Bem Vindos


Caro leitor, bem vindo ao blog da Usimak

Este espaço serve sobre tudo para divulgar notícias, produtos, ideias e para estimular a discussão.
Esclarecer dúvidas e sugestões em relação a nossos produtos atuais e também sobre novos produtos em desenvolvimento.
Espero que este espaço seja útil para todos. Todas as sugestões são bem vindas.

Pesquisar este blog

anúncios

1 de set. de 2011

Itambé utiliza fôrmas de blocos de concreto na fundação de seu novo moinho


locos de concreto são utilizados como fôrmas para fundação – conheça as principais vantagens deste sistema
Créditos: Engº. Carlos Gustavo Marcondes – Assessor Técnico Comercial Itambé
Fundação Moinho
Fundação Moinho
A construção civil tem evoluído bastante nas últimas décadas. O avanço no cálculo estrutural, o progresso de estudos na ciência de materiais, a tecnologia de equipamentos e produtos auxiliares, e também as técnicas construtivas têm colaborado para a melhoria das obras e permitido a execução de construções cada vez mais impressionantes.
As fôrmas não ficaram fora desta evolução. Sem a sua melhoria, não seria possível alcançar alta velocidade nas obras e permitir a aplicação de concretos mais resistentes, fluidos e menos deformáveis, por exemplo.
Normalmente a fôrma é considerada um molde provisório que serve para dar ao concreto fresco a geometria e textura desejada, mas além desta função ela influencia na proteção do concreto fresco, colaborando com a cura e protegendo contra impactos e variações de temperatura que podem causar danos ao concreto.
No entanto, nem todas as fôrmas são provisórias. Por exemplo, quando se utiliza bloco de cimento. Esta foi a técnica escolhida pela Itambé para a realização das obras de fundação do novo moinho que entrará em funcionamento em 2010.
De acordo com o coordenador de projetos civis da Itambé, Elizeu Rodrigues Paes, o sistema com fôrmas utilizando blocos de cimento confere diversas vantagens quando comparado ao sistema convencional, com fôrmas de madeira ou aço. Uma delas é a redução de tempo para sua execução.
“A grande vantagem é que não perdemos tempo com a retirada das fôrmas. O re-aterro da fundação é executado no mesmo dia e a velocidade de assentamento dos blocos é maior, comparada com a montagem de fôrmas convencionais” comenta.
Outra vantagem citada por Elizeu, é com relação à segurança: “Como não se utiliza serra circular minimizamos o risco envolvido no processo e ainda torna-se desnecessária a utilização do carpinteiro” diz.
Além disso, a parede construída com blocos de cimento que serviu como fôrma, pôde ser usada como suporte para o posicionamento das armaduras e do próprio trabalho de concretagem.
A fôrma é que inicia o processo de concretagem e a escolha do melhor sistema irá influenciar na qualidade, no prazo de execução e no custo da obra.
Portanto, a escolha deve ser criteriosa e envolver diversos fatores como a característica física da obra que está sendo feita; a característica geométrica; se os insumos e serviços para a confecção das mesmas são disponíveis; o prazo de execução requerido; a durabilidade e economia do sistema.
Em alguns casos escolhe-se o bloco de cimento como fôrma pela praticidade. Esta técnica é comumente utilizada para tanques e piscinas. Os blocos são utilizados como fôrmas e permanecem depois da concretagem, bastando fazer a impermeabilização.
Outro fator a se considerar é o ambiental, já que na utilização de fôrmas convencionais o trabalho comumente é executado na obra, de maneira artesanal, gerando resíduos e desperdícios de toda ordem.
Seja qual for o material ou o método de trabalho a ser utilizado em uma obra, um bom estudo das alternativas faz-se necessário antes de decidir por qual sistema utilizar, já que existem diversos sistemas de fôrmas ofertados e as diferenças não estão apenas nos materiais utilizados.
Fundação Moinho

