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8 de jun de 2012

Falta de mão de obra, impulsiona a industrialização no setor de construção civil




Com o aquecimento da economia no país, e o crescimento no setor de construção civil, está aumentando a dificuldade de encontrar mão-de-obra qualificada para este setor. Este é problema que afeta 69% das empresas deste segmento, segundo pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria).


No ano passado, foram abertas mais de 40 mil vagas para a construção civil somente no estado de São Paulo, e no primeiro trimestre deste ano já somam mais de 20 mil vagas.

Segundo pesquisa realizada pela Fundação Getulio Vargas, a opção dos jovens hoje tem sido por trabalhos cada vez menos braçais. Dos 29 milhões de jovens que ingressam no mercado de trabalho, apenas 2 milhões estão no setor da construção civil, o que tem gerado um déficit significativo de mão de obra.

Este problema está forçando as empresas a utilizarem métodos de construção alternativos, como por exemplo, processos de industrialização nos canteiros. Na Construtora Costa Feitosa, a adoção de sistemas construtivos industrializados é responsável por reduzir em até 50% a necessidade de mão de obra, para os postos de menor qualificação, como pedreiros, carpinteiros, armadores, ajudantes e outros.

“Embora haja dificuldades também para os cargos mais técnicos, como engenheiros, o problema é maior para os de menor especialização, em função do número de profissionais necessários”, diz o presidente da construtora, Tercio Luiz Costa Feitosa.

A Construtora Costa Feitosa que é especializada em obras industriais, utiliza elementos pré fabricados em concreto armado (vigas e pilares), lajes e pisos protendidos. Na cobertura utilizamos estruturas metálicas e telhas zipadas, que além de reduzirem a necessidade de mão de obra na instalação, aumentam a estanqueidade do telhado.

Apesar de envolver uma maior capacitação técnica, este tipo de solução traz uma economia significativa para todo o processo, o que chamamos de racionalização do custo.
“Historicamente a mão de obra representa 40% do custo total da obra. Com este sistema, a participação cai pela metade em função da redução do número de trabalhadores”, afirma o presidente da construtora.

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