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28 de ago. de 2011

BLOCOS DE EPS (ISOPOR®) SÃO UTILIZADOS NA DUPLICAÇÃO DA RODOVIA BR 101 NO NORDESTE


Aplicado na estrutura resolve dificuldades com solos moles e evita deformações na pista.

Blocos de EPS (Isopor®) foram utilizados em substituição ao solo compactado na duplicação da Rodovia BR 101, na cabeceira da ponte sobre o rio Preto, no estado da Paraíba.  Foram usados 7.000 m³ de EPS em blocos com dimensões de 4 metros de comprimento, por 1,25 m de largura e 1 m de altura, fornecidos pela Knauf Isopor, unidade Cabo de Santo Agostinho (PE). Esta é a primeira obra em estradas da região que utiliza o conceito de aterro ultraleve, com aplicação de isopor em solos moles.

Largamente adotada nos Estados Unidos e Europa, a aplicação do EPS em estradas ainda é pouco conhecida no Brasil. O seu uso na estrutura resolve dificuldades com solos moles, substituindo o tradicional aterramento, e serve como base para receber o asfalto, evitando recalques na pista, comuns quando utilizado a terra neste tipo de solo.

Descrição: trecho BR 101.JPG
Cabeceira da Ponte do Rio Preto (PB) – preparação de terreno para receber blocos de EPS Isopor®

De acordo com João Marcelo Bortoloto, Gerente Comercial da Knauf Isoporempresa dona da marca registrada Isopor®, e fornecedora deste Isopor® para obra, um dos principais problemas na construção de rodovias é o chamado solo compressível localizado próximo aos leitos dos rios, que são camadas de aterros onde a presença de material orgânico é predominante. “Para resolver as dificuldades com a baixa resistência nestas áreas são aplicados blocos de EPS”, explica o profissional.

Descrição: 1ª camada acentamento dos blocos.JPG
Primeira camada – assentamento de blocos no solo.

Neste trecho da BR 101, os blocos de EPS foram colocados na cabeceira da ponte em 5 camadas de 90 metros de extensão, em área de 1.430 m² . Foram utilizados 1.400 blocos, cobertos por um filme plástico (PEAD)  protegidos por concreto, sobre o qual se aplicou uma camada menor de aterro tradicional. Após essa etapa, outro pavimento de concreto foi colocado, com cerca de   44  cm concluindo assim toda estrutura.

“O bloco de EPS foi escolhido por ser resistente à compressão, bem mais leve que os outros materiais, proporcionando uma redução na pressão exercida em cima desses solos, e pelo seu baixo custo em comparação com outras tecnologias. Outra qualidade do isopor é ser totalmente reciclável e a sua decomposição levar cerca de 400 anos, o que garante a segurança e a estabilidade ao terreno onde foi aplicado”, ressalta o Gerente Comercial.

Descrição: 1ª camada colocação de blocos.JPGColocação dos blocos feita pelo Exército – 2º BEC (Batalhão de Engenharia e Construção).

Com 59,4 quilômetros de extensão, a duplicação da BR-101, no chamado "Corredor Nordeste", começa na entrada do município de Lucena, na Paraíba, e se estende até a divisa com o estado de Pernambuco. A obra faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT/PB) e do 1ºBatalhão de Engenharia de Construção do Exército.

A elaboração deste projeto e acompanhamento da aplicação do EPS (Isopor®) nesta obra foi da Geoprojetos Engenharia Ltda, empresa de projetos geotécnicos, especializada em projetos e obras para solos moles, responsável também pelo projeto da Vila do Panamericano (RJ), com utilização do EPS.

Descrição: 1ª camada nivelamento.JPGNivelamento da primeira camada.


Descrição: DSC01842.JPGTerceira camada de blocos.
 
Descrição: DSC01848.JPG
Aplicações dos blocos (quarta camada).
 
Descrição: DSC01887.JPG 
Conclusão da quinta camada de blocos de Isopor e início da aplicação de concreto.


Descrição: DSC01976.JPG
Blocos de Isopor envolvidos por filme de polietileno.
 
Descrição: DSC01973.JPG
Concreto sobre filme de PEAD e tela metálica.

15 de ago. de 2011

Menos entulho no meio ambiente



Se para muitos obra é sinônimo de estresse, para o meio ambiente é sinônimo de poluição. De acordo com dados oferecidos pela mestre em arquitetura, 20% a 30% de uma construção convencional é entulho. Com isso, o prejuízo vai além do bolso de quem constrói, atingindo o meio ambiente a medida que degrada a natureza.
Com uma equipe responsável e competente, é possível construir uma casa com alvenaria estrutural desperdiçando o mínimo possível. A começar pela quantidade de blocos, pois um projeto bem feito consegue calcular o número exato de material. Aliado a isso está a menor quantidade de ferro, madeira e cimento desperdiçado.
Outro fator que ameniza a carga dispensada no meio ambiente é a diminuição do quebra-quebra de parede na hora de colocar as tubulações de água e luz. Toda a parte elétrica e hidráulica, inclusive o local os interruptores, é decidida já no projeto, pois as tubulações são embutidas nos furos dos blocos, conforme as paredes vão subindo. Alívio para a natureza e ponto para a alvenaria estrutural com blocos !

