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12 de set. de 2011

como calcular a quantidade de blocos



São várias as dúvidas em como preparar um orçamento, contudo uma das mais frequentes diz respeito ao quantitativo dos materiais. essa postagem ajudara a calcular a quantidade de blocos por m² de parede.
                              
Tabela NBR - Dimensões nominais de blocos de vedação e estruturais, comuns e especiais
Tipo(A)
Dimensões nominais (mm)
         L  x  H  x  C  (cm)
Largura (L)
Altura(H)
Comprimento(C)
QUANT. PEÇAS/m²
10 x 20 x 20
90
190
190
27,4
10 x 20 x 25
90
190
240
21,7
10 x 20 x 30
90
190
290
18,0
10 x 20 x 40
90
190
390
13,4
12,5 x 20 x 20
115
190
190
27,4
12,5 x 20 x 25
115
190
240
21,7
12,5 x 20 x 30
115
190
290
18,0
12,5 x 20 x 40
115
190
390
13,4
15 x 20 x 20
140
190
190
27,4
15 x 20 x 25
140
190
240
21,7
15 x 20 x 30
140
190
290
18,0
15 x 20 x 40
140
190
390
13,4
20 x 20 x 20
190
190
190
27,4
20 x 20 x 25
190
190
240
21,7
20 x 20 x 30
190
190
290
18,0
20 x 20 x 40
190
190
390
13,4
Medidas especiais
Dimensões nominais (mm)

L x H x C   (cm)
Largura (L)
Altura(H)
Comprimento(C)

10 x 10 x 20
90
90
190
57,5
10 x 15 x 20
90
140
190
37,1

10 x 15 x 25
90
140
240
29,4
12,5 x 15 x 25
115
140
240
29,4

       
Tabela 2 - Dimensões nominais dos blocos de concreto
dimensões

a

b

c
peso
QUANT. PEÇAS/m²
9
x
19
x
39
10kg
12,5
9
x
19
x
19
4,8kg
25,0







1/2 tijolo
11
x
19
x
39
10,7kg
12,5
14
x
19
x
39
13,6kg
12,5
1m² disposição dos blocos
                                                                                                                                                                                                                                                                                      

Alvenaria autoportante ganha cada vez mais espaço no mercado imobiliário




Arquiteta Valéria Alves: "Obras são seguras, desde que bem executadas"

Antes de fechar a compra de um imóvel, é preciso ter uma série de cuidados. Afinal, o investimento na tão sonhada casa própria deve ter solidez compatível com a estrutura da construção. Para garantir a segurança física e financeira dos moradores, além da preocupação com a parte burocrática, é preciso averiguar as condições estruturais da edificação, principalmente no caso daquelas em que foi usada a alvenaria autoportante.

Para entender o sistema, a arquiteta Valéria Alves explica que nesse tipo de modelo construtivo as paredes têm função fundamental. “Feitas com blocos estruturais, são capazes de sustentar o peso da construção sem a necessidade de pilares e vigas. Obras autoportantes são seguras, desde que bem executadas”, alerta.


Coordenador de projetos da Green Gold Engenharia, o engenheiro civil Pedro Covelo lembra que, na alvenaria autoportante, as paredes suportam lajes e outras estruturas acima. “Na maneira tradicional, poderíamos fazer a estrutura em concreto armado e depois a alvenaria, que teria função apenas de vedação e não estrutural”, esclarece.

De acordo com ele, apesar de a alvenaria estrutural ser relativamente nova para os brasileiros, há citações de suas aplicações desde o início da civilização, “como a Pirâmide de Quéops, o Farol de Alexandria e castelos e catedrais da Idade Média”, conta Pedro.

Nos dias atuais, a alvenaria autoportante tem sido muito usada em edifícios, que geralmente sofrem alterações em sua estrutura, porque os moradores sempre querem imprimir no imóvel o seu estilo. Pedro Covelo verifica que, nesses casos, as modificações mais comuns são aberturas de vãos, como transformar a cozinha tradicional em cozinha americana, unificação de ambientes, entre outros.

Paredes têm função estrutural, sem a necessidade de colocação de vigas (Eduardo Almeida/RA Studio)
Paredes têm função estrutural, sem a necessidade de colocação de vigas
Mas antes de pensar em alterar os ambientes, é preciso tomar alguns cuidados para não comprometer a segurança do prédio. Diretor jurídico da Associação Brasileira de Condôminos, Prestadores de Serviços, Empresas e Organizações Afins (Abcon), o advogado Breno Renato Marques Fabrino cita um de seus casos, que teve de ser levado à Justiça. A decisão de recorrer a medidas judiciais foi tomada porque, segundo ele, o síndico do condomínio sabia da advertência da construtora com relação a alterações na estrutura.

ADVERTÊNCIA 

Ele lembra que há, inclusive, placas expostas nas entradas do condomínio advertindo sobre a proibição de modificações devido ao fato de o prédio ter sido erguido em alvenaria estrutural autoportante. “Diante disso, buscando se informar acerca dos riscos das alterações que vinham sendo realizadas, o síndico tomou conhecimento sobre a possibilidade de danos maiores à estrutura do prédio, razão pela qual propôs ação na Justiça.”

