz-se necessário a utilização de métodos adequados para minimizar estas perdas e garantir que o concreto mantenha uma temperatura adequada para desenvolvimento de suas propriedades e para sua máxima hidratação.



Rompimento de corpo de prova Cilíndrico.


Ensaio de determinação da resistência à compressão axial.




A resistência à compressão axial é considerada a propriedade mais importante do concreto. Os códigos nacionais e internacionais procuram associar as demais resistências e propriedades (BAUER, 1991).
Os ensaios de resistência à compressão axial foram realizados segundo os procedimentos da NBR 5739 (ABNT, 2007) que prescreve o método pelo qual devem ser ensaiados a compressão os corpos de prova cilíndricos de concreto e moldados conforme NBR 5738 (ABNT, 2003). A máquina para o ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos deve ser equipada com dois pratos de aço, formato circular, cuja superfície de contato com o corpo de prova tenha sua menor dimensão em 4 % superior ao maior diâmetro do corpo de prova a ser ensaiado. A figura 1 ilustra o equipamento que realiza ensaios de resistência em corpos de prova cilíndricos. Recomenda-se que até as idades de ensaios os corpos de prova devem ser mantidos em processo de cura. Como o objetivo deste trabalho é analisar as diferenças de resistência à compressão de concretos através da submissão de dois tipos de cura, metade dos corpos de prova moldados foram expostos à cura úmida e a outra metade à cura ao ar. As rupturas foram realizadas nas idades de 3, 7, 28 e 44 dias para os corpos de prova submetidos aos dois regimes de cura utilizados. Para cada idade de ensaio foram moldados três corpos de prova sendo que para quarenta e quatro dias foram moldados 2 corpos de prova.

Concregrama vantagens e desvantagens de seu uso


concregrama blog usimak

O concregrama vem sendo difundido em vários locais do Brasil, pelo seu efeito estético e a possibilidade de absorção da água da chuva. Tem seu principal uso em estacionamentos e entrada de garagens. Mas alguns arquitetos e clientes instalam em quase toda extensão permeável da habitação.
concregrama blog usimak

O produto tem orifícios onde são colocados pedaços de grama, que servirão com um tampão para que a terra não se espalhe, e aumentam o aspecto visual do concregrama.
elemento de concreto vazado blog usimak

Como os códigos de obras de muitas prefeituras estão exigindo uma área de permeabilidade do solo cada vez maior, esse elemento vazado surgiu com alternativa para arquitetos e engenheiros para drenagem de águas.
elemento de concreto vazado blog usimak

Algumas vantagens da utilização do concregrama:
  • Absorção da água das chuvas, pelos elementos vazados do produto;
  • Auxilia na atenuação do calor da edificação;
  • Ampliação da área permeável da habitação;
    http://www.usimak.com.br/maquinas-de-blocos/
Algumas desvantagens do concregrama:
  • Os elementos vazados são uma grande reclamação de mulheres, pela possibilidade de queda com o uso de sapatos com saltos;
  • Não pode ser utilizado em terreno desnivelado, pois ele necessita de nivelamento e compactação;
Na nossa cidade algumas empresas retiraram da área de estacionamento o concregrama. O motivo principal foi à queda de clientes após passarem com sapatos com salto tipo agulha nos elementos vazados.

1 de dez de 2011

Fabricantes de blocos de concreto esperam crescimento de 30% em 2012


Empresários apostam no aquecimento do mercado imobiliário e no desenvolvimento da economia



Pouco mais de 60% dos empresários esperam alcançar crescimento de até 30% no primeiro semestre de 2012. Apostas no aquecimento do mercado imobiliário (31,9%) e no desenvolvimento da economia brasileira (26,1%) aparecem com destaque em pesquisa realizada com fabricantes de blocos de concreto de todo o país, realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto (Bloco Brasil).
Programas habitacionais, como o "Minha Casa, Minha Vida", que lideravam o quesito no semestre passado, são apenas o terceiro lugar nessa esc
Quase 24% apostam na estabilidade e apenas 2,2% acreditam que reduzirão suas atividades. Mais da metade dos fabricantes considera que a aquisição de novos equipamentos é essencial para acompanhar o crescimento do setor dos blocos de concreto. O treinamento e a contratação de mão de obra foram citados por cerca de 10% dos associados cada.