13 de ago. de 2011

Mercado de blocos de concreto segue com otimismo em alta



Pesquisa aponta que metade dos fabricantes do setor espera crescer entre 10% e 20% neste semestre.

Lançamentos voltados para segmentos de média e baixa renda, programas habitacionais como Minha Casa, Minha Vida e obras para megaeventos como a Copa de 2014, favorecem o cenário e estimulam investimentos futuros.

Dados da pesquisa semestral realizada no mês de junho pela Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto (BlocoBrasil), apontaram otimismo e grandes expectativas para a atividade econômica do setor no segundo semestre de 2011. O objetivo da pesquisa, feita com os associados da BlocoBrasil, foi identificar as macrotendências setoriais do mercado pré-fabricados leves (blocos e pisos) de concreto e a expectativa de crescimento dos fabricantes.

Os resultados apontaram que cerca de 50% dos industriais do setor esperam que o desempenho da empresa cresça em até 20% nos próximos seis meses, enquanto o restante estima crescimento acima dos 20%, em relação ao primeiro semestre. Dentre os fatores responsáveis por essa melhora na indústria de concreto, 75% apontam o aquecimento da economia, que estimulou o crescimento do mercado imobiliário, as obras de infraestrutura relacionadas à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016 e programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida.

Para o mercado de trabalho, os dados são favoráveis. De acordo com a pesquisa, nenhum associado da BlocoBrasil prevê redução das atividades neste semestre; caso seja necessário aplicar alguma mudança na empresa, será somente a adoção de medidas para aumentar a produção. Entre essas medidas, o aumento do número de funcionários e a aquisição de novos equipamentos serão as primeiras atitudes a serem tomadas.

Nos últimos três anos, 98% das empresas associadas realizaram investimentos em máquinas e equipamentos e em contratação de funcionários que resultaram na ampliação da produção e do faturamento.
Veja abaixo quadro com os dados completos da pesquisa.

Perspectivas das empresas do setor para o segundo semestre de 2011
Em relação ao desempenho, sua empresa espera para este segundo semestre de 2011
Manter o nível atual 18,1%
Crescer
Até 10% 10,8%
Entre 10% e 20% 39,1%
Entre 20% e 30% 6,5%
Acima de 30% 21,7%
Reduzir atividades
Entre 5% e 10% 4,3%

Quais os fatores que devem influir nesse desempenho
Programa habitacional do governo (Minha Casa, Minha Vida) 22,6%
Mercado imobiliário 25%
Economia aquecida 25%
Obras de infraestrutura 25%
Outros (especificar) falta de matéria-prima e mão de obra. 2,23%
Em caso de crescimento, quais as medidas que a empresa pretende adotar
Contratar mais funcionários 26%
Adquirir novos equipamentos 50%

Adotar medidas para aumento da produtividade (especificar):
Treinamento, novas tecnologias, novos equipamentos, hora extra. 24%
Em caso de diminuição das atividades, quais as medidas que a empresa pretende adotar
Reduzir número de funcionários 37,5%
Reduzir turnos/ de trabalho 50%

Outros: Não perder o quadro de funcionários atuais. 12,5%
Sua empresa realizou investimentos nos últimos três anos?
Sim 97,7%
Não 2,2%

Caso tenha realizado, cite as áreas:
Máquinas e equipamentos 49,3%
Aumento de turnos 18,9%
Contratação de funcionários 31,6%
Esses investimentos resultaram em:
Ampliação da produção 45%
Ampliação do faturamento 48,7%
Manutenção do faturamento 6,2%

Responderam à pesquisa 44 empresas associadas da BlocoBrasil- Associação Brasileira da Indústria de Bloco de Concreto.

