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16 de jul. de 2014

Empresa chinesa constrói dez casas com impressora 3D em 24 horas

Imóveis de 200 m² que serão usados como escritórios têm paredes feitas com finas camadas sobrepostas


A empresa chinesa Winsun New Materials, sediada em Suzhou, construiu dez casas de 200 m² no período de 24 horas utilizando impressoras 3D de 6,5 metros de altura. O dispositivo, que utiliza cimento e fibra de vidro para produzir materiais construtivos, demorou 12 anos para ser desenvolvido e custou cerca de 3 milhões de euros. A Winsun estima que, em seu processo de impressão, seja usada metade do valor necessário para construções com métodos tradicionais.

As paredes das casas, que serão usadas como pequenos escritórios, foram feitas com camadas sobrepostas e o processo de impressão, feito na Fábrica Yingchuang New Materials’s, se deu com até quatro impressoras 3D operando ao mesmo tempo.

A única parte que não foi impressa é a dos telhados. Segundo a Winson, ainda levará um tempo até que a tecnologia da impressora seja capaz de produzir as telhas.

Alinhados às leis ambientais da China, a empresa planeja utilizar resíduos de demolição na construção de novos edifícios por meio da impressão 3D
Origem:
https://construcaocivilpet.wordpress.com/2014/05/05/empresa-chinesa-constroi-dez-casas-com-impressora-3d-em-24-horas/

15 de jul. de 2014

Rochas inteligentes vão impedir que pontes caiam




Monitoramento de erosão
Elas não são exatamente "tijolos inteligentes", mas o conceito é o mesmo.
A ideia é embutir sensores para o monitoramento das obras civis nos próprios materiais usados nas construções.
Para o monitoramento de pontes, pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri, nos Estados Unidos, desenvolveram o que eles chamam de "rochas inteligentes".
As estruturas, de formato esférico, foram projetadas para serem despejadas nas fundações das pontes e no leito dos rios ao redor da construção.
Uma das principais causas de colapsos de pontes é um processo de erosão onde o fluxo da água leva embora o solo do leito do rio, criando buracos ao redor dos pilares.
As rochas inteligentes são redondas justamente para rolar para o interior dessas fossas que se formam ao redor dos pilares, informando continuamente aos engenheiros a sua profundidade, o maior indicador de risco para a estrutura da ponte.
"É um conceito simples, mas muito útil. As rochas inteligentes seguem o rastro da progressão da erosão - conforme ela se aprofunda, as rochas também mergulham mais e mais para o fundo," explica o professor Genda Chen, que desenvolveu o projeto com seus colegas David Pommerenke e Rosa Zheng.
Rochas inteligentes vão impedir que pontes caiam
Esquema de utilização das rochas inteligentes para monitoramento da estrutura de pontes. [Imagem: Genda Chen]
Rochas ativas e passivas
O grupo está testando três abordagens para as rochas inteligentes: passivas, ativas e semiativas.
As rochas inteligentes passivas levam um ímã que pode ser lido por um magnetômetro remoto, permitindo uma medição de profundidade.
As rochas inteligentes ativas possuem uma completa eletrônica embarcada, incluindo sensor de pressão, giroscópio, temporizador, indicador de bateria e identificador individual, transmitindo dados através de comunicação sem fios.
As rochas inteligentes semiativas incluem um ímã de rotação livre, que pode ser controlado com circuitos eletrônicos apropriados.
Para suportar os rigores do ambiente, todas são recobertas com uma camada de cimento.
Os pesquisadores agora estão se preparando para retirar do rio os primeiros protótipos que eles lançaram ao redor de duas pontes e ver como a estrutura se comportou e qual será a estimativa de sua vida útil.
No caso das rochas inteligentes ativas, suas baterias duram até 10 anos.

Origem:
 http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=rochas-inteligentes-monitorar-erosao&id=010180140708#.U8Vgd7Gldtw

Cimento condutor de eletricidade aquece edifícios

Engenheiros da Universidade de Alicante, na Espanha, desenvolveram um cimento condutor de eletricidade.
O principal objetivo é transformar o cimento em um material mais funcional, executando papéis além de sua função estrutural tradicional.
"A tecnologia permite aquecer edifícios ou evitar a formação de gelo em infraestruturas como ruas, estradas, pistas de pouso e outros elementos," explica o professor Pedro Garcés.
O cimento condutor foi obtido adicionando nanotubos de carbono na composição do cimento tradicional.