Perguntados sobre uma possível redução das atividades, houve equilíbrio sobre qual caminho seguir: reduzir o número de funcionários ou os turnos de trabalho.
Confira a pesquisa:



Vendas de material de construção crescem 4% em novembro

  

As vendas no varejo de material de construção fecharam novembro com crescimento de 4%, frente ao mês anterior. É o que revela um estudo realizado pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), em parceria com o Ibope Inteligência, e divulgado nesta quinta-feira (1).

Na comparação com novembro de 2010, as vendas registraram expansão de 3,5%. Nos últimos 12 meses, o varejo apresentou alta de 4%.

“Com este crescimento, retomamos os números de maio e junho deste ano, ainda abaixo dos meses de julho, agosto e setembro e bem abaixo do primeiro trimestre do ano”, explica o presidente da Anamaco, Cláudio Conz.

Setores

Ao analisar os setores, o levantamento indica que, em novembro, o segmento de argamassas foi o destaque, com expansão de 6,7%. Em seguida aparecem metais, com alta de 6%, e interruptores e tomadas, que cresceu 1,6%.

Já tubos e conexões de PVC tiveram desempenho estável na comparação com outubro.

Expectativa para 2012

Em relação ao próximo ano, o setor de varejo de construção está otimista. O presidente da Anamaco explica que “a massa salarial e o emprego tendem a aumentar mais neste período. Se somarmos a isto uma maior disponibilidade de crédito, podemos chegar a um crescimento superior a 5% em 2012”.

No ano passado, o varejo de material de construção teve um desempenho 10,6% superior a 2009, atingindo faturamento recorde de R$ 49,80 bilhões.

25 de nov de 2011

Mercado aquecido desafia ganho de produtividade

Com a demanda aquecida, construtoras buscam projetos e produtos mais racionais para suas obras, visando ganhos em produtividade. O aquecimento do mercado imobiliário, impulsionado pelo crescimento da população, elevação do PIB (Produto Interno Bruto) e a preparação da infraestrutura para Copa das Confederações e Copa 2014, desafia as construtoras cearenses a realizar projetos de obras mais rápidas a custos menores.

Neste cenário, as empresas que pretendem explorar novos nichos de mercado e buscam por maior produtividade nas obras têm, também, o desafio de encontrar soluções mais indicadas para suas necessidades, aliadas a outras preocupações, como meio ambiente e sustentabilidade das obras.

Racionalização

Na visão do gerente da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) para Norte e Nordeste, Eduardo Moraes, as empresas passaram a repensar seus processos e a utilização de produtos nas obras.

"As construtoras estão mais atentas a questões como racionalização na construção, gestão e crescimento, o que impacta na tomada de decisões quando o assunto é sistema construtivo. Na busca por sistemas mais adequados à realidade das obras, as empresas podem contar com soluções existentes no mercado, que oferecem resultados diferenciados, como é o caso da alvenaria estrutural com blocos de concreto e dos sistemas de paredes de concreto celular e pré-fabricados", afirma Moraes.

Em Fortaleza, as construtoras Cameron, Marquise e Moura Dubeax, por exemplo, adotaram o sistema de piso cimentado autonivelante da Nivelle. Segundo o engenheiro da Cameron, Fábio Melo, o método foi criado a partir do princípio da gravidade e fluidez de líquidos, de modo que uma argamassa com bastante fluidez (praticamente líquida) aplicada na laje se autonivela como a água em qualquer situação, garantindo assim 100% de nivelamento do cimentado para receber a aplicação de revestimentos como: cerâmicas, porcelanato, mármores. "Por se tratar de uma argamassa fluida, é viabilizado o bombeamento a partir do térreo até 30 pavimentos de altura no edifício, por mangueiras", explica. As vantagens do sistema são garantia de nivelamento do piso, agilidade no processo de execução, sendo até 20 vezes mais rápido que o processo convencional manual; redução de quantidade de funcionários na obra, que resolve a questão de baixa demanda de mão de obra no mercado; E serviço terceirizado com preço fixo, garantindo o valor orçado.