12 de ago. de 2011

Porque construir com alvenaria estrutural?




alvenaria estrutural com blocos de cimento apresenta vantagens muito superiores aos outros tipos de alvenarias, tais como confiabilidade, qualidade garantida por normas, ensaios e pelo Selo da Qualidade, custos competitivos e benefícios à sociedade.
O emprego de alvenaria  estrutural como suporte de edifícios não se constitui em uma inovação tecnológica recente. Na realidade, até o início deste século a alvenaria era o mais utilizado, seguro, durável, e o único aceito na estruturação de edificações de grande porte. Em São Paulo, o exemplo mais destacado desta utilização é o Teatro Municipal, inaugurado em 1911 e totalmente estruturado em paredes de alvenaria resistente.
O extraordinário crescimento do mercado imobiliário nos últimos anos tem levado ao aumento na demanda por sistemas construtivos que aliem economia e qualidade técnica, sempre de olho na equação final clientes satisfeitos e aumento das margens de lucro apertadas. Afinal, empreendimentos como os desenvolvidos para o programa Minha Casa, Minha Vida, lançado pelo governo federal se propõe a construir 1 milhão de moradias num prazo relativamente curto, o que exigem controle preciso de todos os componentes da construção.
Esse sistema construtivo, que utiliza a alvenaria estrutural com blocos de cimento oferece solução eficaz, testada em empreendimentos públicos e privados há mais de três décadas e que, ao longo desse tempo, evoluiu extraordinariamente. Hoje, grandes construtoras recorrem ao sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto para imprimir métodos produtivos industrializados, diminuir cronograma, garantir custos e qualidade.
O desenvolvimento técnico do sistema inclui completa normalização dos materiais (blocos), produzidos com garantia de resistência e uniformidade, por exemplo, e dos serviços envolvidos (projeto, construção da estrutura, execução de instalações e acabamento). A somatória desses elementos montou o alicerce para o enorme salto técnico-econômico no sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto.
Estudos realizados por especialistas em construção, comprovam que a alvenaria estrutural com blocos de concreto permite reduzir o custo das obras em até 30% (em torres de até quatro pavimentos) e 15% (em torres com 20 pavimentos), com ganhos ambientais, por praticamente não gerar rejeitos de canteiro e quase não utilizar fôrmas e escoras de madeira.
A construção civil brasileira tem hoje fornecedores de blocos de cimento qualificados, analisados por instrumentos como o Selo de Qualidade, fornecido sob critérios rigorosos de inspeção pela Associação Brasileira de Cimento Portland. Assim, a alvenaria estrutural com blocos de concreto é a melhor alternativa – para construtores e incorporadores, para seus clientes, que compram qualidade a custos menores, e para a sociedade, pelo seu potencial de emprego e geração de renda.

Tecnologias construtivas, mão de obra e sustentabilidade para baixa renda em debate em SP

A alvenaria estrutural com blocos de concreto apresenta vantagens muito superiores aos outros tipos de alvenarias, tais como confiabilidade, qualidade garantida por normas, ensaios e pelo Selo da Qualidade, custos competitivos e benefícios à sociedade.

O emprego de alvenaria estrutural como suporte de edifícios não se constitui em uma inovação tecnológica recente. Na realidade, até o início deste século a alvenaria era o mais utilizado, seguro, durável, e o único aceito na estruturação de edificações de grande porte. Em São Paulo, o exemplo mais destacado desta utilização é o Teatro Municipal, inaugurado em 1911 e totalmente estruturado em paredes de alvenaria resistente.

O extraordinário crescimento do mercado imobiliário nos últimos anos tem levado ao aumento na demanda por sistemas construtivos que aliem economia e qualidade técnica, sempre de olho na equação final clientes satisfeitos e aumento das margens de lucro apertadas. Afinal, empreendimentos como os desenvolvidos para o programa Minha Casa, Minha Vida, lançado pelo governo federal se propõe a construir 1 milhão de moradias num prazo relativamente curto, o que exigem controle preciso de todos os componentes da construção.



Esse sistema construtivo, que utiliza a alvenaria estrutural com blocos de concreto oferece solução eficaz, testada em empreendimentos públicos e privados há mais de três décadas e que, ao longo desse tempo, evoluiu extraordinariamente. Hoje, grandes construtoras recorrem ao sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto para imprimir métodos produtivos industrializados, diminuir cronograma, garantir custos e qualidade.

O desenvolvimento técnico do sistema inclui completa normalização dos materiais (blocos), produzidos com garantia de resistência e uniformidade, por exemplo, e dos serviços envolvidos (projeto, construção da estrutura, execução de instalações e acabamento). A somatória desses elementos montou o alicerce para o enorme salto técnico-econômico no sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto.

Estudos realizados por especialistas em construção, comprovam que a alvenaria estrutural com blocos de concreto permite reduzir o custo das obras em até 30% (em torres de até quatro pavimentos) e 15% (em torres com 20 pavimentos), com ganhos ambientais, por praticamente não gerar rejeitos de canteiro e quase não utilizar fôrmas e escoras de madeira.

A construção civil brasileira tem hoje fornecedores de blocos de concreto qualificados, analisados por instrumentos como o Selo de Qualidade, fornecido sob critérios rigorosos de inspeção pela Associação Brasileira de Cimento Portland. Assim, a alvenaria estrutural com blocos de concreto é a melhor alternativa – para construtores e incorporadores, para seus clientes, que compram qualidade a custos menores, e para a sociedade, pelo seu potencial de emprego e geração de renda.