"Para se obter um cimento que seja eficaz como elemento de aquecimento, ele deve ter uma baixa resistividade. Não se pode obter isso com os concretos convencionais, uma vez que eles são maus condutores de eletricidade. No entanto, isto pode ser feito com a adição de materiais condutores, tais como, por exemplo, materiais à base de carbono," acrescenta Pedro Garcés.
Os nanotubos de carbono estão entre os melhores condutores de eletricidade que se conhece.
Os testes mostraram que a adição das nanopartículas de carbono não altera as propriedades estruturais do concreto e não compromete a durabilidade das estruturas construídas com ele.
Por outro lado, a possibilidade de construir partes dessa estrutura com capacidade de conduzir eletricidade dá muito mais versatilidade ao produto.


Segundo o engenheiro, pode-se usar o concreto condutor em construções novas ou recobrir estruturas ou superfícies já existentes.
O controle térmico é obtido mediante a aplicação de corrente contínua sobre o concreto.
Segundo Garcés, os "testes deram resultados muito satisfatórios, obtendo ótimas propriedades de aquecimento do material com um consumo mínimo de energia".

Origem:
 http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cimento-condutor-eletricidade&id=010160130802#.U8UTCLGldtx

11 de jul. de 2014

Dubai Constrói Maior Centro Comercial do Mundo



Com uns impressionantes 4.5 milhões de metros quadrados de superfície, o Mall of The World será, quando finalizado, o maior centro comercial do mundo. O complexo, cuja construção arrancou recentemente, é descrito pelos promotores imobiliários como uma cidade climatizada contendo, entre outros, vastas zonas de retalho, um parque temático, centro cultural, teatros e cinemas, hospital, 20 mil quartos de hotel e uma rede de 7 quilómetros de corredores.



Origem: 

10 de jul. de 2014

Novas opções de sistemas construtivos


novas opçoes de construçao

As opções para construir uma casa têm se expandido nos últimos anos. As moradias de tijolo cerâmico estão dando lugar às de cimento e outros materiais. As alternativas prometem ser mais baratas e costumam ganhar também em sustentabilidade e tempo de execução.
_Há sistemas que montam uma casa em uma semana_ diz a arquiteta e professora Estela Boioni, do Curso Técnico em Edificações do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Para ela, que ministra a disciplina de tendências e demandas tecnológicas na construção civil, a indústria da construção está abrindo os olhos aos novos sistemas de edificação. Entre as novidades estão sistemas como Casa Pallet's, painéis de PVC, Wood Frame, e blocos de isopor. No entanto, as mais comuns e disponíveis em Santa Catarina são o Light Steel Frame, o Tilt Up e as paredes pré-fabricadas de alvenaria cerâmica.

inovação em costrução
Estela explica que o Light Steel Frame é um sistema construtivo onde os elementos são compostos em camadas sobre uma estrutura de aço galvanizado. Dentro da estrutura de, colocam-se placas de fechamento interno (gesso acartonado) e externo (OSB OrientredStrandBoard, um derivado de madeira), isolantes termo acústicos, impermeabilizantes e acabamentos convencionais. Nesse sistema dispensa a utilização do concreto para sua execução, exceto na fundação.

métodos construtivos inovadores
Já o Tilt up, é um sistema que pré-fabricado de placas de concreto de grandes dimensões. Mais comuns para a execução de várias casas de uma vez. Essas paredes podem apresentar as mais variadas formas, texturas e acabamentos. São moldadas em concreto armado e executadas no próprio canteiro de obras, utilizando a superfície do piso como fôrma na posição horizontal. As paredes pré fabricadas de alvenaria cerâmica seguem o mesmo processo, porém com tijolos tradicionais. A vantagem, neste caso, é reduzir o desperdício.

A Construtora da Ilha, de Florianópolis, trabalha com Steel Frame, e alvenaria estrutural de blocos de concreto e tijolos cerâmicos tradicionais. Há também as opções de casas pré-fabricadas de madeira, que estão entre as mais baratas e rápidas de se construir. Mas, dentre as outras, o Steel Frame se destaca. O custo do metro quadrado pela construtora é de R$1.250,00 para uma casa de 200 metros quadrados em terreno plano e solo resistente, sem rochas, enquanto a de blocos de concreto custa R$ 1.411,14 e a de tijolos cerâmicos, R$ 1.511,14. Além disso, o Steel Frame é uma obra considerada limpa é 80% mais leve e possui fundações menores.

O engenheiro Eric Daniel, da EDF Engenharia, também investe nestes três sistemas. Ele explica que, das três, as casas de tijolos cerâmicos são as de execução mais lenta, pois necessitam de vários trabalhos até o acabamento final. Daniel estima a execução de uma casa de 200 metros quadrados em oito meses enquanto o Steel Frame pode ser finalizado em cinco meses caso esteja trabalhando com uma equipe qualificada e bem alinhada.

Origem:
http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/economia/noticia/2014/07/mercado-catarinense-conta-com-novas-opcoes-de-sistemas-construtivos-para-atender-demandas-de-clientes-4547190.html