Blocos de concretos ganham força


O crescimento do mercado imobiliário no Brasil, especialmente o voltado para as faixas de renda média e baixa, tem incentivado o uso do sistema construtivo com alvenaria estrutural com bloco de concreto em todo o país, mesmo em regiões sem tradição no uso de blocos de concreto.
A expansão está ligada às vantagens técnico-econômicas propiciadas pelo sistema: rapidez na execução e diminuição de mão de obra, devido ao fato de que as paredes, ao serem erguidas, já são a estrutura, diminuindo drasticamente a necessidade de contratação de operários especializados, como os montadores de fôrmas de madeira para a construção de pilares e vigas, necessárias no sistema convencional.
Também instalações elétricas e hidráulicas podem ser previstas, já no projeto, embutidas nos blocos, agilizando ainda mais os trabalhos nos canteiros, ou seja, atuando fortemente na industrialização da construção. E, ainda, ao fato de que o Brasil já conta, atualmente, com fábricas de blocos de qualidade em praticamente todas as suas principais regiões.
veja outros indicadores do crescimento do bloco de concreto
Alvenaria autoportante ganha cada vez mais espaço no mercado imobiliário
Alvenaria estrutural garantida
Projeto aumenta desempenho da alvenaria de vedação
Assim, a economia possibilitada pelo uso da alvenaria estrutural com blocos de concreto, que alcança 30% (prédios de até 15 andares) a 15% (torres com 20 pavimentos), de acordo com pesquisadores de universidades renomadas, como a Poli-USP, Federal de São Carlos-SP e Federal do Rio Grande do Sul, está levando o sistema construtivo para estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul do país, que não tinham tradição de construir com blocos de concreto. A presença de grandes construtoras do Sudeste/Sul, como Cyrela, Gafisa, MRV e Direcional, entre outras, ajuda a espalhar esse sistema construtivo pelo Brasil. Em Natal, no Rio Grande do Norte, por exemplo, construtoras sediadas em São Paulo e que passaram a atuar no aquecido mercado da capital potiguar, como a Cyrela e a Rossi, entre outras, já desenvolvem mais de dez empreendimentos, alguns deles com mais de 400 unidades em torres de 19 e 20 pavimentos.


Praticidade na execução tem sido um importante diferencial
Em Pernambuco, a mineira MRV utiliza a alvenaria estrutural com blocos de concreto para executar o empreendimento Condomínio Praia da Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, município da Grande Recife. Ali, estão sendo construídas 27 torres de oito pavimentos cada, num total de 864 apartamentos de 54 m2 cada, voltados para as classes de renda intermediárias. “A grande vantagem da alvenaria estrutural com blocos de concreto é que a obra já sai praticamente pronta, com menos mão de obra – o fundamental é o pedreiro-bloqueiro, especializado no assentamento de blocos. Não há carpintaria, praticamente”, explica o engenheiro Glaysson Moraes, responsável pela obra da MRV, que utiliza o sistema desde sua fundação, há 30 anos.
Com os investimentos previstos pelo governo federal de R$ 126 bilhões para a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que vai até 2014 e prevê a construção de 2 milhões de unidades, a tendência é de o uso do sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto se espraiar ainda mais pelo país. No Centro-Oeste, esse sistema também está presente em obras na região de Brasília, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.
Nesses estados, construtoras e incorporadoras como as mineiras MRV e Direcional, a paranaense Plaenge e a paulista Brookfield desenvolvem empreendimentos com até mil unidades cada, recorrendo à alvenaria estrutural com blocos de concreto. “Hoje, temos fabricantes de qualidade e com capacidade de atender à demanda crescente por part e das construtoras”, afirma o engenheiro Fernando Crosara, gerente da regional Centro-Oeste da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).
Nos estados da região Sul do país, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a situação se repete. Grandes construtoras mineiras e paulistas, como Cyrela/Living, Rossi, MRV, Gafisa, Tenda, e paranenses, como a Plaenge, se juntam a construtoras locais na escolha da alvenaria estrutural com blocos de concreto como sistema construtivo para erguer atualmente mais de 20 empreendimentos voltados para a classe média e a baixa renda. “As pequenas empresas também estão adotando a alvenaria estrutural, de olho nos até 30% de economia em relação à construção convencional que o sistema oferece”, revela Alexsander Maschio, gerente da Regional Sul da ABCP.
“O fato de a maioria das regiões brasileiras contar com fabricantes de bloco que possuem o Selo de Qualidade da ABCP, que representa uma garantia de produção em conformidade com as normas brasileiras, tem incentivado essa expansão da alvenaria estrutural com blocos de concreto”, avalia o arquiteto Carlos Alberto Tauil, consultor técnico da BlocoBrasil-Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto.  As 53 empresas fabricantes de blocos associadas à BlocoBrasil têm capacidade produtiva instalada de de 56,357 milhões de blocos por mês, suficientes para a produção de 56 mil unidades habitacionais de 50 m2 mensalmente.

