Bem Vindos


Caro leitor, bem vindo ao blog da Usimak

Este espaço serve sobre tudo para divulgar notícias, produtos, ideias e para estimular a discussão.
Esclarecer dúvidas e sugestões em relação a nossos produtos atuais e também sobre novos produtos em desenvolvimento.
Espero que este espaço seja útil para todos. Todas as sugestões são bem vindas.

Pesquisar este blog

anúncios

21 de abr. de 2012

Empresa curitibana lança solução inteligente de moradia


Sala de estar, sala de jantar, escritório, cozinha, lavanderia, banheiro e quarto. Tudo em 18 metros quadrados. (foto: Divulgação)
A Tecverde apresenta ao público curitibano no próximo dia 25 uma nova solução em moradia. Trata-se da unidade conceito Cocoon, um objeto móvel habitacional que utiliza tecnologia sustentável e pratica o aproveitamento máximo de espaços com o mínimo de impacto. A solução inteligente ficará em exposição no pátio da loja Tok & Stok (Rua Martim Afonso), uma das parceiras do projeto junto a Paysage e o artista plástico André Mendes. 
 
Segundo Caio Bonatto, diretor geral da Tecverde, o Cocoon foi criado para oferecer uma solução mais descolada, compacta, sustentável e inteligente de moradia. “O objetivo é levar uma proposta para vilas universitárias, vilas de obras de grande porte, casas de praia ou de campo“, conta ele. 
 
Na oportunidade a Tecverde aproveita para mostrar ao público a nova forma de construção aplicada pela empresa que revoluciona a construção civil no Brasil, “a Tecverde se fundamentou em construir casas de alto padrão usando a tecnologia woodframe, desenvolvidas de acordo com o gosto do cliente, com o mínimo de impacto ambiental. Por ser um processo industrial de construção, o prazo de entrega é até seis vezes menor do que o processo normal e ainda as casas podem ser escolhidas facilmente pela internet”. O Cocoon chega como um projeto alternativo da Tecverde para que todos tenham a oportunidade de ter uma casa ecológica.
 
Diferenciais - O Cocoon é um projeto desenvolvido pela Tecverde, com a coordenação do arquiteto Pedro Moreira e possui 18 metros quadrados bem aproveitados. Apesar do espaço restrito, a casa conceito é formada por dois cômodos que se transformam em muitos: uma sala-cozinha, que também pode ser quarto, escritório e lavanderia e um banheiro. 
 
“O projeto foi concebido baseado nas arquiteturas navais e japonesas, que são boas em aproveitar pequenos espaços. Temos o conceito de que cada espaço pode ter muito mais do que apenas uma única funcionalidade. Há situações em que basta um pequeno espaço com todas as funções que a pessoa precisa - quarto, cozinha, lavanderia, banheiro, sala de jantar e estar. Conseguimos colocar tudo isso em 18m²“, explica Bonatto.
 
Tecnologia e sustentabilidade - O próprio material com que foi feito o Cocoon já é um diferencial. O woodframe, tecnologia trazida pela Tecverde da Alemanha, é altamente durável e garante sustentabilidade ao longo de todo o processo, com redução de emissão de CO2 na construção, melhor eficiência térmica e ainda prazos de construção reduzidos em até seis vezes.
 
Além disso, o Cocoon possui sistema de automação de câmeras, sistema de segurança e iluminação por celular; isolamento térmico e acústico integral, iluminação LED e painéis solares para aquecimento de água. Na unidade conceito ainda pode ser instalado um sistema de reaproveitamento de água da chuva e tratamento de esgoto local (quando não há conexão com a rede). Outro diferencial é o teto verde, que utiliza matéria prima renovável e proporciona maior conforto térmico e acústico. 
 
O Cocoon foi produzido e montado na fábrica da Tecverde, com mobiliário e equipamentos instalados ainda na fábrica. “O objetivo é que o Cocoon seja entregue pronto, todo mobiliado e acabado. A ideia é a pessoa escolher o Cocoon pela internet, personalizá-lo, contratar o financiamento Santander pela internet e receber o objeto instalado em seu terreno ou em alguma Vila Cocoon em menos de 15 dias”, explica. 
 
E isso deve acontecer em breve. Segundo Caio, em 2012 o novo conceito proposto pela Tecverde será testado, para então, em 2013, ser lançado comercialmente.
 
