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25 de nov de 2011

Mercado aquecido desafia ganho de produtividade

Com a demanda aquecida, construtoras buscam projetos e produtos mais racionais para suas obras, visando ganhos em produtividade. O aquecimento do mercado imobiliário, impulsionado pelo crescimento da população, elevação do PIB (Produto Interno Bruto) e a preparação da infraestrutura para Copa das Confederações e Copa 2014, desafia as construtoras cearenses a realizar projetos de obras mais rápidas a custos menores.

Neste cenário, as empresas que pretendem explorar novos nichos de mercado e buscam por maior produtividade nas obras têm, também, o desafio de encontrar soluções mais indicadas para suas necessidades, aliadas a outras preocupações, como meio ambiente e sustentabilidade das obras.

Racionalização

Na visão do gerente da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) para Norte e Nordeste, Eduardo Moraes, as empresas passaram a repensar seus processos e a utilização de produtos nas obras.

"As construtoras estão mais atentas a questões como racionalização na construção, gestão e crescimento, o que impacta na tomada de decisões quando o assunto é sistema construtivo. Na busca por sistemas mais adequados à realidade das obras, as empresas podem contar com soluções existentes no mercado, que oferecem resultados diferenciados, como é o caso da alvenaria estrutural com blocos de concreto e dos sistemas de paredes de concreto celular e pré-fabricados", afirma Moraes.

Em Fortaleza, as construtoras Cameron, Marquise e Moura Dubeax, por exemplo, adotaram o sistema de piso cimentado autonivelante da Nivelle. Segundo o engenheiro da Cameron, Fábio Melo, o método foi criado a partir do princípio da gravidade e fluidez de líquidos, de modo que uma argamassa com bastante fluidez (praticamente líquida) aplicada na laje se autonivela como a água em qualquer situação, garantindo assim 100% de nivelamento do cimentado para receber a aplicação de revestimentos como: cerâmicas, porcelanato, mármores. "Por se tratar de uma argamassa fluida, é viabilizado o bombeamento a partir do térreo até 30 pavimentos de altura no edifício, por mangueiras", explica. As vantagens do sistema são garantia de nivelamento do piso, agilidade no processo de execução, sendo até 20 vezes mais rápido que o processo convencional manual; redução de quantidade de funcionários na obra, que resolve a questão de baixa demanda de mão de obra no mercado; E serviço terceirizado com preço fixo, garantindo o valor orçado.

Na Europa, o sistema responde a 95% das obras civis de grande porte, e no Brasil grandes construtoras também usam o método, como a OAS/Gafisa, Odebrecht Residencial, Patrimônio, Queiroz Galvão, Andrade Mendonça/Cyrella, grupo JHSF, grupo PDG e a construtora Planc. (CC)

NOVOS EQUIPAMENTOS

Logística nas obras também é destaque

Outro avanço na construção civil refere-se ao transporte vertical e à logística das obras com instalações de novos equipamentos. Um exemplo é a grua autoportante. De acordo com o engenheiro da Cameron, Fábio Melo, trata-se de um equipamento que se viabiliza, a partir de obras com duas torres, eliminando a instalação de elevadores de carga.

"As vantagens são no custo, agilidade, redução de pessoal, organização do canteiro e limpeza", explica. "Hoje temos duas obras utilizando gruas, o shopping Sobral e o Belleville Condomínio", completa.

Paredes de concreto

Outro exemplo de sistema construtivo diferenciado é o adotado pelas construtoras Fujita e Bairro Novo. Destinado a obras de moradia popular, o sistema de paredes de concreto e formas de alumínio reduz o tempo de execução da obra. Uma casa de 70 m² pode ser construída entre 30 a 40 dias pela técnica. No sistema tradicional, tijolo a tijolo, levaria até 70 dias.

Parceria

Práticas inovadoras devem ser adotadas entre 75 construtoras cearenses. Este é o resultado previsto pela parceria entre a Cooperativa da Construção Civil do Ceará (Coopercon-CE) e o Instituto Inovacon, lançado em outubro passado. Segundo o presidente da Coopercon-CE, Marcos Novaes, o programa abordará assuntos de interesse social. "Entre as temáticas que serão focadas estão a capacitação das construtoras participantes visando obtenção do selo Procel de eficiência energética predial e práticas de construção sustentável, o que implica diretamente em uma redução das taxas de condomínio para os consumidores finais na ordem de 20 a 30%".

De acordo com ele, outro aspecto é a preservação do meio ambiente com o uso das fontes limitadas de energia, sem desperdícios, bem como maior adoção de fontes renováveis, como solar e eólica. "A redução dos desperdícios fomenta o número de contratações, possibilitando mais mprego", fala. (CC)

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