28 de ago. de 2011

BLOCOS DE EPS (ISOPOR®) SÃO UTILIZADOS NA DUPLICAÇÃO DA RODOVIA BR 101 NO NORDESTE


Aplicado na estrutura resolve dificuldades com solos moles e evita deformações na pista.

Blocos de EPS (Isopor®) foram utilizados em substituição ao solo compactado na duplicação da Rodovia BR 101, na cabeceira da ponte sobre o rio Preto, no estado da Paraíba.  Foram usados 7.000 m³ de EPS em blocos com dimensões de 4 metros de comprimento, por 1,25 m de largura e 1 m de altura, fornecidos pela Knauf Isopor, unidade Cabo de Santo Agostinho (PE). Esta é a primeira obra em estradas da região que utiliza o conceito de aterro ultraleve, com aplicação de isopor em solos moles.

Largamente adotada nos Estados Unidos e Europa, a aplicação do EPS em estradas ainda é pouco conhecida no Brasil. O seu uso na estrutura resolve dificuldades com solos moles, substituindo o tradicional aterramento, e serve como base para receber o asfalto, evitando recalques na pista, comuns quando utilizado a terra neste tipo de solo.

Descrição: trecho BR 101.JPG
Cabeceira da Ponte do Rio Preto (PB) – preparação de terreno para receber blocos de EPS Isopor®

De acordo com João Marcelo Bortoloto, Gerente Comercial da Knauf Isoporempresa dona da marca registrada Isopor®, e fornecedora deste Isopor® para obra, um dos principais problemas na construção de rodovias é o chamado solo compressível localizado próximo aos leitos dos rios, que são camadas de aterros onde a presença de material orgânico é predominante. “Para resolver as dificuldades com a baixa resistência nestas áreas são aplicados blocos de EPS”, explica o profissional.

Descrição: 1ª camada acentamento dos blocos.JPG
Primeira camada – assentamento de blocos no solo.

Neste trecho da BR 101, os blocos de EPS foram colocados na cabeceira da ponte em 5 camadas de 90 metros de extensão, em área de 1.430 m² . Foram utilizados 1.400 blocos, cobertos por um filme plástico (PEAD)  protegidos por concreto, sobre o qual se aplicou uma camada menor de aterro tradicional. Após essa etapa, outro pavimento de concreto foi colocado, com cerca de   44  cm concluindo assim toda estrutura.

“O bloco de EPS foi escolhido por ser resistente à compressão, bem mais leve que os outros materiais, proporcionando uma redução na pressão exercida em cima desses solos, e pelo seu baixo custo em comparação com outras tecnologias. Outra qualidade do isopor é ser totalmente reciclável e a sua decomposição levar cerca de 400 anos, o que garante a segurança e a estabilidade ao terreno onde foi aplicado”, ressalta o Gerente Comercial.

Descrição: 1ª camada colocação de blocos.JPGColocação dos blocos feita pelo Exército – 2º BEC (Batalhão de Engenharia e Construção).

Com 59,4 quilômetros de extensão, a duplicação da BR-101, no chamado "Corredor Nordeste", começa na entrada do município de Lucena, na Paraíba, e se estende até a divisa com o estado de Pernambuco. A obra faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT/PB) e do 1ºBatalhão de Engenharia de Construção do Exército.

A elaboração deste projeto e acompanhamento da aplicação do EPS (Isopor®) nesta obra foi da Geoprojetos Engenharia Ltda, empresa de projetos geotécnicos, especializada em projetos e obras para solos moles, responsável também pelo projeto da Vila do Panamericano (RJ), com utilização do EPS.

Descrição: 1ª camada nivelamento.JPGNivelamento da primeira camada.


Descrição: DSC01842.JPGTerceira camada de blocos.
 
Descrição: DSC01848.JPG
Aplicações dos blocos (quarta camada).
 
Descrição: DSC01887.JPG 
Conclusão da quinta camada de blocos de Isopor e início da aplicação de concreto.


Descrição: DSC01976.JPG
Blocos de Isopor envolvidos por filme de polietileno.
 
Descrição: DSC01973.JPG
Concreto sobre filme de PEAD e tela metálica.