Na Europa, o sistema responde a 95% das obras civis de grande porte, e no Brasil grandes construtoras também usam o método, como a OAS/Gafisa, Odebrecht Residencial, Patrimônio, Queiroz Galvão, Andrade Mendonça/Cyrella, grupo JHSF, grupo PDG e a construtora Planc. (CC)

NOVOS EQUIPAMENTOS

Logística nas obras também é destaque

Outro avanço na construção civil refere-se ao transporte vertical e à logística das obras com instalações de novos equipamentos. Um exemplo é a grua autoportante. De acordo com o engenheiro da Cameron, Fábio Melo, trata-se de um equipamento que se viabiliza, a partir de obras com duas torres, eliminando a instalação de elevadores de carga.

"As vantagens são no custo, agilidade, redução de pessoal, organização do canteiro e limpeza", explica. "Hoje temos duas obras utilizando gruas, o shopping Sobral e o Belleville Condomínio", completa.

Paredes de concreto

Outro exemplo de sistema construtivo diferenciado é o adotado pelas construtoras Fujita e Bairro Novo. Destinado a obras de moradia popular, o sistema de paredes de concreto e formas de alumínio reduz o tempo de execução da obra. Uma casa de 70 m² pode ser construída entre 30 a 40 dias pela técnica. No sistema tradicional, tijolo a tijolo, levaria até 70 dias.

Parceria

Práticas inovadoras devem ser adotadas entre 75 construtoras cearenses. Este é o resultado previsto pela parceria entre a Cooperativa da Construção Civil do Ceará (Coopercon-CE) e o Instituto Inovacon, lançado em outubro passado. Segundo o presidente da Coopercon-CE, Marcos Novaes, o programa abordará assuntos de interesse social. "Entre as temáticas que serão focadas estão a capacitação das construtoras participantes visando obtenção do selo Procel de eficiência energética predial e práticas de construção sustentável, o que implica diretamente em uma redução das taxas de condomínio para os consumidores finais na ordem de 20 a 30%".

De acordo com ele, outro aspecto é a preservação do meio ambiente com o uso das fontes limitadas de energia, sem desperdícios, bem como maior adoção de fontes renováveis, como solar e eólica. "A redução dos desperdícios fomenta o número de contratações, possibilitando mais mprego", fala. (CC)

22 de nov de 2011

Tecnologia avança e surgem novas formas de construir



A demanda por habitação em todas as classes sociais favoreceu a inserção de novas técnicas construtivas nas obras do Ceará. De um lado, a construção de moradias para as classes D e E exigiu a incorporação de sistemas com reduções de tempo e de mão de obra especializada. Por outro lado, as classes média e alta passaram a morar em apartamentos e casas construídos por sistemas racionais, inteligentes e sustentáveis.
Este quadro é desenhado pelo vice-presidente da área de Tecnologia do Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), Eugênio Montenegro.

De acordo com ele, o Ceará tem se destacado em desenvolver sua própria tecnologia. Um exemplo disso são as Casas Olé, do engenheiro André Montenegro, feitas em alvenaria pré-moldada, que reduzem o tempo de obra e dispensam a mão de obra de uma pedreiro em troca de um servente. Outro caso tupiniquim é a casa de plástico, desenvolvida por um engenheiro com fama de professor Pardal, Joaquim Caracas, da construtora Impacto Protensão. A empresa cearense Fujita e a Bairro Novo adotam o sistema de parede de concreto e formas de alumínio, que oferece ganho de velocidade nas obras. Em relação sistemas para construção de prédios, Eugênio Montenegro destaca a total inserção das formas de concreto e plástico reciclável, reduzindo o uso de madeira. O uso de blocos de gesso, diz ele, também estão se espalhando. Eles substituem a alvenaria, reduzindo o peso do prédio e elevando a produtividade. 
Outro exemplo é o reboco projetado, que elimina o processo manual. Além da construção em si, as obras também passaram a incorporar a gestão da produção. Um dos casos consagrado é o da C.Rolim.
Manutenção
Com obra finalizada, a manutenção do empreendimento também exige sistemas em sintonia com sustentabilidade. O vice-presidente do Sinduscon cita o reúso de água, aproveitamento de água de chuva para jardinagem, sistema de descarte de óleo de cozinha usado, geração de energia solar e eólica.

Fonte: Diário do Nordeste