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1 de fev. de 2013
Nível de reservatórios é baixo, apesar das chuvas
"Em janeiro, houve uma recuperação dos reservatórios, mas não em patamar suficiente", diz o meteorologista Alexandre Nascimento, da Climatempo. Para chegar a uma situação "minimamente confortável" no fim do período chuvoso, ele acredita que seria preciso acumular de 1.000 a 1.200 milímetros de água entre janeiro e março, no Sudeste. Estimativas atualizadas, no entanto, apontam para algo entre 700 e 800 milímetros. "Não é um volume que foge da normalidade. O problema é o ponto de partida muito ruim, o que dificulta o enchimento dos reservatórios. Saímos de um dezembro péssimo."
R$ 35,5 bilhões para obras de saneamento, pavimentação e mobilidade urbana
A presidente Dilma Rousseff anunciou cerca de R$ 66,8 bilhões em recursos durante a abertura do 2º Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas. "Vocês terão em torno de R$ 66,8 bilhões de recursos novos para investimentos em diferentes áreas", afirmou acompanhada do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro e demais ministros de estado.
Destes novos recursos, a presidente garantiu R$ 35,5 bilhões para as obras de saneamento, pavimentação e mobilidade urbana selecionadas no final de 2012. Segundo Dilma, os municípios selecionados serão divulgados a partir de fevereiro. Após a seleção, os recursos serão liberados para a execução das obras.
No encontro para mais de cinco mil prefeitos, a presidente discursou também sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), confirmando a entrega de mais de um milhão de chaves da casa própria e contratos de mais de 1,3 milhão de moradias até janeiro. Dilma destacou também que, até o próximo ano, serão contratadas mais de 1,1 milhão de moradias e uma nova seleção ocorrerá para municípios com menos de 50 mil habitantes em que foi destinado 135 mil moradias.
Além disso, 800 mil unidades estão destinadas para a população que recebe até R$ 1,6 mil, faixa I do programa. Para que isto seja possível, foram destinados R$3,6 bilhões. "O Minha Casa, Minha Vida avançará mais rápido nos municípios pequenos, médios e grandes se os prefeitos ajudarem com tarefas fundamentais", observou a presidente.
De acordo com o Ministério das Cidades, também foi anunciada a nova seleção de Pavimentação de Vias Urbanas que conta com R$ 5 bilhões e para a área de saneamento R$ 12 bilhões, sendo R$2 bilhões deste montante para pequenos municípios, principalmente com menos de 50 mil habitantes.
"O Governo Federal é um parceiro comprometido e construiremos um novo patamar de relações federativas. Estamos dispostos a criar uma relação respeitosa, produtiva e fraterna com estados e municípios", disse Dilma.
Alvenaria de vedação racionalizada com blocos de concreto
Elementos mais empregados no processo construtivo brasileiro, as paredes de alvenaria respondem por expressiva parcela do desempenho do edifício, uma vez que predominam na envoltória exterior. Por sua vez, os blocos ocupam cerca de 90% do volume da alvenaria, sendo em última instância os principais responsáveis pela resistência mecânica, vida útil, durabilidade e isolamento termoacústico das paredes. Em especial, os blocos de concreto, quando produzidos em instalações industriais adequadas e atendendo as especificações da normalização técnica, buscam garantir os requisitos de desempenho que promoverão a habitabilidade, a segurança e a sustentabilidade exigidas pelas edificações. Associados à racionalização das vedações verticais, podem ser um elemento diferencial na estratégia das empresas, constituindo-se numa vantagem para se alcançar o sucesso.
Casos recentes de implantação da tecnologia construtiva da alvenaria de vedação racionalizada tem despertado o interesse no uso dos blocos de concreto pelas empresas construtoras, notadamente em função dos resultados obtidos (perdas média de 2%, consumo de argamassa de assentamento entre 15 e 18Kg/m2), quando comparados com a tradicional alvenaria de vedação com tijolos cerâmicos (perdas média de 17% e consumo de argamassa de assentamento entre 25 e 35Kg/m2).