“O Cocoon representa o conceito de inovação em sustentabilidade e experiência de construção que a Tecverde desenvolve. Não somos uma construtora boa em empilhar tijolos. Somos excelentes em levarmos para o mercado as soluções mais eficientes e avançadas para construção. O Cocoon é um exemplo de inovação para o mercado que ele propõe atingir“, diz.
 
Exposição - O Cocoon que ficara exposto no pátio da Tok & Stok ainda conta com mais alguns diferenciais. Além de já vir com móveis integrados e feitos sob medida, a decoração da unidade fica por conta da Tok & Stok, parceira do lançamento e grande incentivadora da inovação sustentável da Tecverde. 
 
Por fora, ainda é possível conferir a obra do artista plástico André Mendes, que mostra como é possível levar a arte para o urbano. 
 
O Cocoon ficará em exposição na loja da Tok & Stok da Martim Afonso por um mês a partir do dia 25. O horário para visitação será o mesmo da loja: das 9h às 20hs.
 
Sobre a Tecverde e o Woodframe
 
Localizada em Curitiba e desde 2010 atuando no sul e no sudeste brasileiro, a Tecverde se baseia em um conceito inovador de construir casas no Brasil. As grandes dificuldades encontradas no meio tradicional de construção de casas, como custos e prazos incertos, comum em um mercado dependente de mão-de-obra pouco qualificada e com baixos níveis de industrialização, são eliminadas no processo de construção Tecverde. 

A tecnologia utilizada, chamada de woodframe, foi a escolhida, pois foi a que melhor conseguiu reunir aspectos de industrialização (sem limitar a flexibilidade de personalização dos projetos), agilidade, conforto e sustentabilidade. As casas Tecverde são produzidas em um prazo até seis vezes menor que o processo de construção tradicional e ainda reduz os desperdícios em até 85% e as emissões de CO2 em até 80%. 
 
Além disso, os benefícios para o meio ambiente e para o bolso continuam depois da obra entregue, gera economia de 20 a 25% devido ao sistema térmico-acústico que oferece eficiência térmica duas vezes superior a uma casa convencional.
 
“A Tecverde oferece uma tecnologia avançada, mas com a mesma ou melhor sensação, estética, resistência, durabilidade, solidez, flexibilidade de uma casa de tijolos e concreto”, ressalta Bonatto.
 
Essa tecnologia foi transferida da Alemanha para a Tecverde com apoio técnico de um convênio com o Ministério da Economia de Baden Wurttemberg e apoio da FIEP, SENAI e outras 34 empresas. Aqui no Brasil foi topicalizada, isto é, foi adaptada em relação a algumas características presentes na tecnologia utilizada no exterior. 

20 de abr. de 2012

Inserção de tecnologia na construção civil


A inserção de tecnologias no setor permite que as empresas controlem o crescimento e evitem o aumento de custo desordenado
$alttext
Tablet veio para facilitar a vida das Empresas da construção civil
A construção civil passa hoje por um cenário extremamente positivo. A disponibilidade de crédito, o aumento da renda média da população e o crescimento da população economicamente ativa cria no mercado da construção civil um momento de oportunidade. Neste momento, as empresas deste mercado encontram muitas oportunidades e aumentam suas estruturas físicas e de pessoal, bem como assumem compromissos financeiros. Ocorre que este aumento de estrutura implica em aumento direto de custos. A avaliação é do gerente comercial da Softplan (Unidade Indústria da Construção), Marcus Vinícius Anselmo, que na última semana ministrou a palestra “A evolução na gestão das empresas de construção civil” aos trabalhadores da indústria da construção civil da região oeste catarinense.
De acordo com ele, a inserção de tecnologias, especialmente na gestão e controle de processos internos, quer sejam administrativos ou produtivos, permite que as empresas controlem esse crescimento, evitando o aumento de custo desordenado, típico de cenários de amplo crescimento. Segundo Anselmo, o primeiro ponto é a empresa fazer uma análise interna, identificando o quanto está pronta para a adoção de tecnologias e quais são seus objetivos. Para o profissional, a tecnologia aplicada à gestão pode ajudar três diferentes níveis - Operação, reduzindo tempo e custo de atividades operacionais como cobrança e pagamentos; Controle, ajudando na atividade-fim da empresa da construção, auxiliando a manter prazos de projetos ou gerir as vendas de empreendimentos; Gestão, permitindo identificar oportunidades de ganho de receita, aumento de margem ou redução de custo. “Com esta definição, a empresa deve buscar parceiros que entendam a situação da empresa e demonstrem capacidade de atender essas expectativas”, destaca.
Conforme o gerente, a primeira e mais importante das tecnologias é o uso da mobilidade. “Estudos já mostraram que empresas do segmento da construção civil tiveram dificuldade, no passado, na implementação de sistemas de gestão, já que é difícil o uso de computadores fixos nos ambientes de obra e estande de vendas. O advento de dispositivos móveis (tablets, como o Ipad) e sistemas de gestão que rodam nestes dispositivos, permite, hoje, que empresas deste segmento façam o controle da construção, dos suprimentos e da qualidade diretamente na obra, ou de vendas diretamente no estande”, explica. Outra tecnologia importante, destacada pelo profissional da área, é a computação nas nuvens. O uso de sistemas deste tipo permite que empresas façam a gestão de seus processos, como controle de caixa e compras diretamente na internet, sem a necessidade de compra de um servidor ou contratação de profissionais especializados. Os sistemas em datacenter, ou nas nuvens, permitem que profissionais acessem informações da empresa de qualquer lugar, com toda a segurança, da mesma forma que o site de uma instituição bancária, por exemplo.
“O mercado, bastante aquecido, com a demanda além da oferta, abre a possibilidade de melhoria de volumes e margens. Os desafios hoje estão relacionados à disponibilidade de mão de obra (qualitativa e quantitativamente), disponibilidade de insumos e crescimento sustentável. É importante que a empresa que queira se manter no mercado execute seu crescimento de forma estruturada, evitando o inchaço comum nestes momentos,  muitas vezes causado pelo conjunto de urgência das oportunidades e disponibilidade de receita. É importante que a empresa mantenha seus níveis de qualidade, seja o percebido pelo mercado, seja na efetividade dos processos internos. Nisso, a tecnologia tem um papel fundamental, pois permite que, mesmo com o aumento de obras, pessoas, compras e custos, os engenheiros e diretores continuem acompanhando no detalhe a atuação da empresa e consigam manter bons resultados”, acrescenta Marcos Anselmo.

