O arquiteto italiano Arturo Vittori desenvolveu um captor de vapor de
água para regiões carentes de água potável para o consumo. Para
funcionar, o sistema WarkaWater dispensa a alta tecnologia, sendo ideal
para lugares que precisem de seu uso acessível e prático.
Sua estrutura é de bambu ou talos de juncus, o interior é revestido
por malha de plástico (parecido com sacos utilizados para guardar frutas
e legumes), e as fibras de náilon e polipropileno auxiliam na captação
das gotículas do orvalho. Quando a água escorre pela forragem, é
encaminhada para uma bacia instalada na parte de baixo da torre.
A iniciativa para que o projeto fosse desenvolvido surgiu após uma
visita do arquiteto ao norte da Etiópia, pois lá as pessoas possuem
dificuldades extremas para conseguirem água, além da distância que
precisam andar para chegar às lagoas, que infelizmente são contaminadas.
Vittori garante que depois que os moradores adquirem conhecimento
sobre a fabricação do sistema, eles serão capazes de construir e até
mesmo de ensinar outras comunidades a erguerem suas próprias torres.
O trabalho está sendo desenvolvido há dois anos pelo arquiteto e a
sua intenção é de torná-lo o mais eficiente possível, para que, em 2015,
os primeiros modelos sejam instalados na Etiópia.
Cada captador de água custa em torno de US$ 550 e são necessários apenas
quatro pessoas e uma semana para a construção do invento com materiais
locais. A proposta é de garantir água e sustentabilidade em todos os
sentidos.
Origem:
http://blogaecweb.com.br/blog/invento-resolve-falta-de-agua-em-regioes-carentes/
Bem Vindos
Este espaço serve sobre tudo para divulgar notícias, produtos, ideias e para estimular a discussão.
Esclarecer dúvidas e sugestões em relação a nossos produtos atuais e também sobre novos produtos em desenvolvimento.
Espero que este espaço seja útil para todos. Todas as sugestões são bem vindas.
Pesquisar este blog
anúncios
15 de ago. de 2014
Com novo formato, gerador é capaz de captar a energia solar da lua
Diferente dos painéis solares, a invenção do alemão André Broessel, chamada de Rawlemon, tem o objetivo de mudar a estética e eficiência de um gerador de energia. Pensando nisso, André criou uma lente esférica que funciona até durante a noite, captando a energia solar gerada pela lua.
Seu funcionamento é simples: o globo é enchido com água, que amplia os raios solares em mais de 10 mil vezes, tornando possível captar a energia da lua, ou até mesmo a do sol em dias nublados, onde quer que esteja. Os pequenos painéis fotovoltaicos situam-se logo abaixo da bola e são atingidos pelos raios ampliados. O conceito do globo envolve uma esfera que refrata a luz em um raio e a concentra em um ponto de distribuição.
Por causa da movimentação constante do sol e da lua, Broessel projetou um microrrastreador que segue o curso do Sol no céu, movendo os painéis. Esse sistema, em conjunto com a lente esférica, torna o Rawlemon até 70% mais eficiente do que painéis tradicionais.
Origem:
http://blogaecweb.com.br/blog/com-novo-formato-gerador-e-capaz-de-captar-energia-solar-da-lua/
14 de ago. de 2014
Oásis autossustentável aproveita calor do deserto para produzir energia
O projeto “Palácio da Natureza”
é um oásis ecológico e autossustentável de alto luxo, planejado para
ser construído no deserto do Qatar. Movido a energia produzida pelo sol
escaldante da região, o local também conta com um sistema de
dessalinização da água do mar e todas as atividades giram em torno de
uma grande árvore nativa do país, a sidra, cuja copa serve de cobertura
para áreas de convivência, hortas, jardins e fontes.
Projetado pelos arquitetos do escritório Sanzpont Arquitectura, o espaço
principal do oásis ecológico fica abrigado debaixo de uma cúpula,
sustentada pela copa da grande árvore. Com sua forma irregular, a
cobertura permite a entrada de luz natural no ambiente, priorizando a
eficiência energética ao mesmo tempo em que prevê as condições de clima e
iluminação ideais para as plantas que se desenvolvem debaixo da cúpula
O oásis autossustentável utilizará um aquífero com as águas do oceano,
que serão dessalinizadas não só para consumo e irrigação, mas também
para driblar o calor intenso e a baixa umidade do deserto, por meio de
um sistema de nebulização. O processo de retirada do sal e dos resíduos
da água será realizado por meio de um mecanismo de eletrodiálise,
possibilitado pela energia gerada através dos painéis fotovoltaicos.