15 de ago. de 2011

Menos entulho no meio ambiente



Se para muitos obra é sinônimo de estresse, para o meio ambiente é sinônimo de poluição. De acordo com dados oferecidos pela mestre em arquitetura, 20% a 30% de uma construção convencional é entulho. Com isso, o prejuízo vai além do bolso de quem constrói, atingindo o meio ambiente a medida que degrada a natureza.
Com uma equipe responsável e competente, é possível construir uma casa com alvenaria estrutural desperdiçando o mínimo possível. A começar pela quantidade de blocos, pois um projeto bem feito consegue calcular o número exato de material. Aliado a isso está a menor quantidade de ferro, madeira e cimento desperdiçado.
Outro fator que ameniza a carga dispensada no meio ambiente é a diminuição do quebra-quebra de parede na hora de colocar as tubulações de água e luz. Toda a parte elétrica e hidráulica, inclusive o local os interruptores, é decidida já no projeto, pois as tubulações são embutidas nos furos dos blocos, conforme as paredes vão subindo. Alívio para a natureza e ponto para a alvenaria estrutural com blocos !

13 de ago. de 2011

Mercado de blocos de concreto segue com otimismo em alta



Pesquisa aponta que metade dos fabricantes do setor espera crescer entre 10% e 20% neste semestre.

Lançamentos voltados para segmentos de média e baixa renda, programas habitacionais como Minha Casa, Minha Vida e obras para megaeventos como a Copa de 2014, favorecem o cenário e estimulam investimentos futuros.

Dados da pesquisa semestral realizada no mês de junho pela Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto (BlocoBrasil), apontaram otimismo e grandes expectativas para a atividade econômica do setor no segundo semestre de 2011. O objetivo da pesquisa, feita com os associados da BlocoBrasil, foi identificar as macrotendências setoriais do mercado pré-fabricados leves (blocos e pisos) de concreto e a expectativa de crescimento dos fabricantes.

Os resultados apontaram que cerca de 50% dos industriais do setor esperam que o desempenho da empresa cresça em até 20% nos próximos seis meses, enquanto o restante estima crescimento acima dos 20%, em relação ao primeiro semestre. Dentre os fatores responsáveis por essa melhora na indústria de concreto, 75% apontam o aquecimento da economia, que estimulou o crescimento do mercado imobiliário, as obras de infraestrutura relacionadas à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016 e programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida.

Para o mercado de trabalho, os dados são favoráveis. De acordo com a pesquisa, nenhum associado da BlocoBrasil prevê redução das atividades neste semestre; caso seja necessário aplicar alguma mudança na empresa, será somente a adoção de medidas para aumentar a produção. Entre essas medidas, o aumento do número de funcionários e a aquisição de novos equipamentos serão as primeiras atitudes a serem tomadas.

Nos últimos três anos, 98% das empresas associadas realizaram investimentos em máquinas e equipamentos e em contratação de funcionários que resultaram na ampliação da produção e do faturamento.
Veja abaixo quadro com os dados completos da pesquisa.

Perspectivas das empresas do setor para o segundo semestre de 2011
Em relação ao desempenho, sua empresa espera para este segundo semestre de 2011
Manter o nível atual 18,1%
Crescer
Até 10% 10,8%
Entre 10% e 20% 39,1%
Entre 20% e 30% 6,5%
Acima de 30% 21,7%
Reduzir atividades
Entre 5% e 10% 4,3%

Quais os fatores que devem influir nesse desempenho
Programa habitacional do governo (Minha Casa, Minha Vida) 22,6%
Mercado imobiliário 25%
Economia aquecida 25%
Obras de infraestrutura 25%
Outros (especificar) falta de matéria-prima e mão de obra. 2,23%
Em caso de crescimento, quais as medidas que a empresa pretende adotar
Contratar mais funcionários 26%
Adquirir novos equipamentos 50%

Adotar medidas para aumento da produtividade (especificar):
Treinamento, novas tecnologias, novos equipamentos, hora extra. 24%
Em caso de diminuição das atividades, quais as medidas que a empresa pretende adotar
Reduzir número de funcionários 37,5%
Reduzir turnos/ de trabalho 50%

Outros: Não perder o quadro de funcionários atuais. 12,5%
Sua empresa realizou investimentos nos últimos três anos?
Sim 97,7%
Não 2,2%

Caso tenha realizado, cite as áreas:
Máquinas e equipamentos 49,3%
Aumento de turnos 18,9%
Contratação de funcionários 31,6%
Esses investimentos resultaram em:
Ampliação da produção 45%
Ampliação do faturamento 48,7%
Manutenção do faturamento 6,2%

Responderam à pesquisa 44 empresas associadas da BlocoBrasil- Associação Brasileira da Indústria de Bloco de Concreto.