14 de abr. de 2012

Pedra (agregado graúdo) para Construção


No concreto usado na construção civil, pode-se usar tanto as britas quanto os pedregulhos, conforme o caso. O importante é que sejam materiais de boa resistência, limpos e com granulação uniforme para que possam ser dosados de forma a obter uma massa de concreto econômica e com a maior resistência possível. Para isto, alguns cuidados são necessários.
Na tecnologia do concreto convencionou-se chamar de “Areia” ou “Agregado Miúdo” ao material de pequena granulometria (menor que 5 mm) resultante da desfragmentação de rochas. No mesmo conceito, chama-se “Pedra” ao material de granulometria acima de 5 mm, ou seja, as pedras são as “irmãs” maiores da areia. As pedras também resultam da desagregação de rochas, seja por processos naturais, quando são chamadas de “Pedregulho” ou pela ação do homem, quando recebe o nome de “Pedra Britada”, devido ao processo usado na desagregação que é chamado de “Britagem”, feito pelas “Britadeiras”. Neste artigo, chamare-mos de “Pedra” todo o agregado graúdo, tanto a brita como o pedregulho. 


Classificação

A classificação das pedras é feita basicamente pelo seu diâmetro, sendo que esta classificação varia um pouco. Veja a seguir uma classificação corrente:
PedrasTamanhoObservações e usos
Matacões40Muros de arrimo, fundações, concreto ciclópico
Pedra de mão10 a 30Muros de arrimo, fundações, concreto ciclópico
57,5 a 10Usada em base de pavimento
45 a 7,5Usada em base de pavimento
32,5 a 5Usada em base de pavimento
22 a 2,5Usada em concreto
11 a 2Chamada de cascalho e usada em concreto
Limite de pedra0,5 a 1Chamada de pedrisco
Areia grossaMenor que 0,5Usada em concreto com agregado miúdo


Como se vê na tabela acima, dependendo da granulometria os agregados para concreto vão desde a areia (grãos menos que 0,5 cm) até os matacões (grãos maiores que 40 cm) passando pelo pedrisco e a pedra de mão. A granulometria deve ser escolhida pelo engenheiro da obra em função do uso do concreto, da disponibilidade no local, do preço do agregado e da resistência final que se espera do concreto. 

