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12 de ago de 2011

Se fábrica de cimento for indicador…

Se investimento em fábrica de cimento for o principal indicador de
sustentabilidade de crescimento do setor da construção civil então podemos
ficar tranquilos quanto a nosso futuro.

Matéria publicada no Valor de 27 de julho dá conta da criação de mais
duas fábricas da Votorantim, melhor dizer uma duplicada, com o primeiro forno
sendo inaugurado em 28 de julho e outro previsto para daqui 22 meses, ambos no município
de Paulista (PE), a 30 quilômetros de Recife.

De acordo com a empresa, “O
novo investimento, de R$ 370 milhões, vai permitir colocar mais um forno… Essa
fábrica, cujo produto sairá com a marca Poty, é resultado da transformação de
uma unidade de produção de insumo para cimento, a pozolana, que existia no
local desde 1942. O produto era transferido para outra unidade, na Paraíba.
Essa mudança, tornando-se unidade de cimento, teve investimento de R$ 70
milhões, com capacidade de fazer 750 mil toneladas ao ano… Dotando a unidade
industrial de uma linha completa, apta a fazer 1,5 milhão de toneladas de
cimento por ano.”


Com os investimentos a empresa reforça a presença no estado de
Pernambuco, um dos que mais demanda o produto numa região, a nordeste, que já o
demanda bastante. A Votorantim tomou o cuidado de produzir uma classe de
cimento de acordo com as características
técnicas exigidas pelos construtores locais, “O produto dessa fábrica, o Poti tipo CP IV-32, foi
desenvolvido com especificações próprias para aplicações em obras na região.
Vai dispor de maior resistência à maresia e à umidade, informa.”

Segundo Walter Schalka, presidente da VC, “a fábrica de Paulista visa substituir outra unidade que
integrou o pacote de ativos no Nordeste entregue ao grupo francês Lafarge no
início do ano passado em troca da participação de 17% que detinha na Cimpor,
cimenteira portuguesa da qual a Votorantim passou a ser acionista com 21% do
capital.”

Ele explica “que uma das
vantagens para esse projeto são as reservas de calcário que a VC tem em
Paulista. O minério é matéria-prima básica para a produção de clínquer,
material que é moído e depois transformado em cimento em fornos a elevadas
temperaturas. Deter a reserva de calcário é passo fundamental para montar uma
fábrica integrada.”

Em termos de Brasil “Ao
final desse pacote, o grupo Votorantim elevará sua capacidade de produção no
país a 42 milhões de toneladas e a expectativa de Schalka é ter participação de
45% do mercado nacional, cuja demanda para 2013 é estimada em 70 milhões de
toneladas. No ano passado, a VC teve receita líquida de R$ 8,5 bilhões.”

Importante ressaltar que neste período de crescimento do setor da
construção civil e em que pese problemas regionalizados de abastecimento do
produto a indústria cimenteira brasileira constantemente vem anunciando pesados
investimentos em novas plantas fabris

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