Além das advertências quanto a danos estruturais, a realização das alterações afeta a garantia dada pela construtora, conforme o advogado. “Pois ela não se responsabilizará por danos decorrentes de utilização irregular das unidades autônomas. Isso também afeta o valor dos imóveis contidos nesse condomínio, pois o simples risco de danos estruturais e a perda de garantia são fatores de desvalorização imobiliária”, destaca Breno.





11 de set. de 2011

Alvenaria estrutural passo a passo


BLOCOS DE CONCRETO GARANTEM MAIOR SEGURANÇA E MELHOR ACABAMENTO NA CONSTRUÇÃO DAS EDIFICAÇÕES DO CONDOMINIO JARDIM DOS PÁSSAROS


Mestre-de-obra Ant~inio Morais cuida pessoalmente da construção das paredes com bloco de concreto, garantindo qualidade no serviço.
Blocos de concreto são nova tendência na construção civil do Brasil e do mundo.
Uma equipe de operarios cuida do aterramento do salão de festa, enquanto outra equipe faz parede
Blocos de concreto são produzidos dentro do próprio Condominio Jardim dos Pássaros. Produção própria amplia alternativas para construção civil com qualidade na região de Campo Maior

leia também;
Alvenaria estrutural passo a passo 
como calcular a quantidade de blocos
Blocos de concretos ganham força

Sebrae divulgou mapa dos negócios



Sebrae apresentou as oportunidades de negócios, como parte
 de um programa que também contempla as outras 11 cidades
 que sediarão a Copa.


    Ex-jogador de futebol Leovegildo Lins da Gama, o Júnior, foi um dos palestrantes no evento promovido para micros e pequenos empresários no Manaus Plaza
    Ex-jogador de futebol Leovegildo Lins da Gama, o Júnior, foi um dos palestrantes no evento promovido para micros e pequenos empresários no Manaus Plaza(ANTONIO LIMA /SEMDEJ )
    Com a Copa do Mundo de 2014, o setor de construção civil vai gerar oportunidades de negócios em segmentos como cultivo de flores e plantas ornamentais; no setor de tecnologia da informação, surgirão oportunidades para empresas de reparo e manutenção de equipamentos de comunicação; na área de turismo, para agentes de viagens e prestadores de serviços nos segmentos de alimentação e bebidas; e na produção associada ao turismo, oportunidades como produção de espetáculos artísticos. Estes são apenas alguns exemplos dos 450 negócios interligados ao evento da Fifa que foram mapeados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
    Ontem, o Sebrae Amazonas apresentou as oportunidades de negócios do evento focadas em Manaus, como parte de um programa que também contempla as outras 11 cidades que sediarão a Copa. Em cada uma das cidades, além de divulgar as oportunidades de negócios, o Sebrae está investindo R$ 3 milhões para qualificar as micros e pequenas empresas. Enquanto em setores como Construção Civil (com obras de infraestrutura) e Turismo (com hotéis e passeios) existem atividades fáceis de relacionar com a Copa do Mundo, a FGV também encontrou oportunidades em outras atividades nem tão “encaixadas” com o evento, como é o caso do comércio de móveis rústicos de madeira de demolição ou a venda de hortifrutigranjeiros, por exemplo (ver quadro).
    O diretor-superintendente do Sebrae do Amazonas, Nelson Rocha, disse que cada setor foi analisado a partir da cadeia em que está inserido. No setor de construção civil, por exemplo, foram identificadas cerca de 140 oportunidades e na indústria de confecção cerca de 60. “A construção civil não necessita apenas de mestre de obras, os funcionários precisam estar uniformizados e vão precisar de uma empresa de confecção, assim como uma de alimentação que forneça refeições”, explicou o diretor-superintendente.
    Atualmente o Amazonas tem 48 mil micros e pequenos empresários e ainda 18 mil empreendedores individuais. Ontem mesmo, eles receberam contato de grandes empresas que venceram licitações para executar obras da Copa em Manaus, como a Andrade Gutierrez. Foi o caso da Premium Construção Civil, do empresário Robson Matheus. A empresa foi criada há pouco mais de um ano e tem 26 funcionários técnicos em hidráulica. A empresa tem recebido orientações e capacitação do Sebrae e sente-se pronta para assumir uma parte da obra visando a Copa no Brasil.
    Nelson disse ainda que os gargalos que surgirão em cada setor também foram analisados pela FGV que orientou como solucioná-los. O diretor-superintendente lembrou que uma grande barreira a ser quebrada é a ideia de que é difícil negociar com o setor público. “Os pequenos empresários precisam acreditar que é possível firmar parcerias com o setor público”.
    O coordenador nacional do Programa Sebrae Copa 2014, Dival Schmidt, explicou ainda que os micros e pequenos empresários, se bem estruturados,  poderão prestar serviços diretamente a grandes empreendimentos da Copa. “Não teremos só a obra da Arena da Amazônia, monotrilho ou Bus Rapid Transit (BRT)”, lembrou Nelson. Se for necessário o Sebrae-AMi irá investir até na qualificação dos funcionários das micros e pequenas empresas.