Observações e Informações importantes 

Na preparação de concreto há a necessidade de obter uma mistura de agregados (areia e pedras) que seja a mais compacta possível. Para tanto, mistura-se pelo menos 2 tipos de pedra -- em geral, brita 1 e brita 2, ou seja, uma maior e outra menor. A idéia é que a menor encha os espaços vazios das maiores; o resto dos vazios (aqueles visíveis a olho nú) será enchido pela areia enquanto os vazios restantes (minúsculos) serão preenchidos pelo cimento molhado. Veja a figura ao lado, do lado esquerdo está uma mistura de dois tamanhos de pedra resultando em uma mistura bem granulada pois é mais compacta, ou seja, tem menos vasios. Já a figura da direita mostra um concreto feito com agregados de mesmo tamanho, o resultado é uma massa com muitos vazios e que e, portanto, é menos desejável pois aumenta o consumo de areia e, principalmente, de cimento. 

Para determinar rapidamente a melhor proporção de mistura entre várias pedras para obter a melhor compacidade (menor quantidade de vazios), pode-se usar o”teste das latas” (veja artigo). 

Ao contrário do acontece com a areia, na preparação de concreto não importa tanto se a pedra está ou não úmida. Isto porque a umidade que a brita pode trazer é muito inferior à umidade que pode ser carregada na areia (veja artigo). 

No mercado de materiais de construção é fácil encontrar o agregado graúdo já devidamente classificado, ou seja, pedrisco, pedra 1, pedra 2 e matacões. A brita misturada -– ou seja, não classificada -- é chamada de “bica corrida” e só deve ser usada em concreto onde a qualidade e resistência não seja tão importante como, por exemplo, em contrapisos ou muros de arrimo que usa concreto ciclópico, onde o que importa é mais o peso da estrutura do que a resistência à tração do concreto. 

Além da resistência e do consumo de cimento, a seleção das britas a serem usadas em concreto armado está ligada também à limitação de espaço entre as armaduras e entre as formas. Se o espaçamento for grande podemos usar pedras maiores que a brita 1 e brita 2. Em concreto ciclópico (que tem baixa taxa de armadura) pode usar pedras grandes, chamados de “matacões” (pedras enormes). Reza a norma ABNT que “a dimensão máxima característica do agregado, considerado em sua totalidade, deverá ser menor que 1/4 da menor distância entre as faces da forma e 1/3 da espessura das lajes”. Ela também nos diz que “nas vigas o espaço livre entre duas barras não deve ser menor que 1,2 vezes a dimensão máxima do agregado nas camadas horizontais e 0,5 vezes a mesma dimensão no plano vertical”.

Pré-fabricação de concreto se firma no mercado da construção civil


A pré-fabricação de edifícios gerou mais de R 5,5 bilhões de receita em 2010 e a tendência desse mercado é crescer em volume de obras e faturamento. O número faz parte de um levantamento divulgado pelo site site Métrica Industrial www.metricaindustrial.com.br, que teve como fonte 13 empresas do setor e a Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto ABCIC, que representam cerca de 25 da produção realizada em fábricas consolidadas.

Iria Lícia Oliva Doniak, engenheira e presidente executiva da ABCIC, fará a palestra de abertura de 3ª Semana de Tecnologia da Construção, que a Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto AEAARP promove a partir de segunda-feira 16.

Segundo o SindusCon-SP, o setor da construção civil cresceu 4,8 em 2011. Além disso, o nível de emprego do setor aumentou cerca de 9 em relação ao ano anterior. O sindicato espera que o PIB da construção cresça 5.

A executiva da ABCIC observa que a construção industrializada é impulsionada pela demanda por infraestrutura. Na palestra que vai ministrar na AEAARP, Iria falará sobre “A pré-fabricação em concreto e sua importância para a industrialização da construção civil no Brasil”.

Veja abaixo a programação completa da 3ª Semana de Tecnologia da Construção.

Inmetro padroniza critérios de comercialização de blocos de concreto


Marcelo Scandaroli

































Produtos deverão ser embalados e possuir indicações de tamanho, número de unidades e identificação do fabricante

O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), por meio da portaria 15/2011, estabeleceu novas normas para a comercialização dos blocos de concreto para alvenaria. Os blocos deverão ser embalados e possuir indicações como largura, altura, comprimento, número de unidades e número de identificação do fabricante.

O órgão responsável pela fiscalização será o Instituto de Pesos e Medidas do Espírito Santo (Ipem-ES) e as empresas que não cumprirem os padrões de qualidade receberão multas entre R$ 150 a R$ 1,5 milhão. Ainda não há uma data para o início da fiscalização. 

Com a nova regulamentação, o consumidor terá melhores informações sobre o produto que adquirir. Caso queira fazer reclamações ou denunciar blocos fora do padrão exigido, o comprador deve entrar em contato com o Ipem pelo telefone 0800-039-1112.