A ventilação natural é outra medida de construção ecológica valorizada
no projeto, que dispensa o uso de ar condicionado nas acomodações.
Durante a noite, a estrutura recebe iluminação artística proporcionada
por lâmpadas LED, que são abastecidas com a eletricidade acumulada nos
painéis fotovoltaicos ao longo do dia
No oásis também fica localizado o palácio, que, em sua estrutura
exuberante, abriga pavilhões que possuem jardins e hortas internas. Para
elaborar o projeto, os arquitetos se inspiraram nas características
arquitetônicas árabes, que, indiscutivelmente, fazem parte da cultura
local. Além disso, um dos objetivos da construção é mostrar que, nem
sempre, o luxo precisa ser sinônimo de degradação ambiental.
Origem:
http://raisisdoser.blogspot.com.br/2013/12/oasis-autossustentavel-aproveita-calor.html
Marcadores:
alvenaria estrutural,
aproveitamento de resíduos,
arquitetura,
Construção limpa,
ideias novas,
inovação,
interessante,
meio ambiente,
obra sustentavel,
reaproveitamento
13 de ago. de 2014
Tecnologia promete acabar com os fios de eletricidade em casa
Imagine não ser obrigado a ficar parado junto à tomada esperando o celular carregar enquanto conversa com alguém, ou ter a liberdade de levar seu abajur a qualquer canto da casa sem se preocupar com a tomada. É o propõe a startup WiTricity, criadora de uma tecnologia capaz de garantir esse tipo de facilidade.
O produto em questão desenvolve um campo magnético no ambiente,
espalhando a eletricidade que está ligada a uma fonte ressonadora: uma
bobina de fio elétrico.
Quando outra bobina é colocada próxima àquela, cria-se o campo magnético
e os aparelhos eletrônicos que entrarem nesse espaço passam a ser
alimentados. Não há riscos às pessoas porque o campo é o mesmo utilizado
por roteadores Wi-Fi.
Seria possível usar a tecnologia em celulares, laptops, tablets,
controles de televisão (e na própria TV) e uma série de outras coisas
comuns, como lâmpadas. Para isso, basta anexar uma bobina às baterias.
Outra possibilidade está no carros, que podem ser carregados dessa
forma. Indo mais longe, dá para construir uma estrada cheia de
ressonadores e assim os carros elétricos sequer precisariam de baterias,
pois seriam alimentados conforme trafegam.
Origem:
http://raisisdoser.blogspot.com.br/2014/03/tecnologia-promete-acabar-com-os-fios.html
12 de ago. de 2014
Arquiteto projeta cúpulas sustentáveis para habitação e abrigo de refugiados
Casa residencial em formato de cúpula é o resultado de um tipo de
construção nada convencional – apesar de ter sido desenvolvido na década
de 60 -, que está em análise e poderá ser usado em dois projetos:
abrigo para refugiados e habitação de baixo custo.
A técnica batizada de Binishell consiste em inflar balões para servirem
como fôrmas, por cima delas é colocado o concreto e o restante dos
materiais. O arquiteto Dante Bini foi quem patenteou a ideia e, na
época, ajudou a reduzir o tempo e o custo das construções – uma vez que
os moldes tradicionais eram bastante caros. Agora, seu filho Nicoló
Bini, está propondo novas construções utilizando esse método.
"É uma alternativa a habitação de baixo custo que é melhor do ponto de
vista ambiental e humanitário. Temos um produto permanente que não é
apenas mais verde, mas também mais rápido para construir do que outros
sistemas", afirmou ele.
Nesse tipo de construção, são integrados sistemas que reduzem o consumo
de energia em até 75% em relação aos métodos tradicionais. É necessária
uma quantidade menor de materiais, que devem ser comprados na localidade
do morador. Há redução de custo tanto ambiental quanto financeira.
Além disso, é possível criar uma estrutura resistente aos desastres
naturais. Em tais situações, o projeto ainda se mostraria eficaz pela
rapidez com que as paredes podem ser erguidas – o que seria extremamente
importante em casos emergenciais.
Origem:
http://raisisdoser.blogspot.com.br/2014/08/arquiteto-projeta-cupulas-sustentaveis.html
Marcadores:
aproveitamento de resíduos,
aquecimento da construção civil,
arquitetura,
Construção limpa,
ideias novas,
inovação,
interessante,
meio ambiente,
obra sustentavel
Assinar:
Postagens (Atom)




