Para se alcançar o êxito na implantação da tecnologia da alvenaria de vedação racionalizada, as seguintes ações são recomendadas:
Ação 1 - seleção da obra e dos parceiros: definição de obra pela construtora, juntamente com os potenciais parceiros da iniciativa (projetista/ consultor de alvenaria e fornecedor do bloco de concreto). Essa ação tem origem no desejo da empresa construtora em atingir um patamar mais elevado de organização, aplicando as diretrizes de racionalização construtiva à alvenaria de vedação, respaldada pela necessidade de redução dos desperdícios, melhoria da qualidade e atendimento do desempenho (NBR 15575).
A família de blocos a ser adotada deve permitir o melhor aproveitamento dos componentes para a modulação da alvenaria, como por exemplo: inteiro (09x19x39cm), meio bloco (09x19x19cm), compensadores de 09 (09x19x09cm) e 04 (09x19x04cm).
Ação 2 - diagnóstico e planejamento das atividades: consiste na avaliação do grau de desenvolvimento tecnológico da empresa, definição das principais características da obra, bem como no estabelecimento de metas a serem alcançadas.
Ação 3 – coordenação de projetos e desenvolvimento do projeto para produção da alvenaria racionalizada: o desenvolvimento do projeto para produção da alvenaria serve como elemento de compatibilização dos demais projetos (arquitetura, estrutura e instalações), cujas interfaces são discutidas e solucionadas durante as reuniões de coordenação.
Ação 4 – Treinamento e monitoramento dos resultados: consiste na entrega e validação do projeto para produção da alvenaria, realização de reuniões de sensibilização (mestre e oficiais) e treinamento teórico-prático no canteiro; além da definição da metodologia de monitoramento dos indicadores de perdas de blocos e de argamassa.
A metodologia de trabalho apresentada é baseada nas experiências recentes, cuja implantação trouxe para a empresa construtora os resultados desejados, estabelecendo um novo patamar de organização e qualidade da alvenaria; além de uma referência de implantação da tecnologia para as demais construtoras e fornecedores.
“Casos recentes de implantação da tecnologia construtiva da alvenaria de vedação racionalizada tem despertado o interesse no uso dos blocos de concreto pelas empresas construtoras, notadamente em função dos resultados obtidos”
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13 de dez. de 2012
Tanque com jardineira armazena água da chuva
Se você está pensando em economizar água em casa, olhe de novo para a jardineira da foto acima. É difícil perceber de primeira, mas a vegetação oculta um tanque que capta água da chuva. O Ecoslim mede 1,2m e tem uma jardineira – o que permite colocá-lo debaixo da janela e plantar uma horta – ou, se você for mais romântico, margaridas.
A caixa d’água não é exatamente um primor de beleza. Mas é bem funcional, como mostra o esquema abaixo: armazena até 1.700 litros da água que vem da calha por meio de um encanamento. A água armazenada pode ser usadas para regar o jardim, lavar calçada ou até o carro. Feito de Polietileno pela Fortlev, o tanque é vendido nas revendedoras da fábrica.
No meio deste ano, o produto foi usado na Fachada da Casa de Campo da cantora Paula Fernandes, um ambiente da Casa Cor São Paulo feito pelas arquitetas Ligia Cunha e Katya Francisco. Veja abaixo uma imagem mais geral da fachada:
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30 de nov. de 2012
Revestimento Cimentício - Linha Madeira
O cimentício linha madeira imprime ao concreto uma nova linguagem, reproduzindo com perfeição os veios e a textura de madeira rústica e envelhecida, como os dormentes resgatados do tempo. Inspirada na natureza, sua criação remete à importância da preservação e sustentabilidade do meio ambiente.
Veja mais em http://www.decoartpisos.com.br/
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